“… cada um de nós vê o mundo com os olhos que tem, e os olhos veem o que querem, os olhos fazem a diversidade do mundo e fabricam as maravilhas, ainda que sejam de pedra, e altas proas, ainda que sejam de ilusão”
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(José Saramago em Jangada de pedra)
Se estes fossem meus últimos versos
Talvez falasse de
Meus desejos,
Falaria de segredos do por do sol.
Dos amigos que amo
E de inimigos que sem querer
Cruzaram meu caminho.
Falaria dos medos,
Das fraquezas
Das saudades que nunca revelei.
Se estes fossem meus últimos versos
Confessaria o meu amor
E morreria feliz!
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Pablo Neruda
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A palavra nasce-me
fere-me
mata-me
coisa-me
ressuscita-me
Murilo Mendes, Poesia Completa e Prosa. Editora Nova Aguilar, p. 738
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Obrigada Joyce!!! Fico muito honrada e feliz por suas palavras, é isso que nos incentiva.VALEU!!!!!
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Dois mestres, não me canso nunca de vir aqui, os textos são maravilhosos. bjs
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