
Cheguei a conclusão que as pessoas precisam de atenção. Tanto os adultos como as crianças. Esta semana fiquei com uma turma terrível, me alertaram sobre o comportamento, que eles não faziam nada, não copiavam, não obedeciam, não sentavam etc…etc…
Entrei na sala conversando, batendo aquele papo bem tranquilex. Contaram suas novidades, falaram dos colegas da turma,da vida deles, da comunidade em que moram, abriram o coração, falaram muito. Pude sentir de perto os seus problemas. Criança que estão longe do pai, crianças que a mãe trabalha e eles ficam sozinhos todo o dia. Crianças com a auto estima lá no pé, que não se sentem capazes e nem motivados para nada! Crianças com sérios problemas familiares. São inúmeros problemas que, se refletem na Escola e no dia a dia deles.
Após o longo bate papo, fomos fazer as atividades propostas pela professora da turma: fizeram continhas, armamos no quadro e eles corrigindo juntamente comigo e me entregavam as folhinhas para eu ver. Fizeram todos os problemas, corrigimos e foi uma experiência muito boa. Conclui que, de um bom papo ninguém escapa. Eles queriam ser ouvidos, queriam contar suas novidades, suas coisas, suas descobertas. Prometi que estaria por perto, queria saber se estavam fazendo as atividades, que estavam se comportando e gostaria de ver os cadernos com os exercícios sempre que possível. Resumindo, preciso largar minhas atividades para dar atenção, olhar o caderno colocar lá bem bonito: Parabéns!!!! Continue assim!!! Você é capaz!! Você vai conseguir! Continue tentando!! Você chega lá!
Todos nós gostamos de um agrado, de um incentivo, de alguém que, acredita em nós. Precisamos dessas coisas para desenvolvermos nossas habilidades, nossa capacidade e sentirmos que nossa auto estima subiu alguns degraus. Assim são as crianças, elas precisam se sentir valorizadas, queridas, amparadas e motivadas.
Meu nome é Sonia, sou casada com Antonio, mãe de Lívia e Evelyn,
avó de Gabriel e Giovanna. Sou calmíssima, não esquento com nada. Também
sou alegre, amiga, meiga, dengosa, criativa. Meu marido diz que sou
cômica, pois quando conversamos ele sempre acaba rindo muito. Ele também
me acha cômica porque todos os filmes românticos que assistimos juntos
ele chorou e eu caí na gargalhada: Romeu e Julieta, Dio come ti amo, Ao
mestre com carinho e Titanic. Que fazer? Eu sou assim, não choro quando
vejo filme... rs.










quinta-feira, 19 de novembro de 2009
11:37 pm
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Sonia,
Parabéns para você amiga, pois soube conduzir as crianças.
A crianças precisa de atenção sempre, mas é com o carinho e com o nosso respeito e admiração, e também com o nosso incentivo que elas vão adquirindo auto-confiança, e valorizando o trabalho que realizam, mas sempre precisamos elogiá-las e apoiá-las.
Gostei muito.
Bjs.
Rosana.