“Não tenho filhos. A verdade é que eu nunca me senti uma intelectual full-time. Eu sempre dei muito mais importância à vida do que ao fato literário. Eu posso até estar escrevendo a página mais importante de um romance, mas se eu sou solicitada por qualquer coisa da vida cotidiana eu dou atenção a esta coisa, pode ser até na cozinha. Eu não tenho filhos, mas tenho um que ajudei a criar e a quem eu adoro e que meu deu dois netos. Como não tinha filhos, eu e meu marido éramos extremamente ligados. Ele me absorvia muito e eu a ele. De forma que na vida sempre foi muito mais importante para mim o fato de viver que o de escrever.”
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Raquel de Queirós
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In Giovanni Ricciardi, “Auto-retratos”, Editora Martins Fontes, p.41



Eu concordo plenamente com a Raquel, nessa vida o mais importante é viver. O fato de viver é primordial. Escrever é divino, eleva nosso astral, desabafa nosso coração, mas viver é sem igual é sine qua non, é indispensável. Procurar deixar algo de bom para os seus, se aprimorar, buscar boas amizade, cultivá-las, buscar o amigo que se afastou por algum motivo. Conquistar e correr atrás de seus sonhos. Isso, não tem preço. Estou com Raquel de Queirós e não abro. Viver é bem melhor!
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%CNão tenho filhos. A verdade é que eu nunca me senti uma intelectual full-time. Eu sempre dei muito mais importância à vida do que ao fato literário. Eu posso até estar escrevendo a página mais importante de um romance, mas se eu sou solicitada por qu…
Assino embaixo desse post!!!!!!!!!! Com certeza viver é melhor que tudo! Acho que só escritores imaturos diriam o contrário… (por isso deduzo que muitos são).
Super beijo, Sônia!!!
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Concordo com o que vc disse, e concordo também com a Lívia.
A felicidade depende de uma boa conexão com nós mesmos, a priori, e, por consequência com os outros.
Sonia, mudando de assunto. Gostaria que vc me ensinasse a divulgar melhor meu blog em canais como o Dihitt, Blogblogs, entre outros. Vc tem MSN?
Beijos.
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Raquel de Queiroz era minha escritora preferida na adolescência. Pena que tenha se desviado para o lado dos militares na época da ditadura… mas ninguém é perfeito afinal. Viveu até os 90 anos. Espero chegar até lá igualmente com esse amor à vida.
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Concordo. Precisamos colocar isso em prática.
Não sei o que acontece mas meus comentarios estão saindo com a data de domingo passado kkkkkkkk
beijos
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Uma outra coisa que eu penso também é que não podemos depositar nossa felicidade em outra pessoa. Seja ela filho, marido, amigo. A felicidade depende primeiramente de nós mesmos!
bjinhos
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