
No livro de San Michelle está relatado que, os caçadores de uma ilha do Mediterrâneo furavam os olhos dos pássaros que caíam nas suas redes , porque o canto de pássaros cegos é mais bonito.
Rubem Alves
Meu Deus, que atrocidade!! Quanta maldade! O bichinho canta de tristeza, canta pra não morrer de solidão, por não poder ver as belezas naturais, nem poder dar voos razantes. O pássaro canta um canto de pesar, por ver que o homem, que se julga tão racional, fazer isso com um indefeso ser irracional.
Sonia Regly

Olhem como eles vivem em comunidade, ordeiramente. Nenhum burla o direito do outro, são carinhosos e se respeitam. Aos poucos vão mergulhando, todos usufluem do prazer e da felicidade de viverem harmoniosamente. O ambiente é gelado, mas dentro do coração têm amor de sobra. Precisamos aprender com esses bichinhos.
Sonia Regly

Esse aqui, colocou as mãos na cabeça e parece dizer: ” Meu Deus!! Como o ser humano precisa aprender. Eles estão distantes do alvo, anos luz! Precisam aprender a amar, compartilhar, dividir, amparar, ser solidário, ter empatia, valorizar o outro. E ainda dizem que, nós é que não pensamos. Nós é que somos irracionais.”
Sonia Regly

Meu amigo, viu um sabiá preso numa gaiola. Prender sabiá, canário-da-terra-, coleirinha, curió numa gaiola é crime, pois eles são aves silvestres.
-Quer vender o sabiá? – ele perguntou.
-Vendo por 70,00-respondeu o dono.
-Negócio fechado- ele disse.
Meu amigo levou o sabiá e pendurou a gaiola no jardim. Era o fim da tarde. Sabiás, gostam de cantar ao entardecer. O sabiá começou a cantar. Logo uma sabiá ouviu o canto e se aproximou. Pousou sobre a gaiola. E um namoro começou. Amor ao primeiro canto… O namoro continuou, até que a noite caiu. Bem cedo, na manhã do dia seguinte, a fêmea já estava lá. O meu amigo abriu a porta da gaiola. Fora para isso que ele comprara o saibiá. Não o soltou na véspera, porque já era quase noite, e o sabiá precisaria de tempo para se readaptar à liberdade. Levou um tempinho para o sabiá perceber que a porta estava aberta. Quando percebeu, voou como uma flecha. E, com ele , a sabiá… Aqueles que assistiram a cena choraram. Foi o Paulinho da Floríssima.
Quanto de Badulaques
Rubem Alves
Precisamos nesse planeta de muitos Paulinhos da Floríssima. Se, eu morasse lá em Campinas, iria lá dar um abração de agradecimento e louvor , ao Paulinho da Floríssima. Gente com sensibilidade tamanha, para devolver ao animal o que lhe é de direito: A Liberdade!
Notem que, no texto, ele cantou e o canto foi ouvido. Houve um eco, a sabiá prontamente atendeu o seu convite. E assim, voaram juntos rumo ao seu futuro. Quantos pássaros, presos na gaiola, cantam sem esperança? Cantam só para o dono, orgulhoso ouvir. Enquanto lá fora o mundo e a liberdade , esperam por ele. Pense nisso, faça uma reflexão profunda. Mude de atitude!
Crédito das Imagens: Curiosando, Rodrigo Piva um Blog encantador que nos envolve totalmente.
Meu nome é Sonia, Sou calmíssima, não esquento com nada. Também
sou alegre, amiga, meiga, dengosa, criativa. Meu marido diz que sou
cômica, pois quando conversamos ele sempre acaba rindo muito. Ele também
me acha cômica porque todos os filmes românticos que assistimos juntos
ele chorou e eu caí na gargalhada: Romeu e Julieta, Dio come ti amo, Ao
mestre com carinho e Titanic. Que fazer? Eu sou assim, não choro quando
vejo filme... rs.

















sábado, 10 de outubro de 2009
7:01 pm
Mozilla Firefox 3.5.3 on Windows XP
Sonia, realmente temos muito o que aprender com esses lindos e sábios animais!!!
bj