
Todos nós temos medo de alguma coisa, eu por exemplo tenho medo de baratas. Até imagino aquelas perninhas andando em mim ,me dá pavor! Já perdi um sorvete inteirinho por causa de uma barata que voou na minha direção. Joguei o sorvete longe com medo da barata pousar em mim.
Outro medo que tenho, e, esse mexe muito comigo é ofender alguém e não ter tempo de consertar a situação. Por exemplo: se a pessoa for acidentada, ou mesmo morrer e eu não poder me acertar com ela. Morro de medo disso!!! Enquanto há vida, há esperança de consertarmos as situações conflitantes. Boa coisa é não existir pendência, pois a vida é muito curta pra isso!
Lendo esse interessante texto do Rubem Alves,percebi que, todos nós temos alguns medos. Quando fui operar a tireóide, o médico conversou longo tempo comigo e eu respondi a tudo. De repente você some! Não me recordo mais! Só sei que acordei com as enfermeiras me dando a medicação venosa. A gente morre e nem sabe que morreu! Pois você, de repente está conversando e trocando informações e logo adormece e é operado. Dalí em diante você não vê e não sente nada!! Ponderando tudo isso, coloco aqui para vocês essa bela reflexão do Rubem Alves.

Há também as dores da alma que nenhuma cirurgia consegue curar. O medo, por exemplo, não pode ser amputado. Pena. Porque o medo paralisa a vida. Dominada pelo medo, a vida se encolhe, perde a capacidade de lutar, entrega-se à morte. Animais amedrontados se deixam matar sem um único gesto de defesa. E, pelo que sei, as pessoas têm muito medo da anestesia, medo que chega a beirar o pânico, mais medo da anestesia que da violência do ato cirúrgico. É que elas têm medo de dormir. Quem dorme está indefeso, à mercê. Quem está dormindo volta a ser criança. As crianças têm medo de dormir. Por isso elas choram, não querem dormir sozinhas, desejam alguém ao seu lado. Alguém que cuide delas enquanto elas dormem. As canções de ninar são para tirar o medo a fim de que o sono seja tranqüilo.
Rubem Alves in “O AMOR QUE ACENDE A LUA
O Anestesista”
Fonte das Imagens: Curiosando
Meu nome é Sonia, Sou calmíssima, não esquento com nada. Também
sou alegre, amiga, meiga, dengosa, criativa. Meu marido diz que sou
cômica, pois quando conversamos ele sempre acaba rindo muito. Ele também
me acha cômica porque todos os filmes românticos que assistimos juntos
ele chorou e eu caí na gargalhada: Romeu e Julieta, Dio come ti amo, Ao
mestre com carinho e Titanic. Que fazer? Eu sou assim, não choro quando
vejo filme... rs.

















segunda-feira, 07 de dezembro de 2009
12:04 am
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Boa noite Sonia,
ótimo texto para reflexão.
Compartilho seu medo de ofender e me sentir ofendida, sem poder esclarecer a situação. Creio que boa parte das brigas tem por causa algum mal-entendido.
Outro medo são as aranhas, ontem pela primeira vez na vida matei uma grande. Já é um começo, quem sabe um dia eu possa conviver em harmonia com elas.
Abraços, Jaque