Existem coisas que marcam a vida da gente e, essas a gente nunca esquece. Lembro-me que, aos seis anos mais ou menos eu apanhei de palmatória e olha que eu não sou tão velha assim!! Meu irmão o Dinho, me levava ao colégio e ia pelo caminho mexendo e implicando com os meninos, esses por sua vez, corriam atrás dele, queriam bater e jogra pedra. Resumindo a novela: nós chegávamos atrasados no colégio todo dia e levávamos bolo nas mãos de palmatória. Gente, eu nem entendia porque estava apanhando, se foi o Dinho que implicou com os meninos. Eu achava aquilo uma crueldade, pois eu era pequena e não entendia direito o que se passava, levava os bolos, mas não sabia o porquê ? Um colégio rígido, particular, dirigido por um diretor arcaico e que queria mostrar sempre bons resultados. Essas cenas ficaram marcadas em minha mente.Nunca me esqueci disso, e eu era pequena para levar a culpa pelos atos do meu irmão que, era bem mais velho. Graças à Deus essa Escola fechou as portas e, a família que a administrava, nunca mais abriu outra Escola.

Atualmente, no Brasil é proibido castigar fisicamente as crianças nas escolas. Mas nem sempre foi assim.

Esta foto, produzida há cerca de 130 anos, revela que no Brasil a palmatória também era utilizada. Ela era feita de madeira e tinha furos em forma de cruz em uma das extremidades.Esses furos, deixavam bolhas nas mãos das crianças e dos adolescentes castigados. “Levar ” era a expressão usada para se referir ao ato de ser castigado com a palmatória.
Mas, essa não era a única forma de castigar. Havia também castigos como ajoelhar no milho, ficar um longo tempo em pé, ficar virado para a parede, ficar com os braços para o alto etc…
No tempo da palmatória, havia formas de castigar o aluno sem causar dor física, mas que os humilhavam. Eram os “castigos morais”. Um exemplo desse castigo: quando um aluno era questionado oralmente e errava alguma resposta, era obrigado a usar um chapéu com longas orelhas de burro.
Fonte:
Ler o Mundo- História
Conceição Oliveira
Editora Scipione
Meu nome é Sonia, sou casada com Antonio, mãe de Lívia e Evelyn,
avó de Gabriel e Giovanna. Sou calmíssima, não esquento com nada. Também
sou alegre, amiga, meiga, dengosa, criativa. Meu marido diz que sou
cômica, pois quando conversamos ele sempre acaba rindo muito. Ele também
me acha cômica porque todos os filmes românticos que assistimos juntos
ele chorou e eu caí na gargalhada: Romeu e Julieta, Dio come ti amo, Ao
mestre com carinho e Titanic. Que fazer? Eu sou assim, não choro quando
vejo filme... rs.










quarta-feira, 11 de novembro de 2009
9:29 pm
Safari 532.0 on Mac OS X
Minha avó contava que tinha apanhado de palmatória também e sem razão porque ela era quietinha, mas parece que quando um apanhava todo mundo tinha que apanhar também. Um absurdo. Realmente vc é nova pra isso. Depende de onde vc morava.