Navagio (Naufrágio, em grego), é uma mini-praia completamente isolada na ilha de Zakynthos, uma das mais famosas da Grécia.
Uma verdadeira obra-prima da natureza como você pode ver nas fotos:
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Competente com as Palavras
A culinária me fascina. De vez em quando eu até me atrevo a cozinhar. Mas o fato é que sou mais competente com as palavras que com as panelas. Por isso tenho mais escrito sobre comidas que cozinhado.
Rubem Alves in “O AMOR QUE ACENDE A LUA
– A Pipoca”
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Não podem ser Comunicadas
Tristeza eu tenho porque muitas das coisas que moram na minha alma não podem ser comunicadas. Por mais que eu diga e explique, quem ouve não entende.
Rubem Alves in “O AMOR QUE ACENDE A LUA
– Três causos”

Fora de Nós
Se nós mesmos, que nos conhecemos mais do que ninguém, somos de tal maneira precários no julgamento de cada um, é porque não sabemos nada, não somos donos de verdade nenhuma, temos de buscá-la fora de nós.
Fernando Sabino in “0 Encontro Marcado”
Anonimamente
Mas tenho em mim uma coisa que você se esqueceu de dizer: a capacidade de amar anonimamente, sem pedir nada em troca, sem reconhecimento, sem perdão.
Fernando Sabino in “0 Encontro Marcado”

Fotos: Yurock
* Esses deliciosos fragmentos foram copiados do excelente Poetriz, um blog para sonhar.

Na distante terra de Vitória, que fica na porção leste da Antártida, existe uma cachoeira de sangue. Do alto da geleira Taylor, na Antártida, brota um misterioso líquido vermelho.
Obra de algum fenômeno sobrenatural?

O caso intrigou a bióloga Jill Mikucki, da Universidade de Dartmouth, que decidiu recolher e estudar amostras do líquido. ” Detectamos 17 espécies de bactérias, mas é possível que haja mais”, diz.
Segundo ela, essas bactérias são tão desconhecidas que nem têm nome científico- e só existem nesse lugar, que foi apelidado de Blood Falls( ” Queda de sangue”, em inglês)
O tal sangue é água salgada misturada com óxido de ferro, e é produzido pelas bactérias. Elas vivem embaixo da geleira e se alimentam do ferro contido no solo, e como produto de sua digestão secretam esse líquido que parece sangue ( ele tem a cor vermelha porque, como os glóbulos vermelhos do sangue, contém ferro).
* Leia essa matéria na íntegra na Revista Super Interessante de julho/2010.


Agência FAPESP – Golaço ou gol contra? A maior polêmica da Copa do Mundo na África do Sul até o momento ainda não tem uma conclusão. Para alguns, a bola oficial do evento, denominada Jabulani (“celebração”, em zulu), representa uma notável evolução do ponto de vista tecnológico. Para outros, o resultado deixou a desejar.
O atacante Luis Fabiano, da Seleção Brasileira, criticou. O goleiro Júlio César chamou de “bola de supermercado”. Fernando Torres, atacante espanhol, também falou mal. Kaká está entre os que elogiaram.
As maiores críticas foram com relação aos movimentos imprevisíveis, promovidos pela resposta aerodinâmica da nova redonda, especialmente nos chutes mais fortes. Na primeira rodada, com o baixo número de gols, a reclamação foi ainda maior. Mas no fim da primeira fase da Copa, os gols voltaram. Portugal enfiou sete na Coreia do Norte. O próprio Luis Fabiano marcou dois contra a Costa do Marfim.

Para o fabricante, a Adidas, a bola representa um avanço. Mas o próprio presidente da empresa, Herbert Hainer, reconheceu que é preciso um certo tempo para se acostumar com a Jabulani, por ser “mais aerodinâmica e mais rápida”.
Pesquisadores da Nasa, a agência espacial norte-americana, e do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), decidiram avaliar o comportamento da Jabulani.
No Centro de Pesquisa Ames da Nasa, na Califórnia, foram feitos testes para comparar a bola com a usada na Copa de 2006 na Alemanha, a Teamgeist (“espírito de equipe”). A Teamgeist, no lugar dos hexágonos costurados das bolas tradicionais, tinha oito painéis fundidos por um processo térmico, que elimina a necessidade de costura, mesmo interna, entre eles. A Jabulani tem 14 painéis e ganhou sulcos aerodinâmicos.
A conclusão da Nasa é que com a Jabulani os jogadores não deverão ter melhor controle do que com a Teamgeist. “É bem óbvio. O que estamos vendo é um efeito knuckle-ball”, disse Rabi Mehta, engenheiro aeroespacial no centro Ames. Knuckle-ball é um arremesso no beisebol no qual a bola não é segura com os dedos, mas sim com seus nós, resultando em movimento com acentuada curva e imprevisível para o rebatedor.(…)
** Quer ler na íntegra?? Clique no link.
Fonte:Agência FAPESP

A Europa está se desdobrando para remediar a crise econômica da Grécia. Até porque essa crise já se alastrou por outros países.
Os gregos gastaram mais do que podiam, gerando uma dívida pública de mais de 300 bilhões de euros.

Parte dos gastos aconteceu em 2004, quando Atenas sediou as Olimpíada. Para preparar-se, a capital desembolsou US$ 14 bilhões. Esse gasto provavelmente contribuiu para os problemas econômicos que vemos hoje.
A culpa é do rodízio de sedes das competições esportivas. Por causa desse sistema, as olimpíadas e a Copa do Mundo de futebol criaram uma máquina eterna de reforma e construções. As sedes são obrigadas a investir em centros de competição que ficarão abandonados em poucos anos. E deixarão uma coleção de dívidas.
Uma idéia é manter os jogos em um país, edição após edição. A própria Grécia fez essa proposta para as Olimpíadas no fim do século 19, reivindicando o posto de anfitriã. Outra opção: um grupo de 5 sedes permanentes ( uma para cada anel do símbolo olímpico) . Essas cidades, somente fariam um rodízio entre si para abrigar os jogos.
A experiência e a estrutura criada pelas sedes evitariam problemas financeiros. E trariam um benefício para os atletas. Pular de país em país faz com que eles tenham de se preparar sempre para condições diferentes de competição.
** Leia essa matéria na íntegra, na Revista Super Interessante Julho/2010;
Fonte: Revista Super Interessante
julho/2010

