Coisas simples da vida e felicidade


‘Segundo estudos da Universidade de Nottingham acerca das coisas simples da vida, aquelas coisas que trazem felicidade às nossas vidas e daqueles que nos rodeiam. Poderíamos chegar à conclusão que a felicidade seria ter muito dinheiro, comprar bastantes coisas que gostaríamos, andar com roupas e carros de última geração. Essas coisas muita gente gostaria de ter, mas não trazem a felicidade genuína.
As coisas mais simples da vida são gratuitas ou custam pouco dinheiro.Exemplos dessas coisas simples são:
* Barras de chocolate
* Longo banho de imersão
* Dormir uma sesta no meio da tarde
* Um passeio no parque
Descobriram também que além de nos fazerem mais felizes, estas experiências são mais duradouras e têm maior impacto na sensação de bem-estar com a vida.
Algumas das conclusões do estudo foram:
* Comprar carros de luxo ou deixar de trabalhar e fazer uma viagem para paragens exóticas, não está ao alcance da maioria das pessoas, por isso devemos aprender os pequenos truques simples da vida com as pessoas que se consideram mais felizes na sociedade.
* Passar tempo a relaxar é o segredo para uma vida feliz. São as coisas simples da vida, que não custam dinheiro mas que causam maior impacto e que fazem diferença na nossa vida. Mesmo que não tenhamos dinheiro para as coisas materiais que desejamos. E na sua opinião, o quê te faz realmente feliz, pleno, realizado?? Deixe aqui sua opinião, ela é valiosíssima. Beijos.
Artigos Correlatos
Adoro as opções:
Barras de chocolate (puro cacau!!)
Longo banho de imersão
Dormir uma sesta no meio da tarde
Ah, tão bom que houvesse sempre muito tempo para essas coisas
O blog está lindo!!
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Bom eu fico com : ficar juntinho da família , as barras de chocolate , passeios ao ar livre e ler um bom livro.
abraço
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bom eu adorei esse comentario sabe por que?
eu tambem acho que as coisas simples da fida é que nos faz feliz…
abraços
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Geraldo Felício da Trindade
Comentou pela primeira vez, sinta-se em casa =)
agosto 31st, 2009 às 5:08 pmA eterna busca da felicidade pelo homem
Geraldo Felício da Trindade – trindadefilosofia@yahoo.com.br
Quando se olha para o mundo atual, vê-se a tristeza e o desânimo estampados nos rostos das pessoas. Vê-se homens e mulheres que batalham arduamente para alcançar metas materiais e esquecem-se da meta essencial da vida: a felicidade. Lutam para conseguir sua satisfação financeira, gastam suas forças, suas energias e quando conseguem seu objetivo já não dispõem de vitalidade para saborear suas conquistas.
Alvoroçados, correm para ter o melhor carro, a melhor casa, o melhor celular… Deixam de conjugar verbos, como cooperar e solidarizar, para, ao contrário, conjugarem os verbos competir e individualizar. Frente à essa realidade, ninguém deve impressionar-se com o exorbitante número de famílias desagregadas, com o excesso do consumo de drogas e com a prostituição.
As pessoas desperdiçam suas vidas correndo desesperadamente atrás de miragens. Metaforicamente, em pleno deserto buscam a felicidade nos falsos oásis. Embora saibam que o seu poder econômico, político ou seu status são passageiros, a maioria se ilude construindo castelos de areia, na ânsia de acumular. Esquecem-se de que o vento pode varrer todo o deserto e destruir seu frágil castelo.
Contraditória capacidade do homem: pensar! Sabem que pouco valor tem a quantidade, mas insistem. Correm atrás do maior número de conquistas, como viagens e festas, mas perdem a oportunidade de escutar o que fala seus corações. Buscam no outro a segurança para si e, no exterior, o amor, a tranqüilidade e a paz. Parece-lhes o mais fácil, o mais cômodo, porém, esquecem-se de que só encontrarão tudo isso dentro de si mesmos.
Pode-se dizer que já ultrapassamos a era da modernidade e estamos ingressando no que se pode chamar de “era da comparação”. Compara-se o dinheiro, o status, o reconhecimento, a fama, a beleza… As pessoas aderem cada vez mais aos valores que a sociedade impõe, sem ao menos saber se tais valores podem realizá-las.
A felicidade, nos dias atuais, é colocada como meta e enquanto procura-se alcançá-la perdem-se os verdadeiros momentos felizes. Na verdade, a felicidade não é nada mais que um filme que reúne os diversos momentos da vida. Essa é a dinamicidade da existência humana: tanto alegria, quanto dor.
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