Hoje eu estava ouvindo uma psicóloga falar e me dei conta, de como o poder da palavra pode elevar alguém ou abatê-lo. Realmente a palavra tem poder para elevar ou danificar uma vida. Nós enquanto pais, professores, devemos usar nossa boca para abençoar e não para entristecer ou mesmo magoar alguém.

Lemos lá em Tiago 3:2 o seguinte:
Se alguém não tropeça em palavras, esse é homem perfeito e capaz também de refrear todo o corpo.
Nós não avaliamos o que falamos. E ,movidos por um momento de raiva ou por um impulso, dizemos coisas que trazem consequências terríveis aos nossos filhos, amigos, conjuges ou pessoas do nosso relacionamento.
Muitas pessoas hoje, já na fase adulta, se sentem tolidos, incapazes, pois ouviram de seus pais palavras depreciativas do tipo:
você é burro, você é incompetente, você não vai ser nada na vida, você não tem jeito e por aí vai….
As palavras despertam fortes sentimentos, podem produzir muita dor, levando a pessoa à raiva, tristezas e mágoas, como também podem refrigerar a alma, produzindo prazer e alegria. Use sua boca para abençoar e promover a paz.
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Amiga Sônia, muitos dizem sobre maldições lançadas pelos pais por intermedio das palavras,
s palavras muitas vezes nos fazem viajar. Já me apaixonei por palavras… Já fui atingido por palavras… palavras tem essa peculiaridade, mexem com a gente!!! Quantos já não sorriram ou choraram com palavras como: “eu te amo”, “eu não quero mais você”, “vamos namorar?”, “nasceu!!”, “você é feio”, “você é lindo”…
Alguém já disse que somos escravos das palavras que pronunciamos… eu digo que sim, realmente somos escravos das palavras pronunciadas e mais, somos enforcados por aquelas que escrevemos. Escrever não é fácil!! O que está escrito, escrito está!! Não há como mudar. Eu não posso negar daqui há algum tempo que escrevi estas palavras, elas já não me pertencem, pertencem agora a vocês, portanto faço um pedido: cuidem bem delas.
um grande abraço do amigo marivan e parabéns pela maravilhosa postagem.
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Sonia,
A coisa mais tremenda que já me aconteceu foi também através das palavras. Meu pai, um homem que não tem estudos, que teve uma criação rude, à base de muita pancada e humilhações, vivia dizendo que se esforçava para dar o melhor para nós. Ainda assim, nas horas de irritação conosco, por causa das travessuras, nos dizia palavras ofensivas e também humilhantes.
Ao tornar-me pai, pude compreender muitas coisas que se passavam na cabeça do meu pai, e pude entender que mesmo nos chamando de burros, na realidade ele o fazia porque não queria que ficássemos como ele, que não pode estudar.
Os anos passaram, já sou avô e tenho o privilégio de ter meu pai vivo. E vejo o quanto Deus mudou a vida dele pelas palavras poderosas que diz a nosso respeito hoje: “Filho, estou orando por você!” “Filho, o meu desejo é que você tenha sucesso!”
Creio que a palestra da Dra. Elizabeth tem muito a ajudar a nós pais. Creio, com toda sinceridade, que muitas destes erros são cometidos por falta de orientação, por falta de aconselhamento e por falta de oportunidades para uma reciclagem como a que fizemos.
Estou certo de que muitos pais gostaria de poder estar lá. Mas a realidade é: ou trabalham o sábado inteiro, para ter um pouco mais ou tiram do pouco que têm para uma reciclagem. A opão será sempre trabalhar mais para dar o melhor para os filhos, ainda que não seja o melhor de fato.
Obrigado por estar nessa comigo.
Beijo com amor.
Tuninho
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Soninha, minha querida!
As palavras são poderosas e possuem energia! Eu tenho certeza disso e aqui em casa dizemos que tudo pode ser dito sem ofender e causar danos. Temos um vocabulário vasto e podemos escolher a forma adequada para passar mensagens. Uma vez, um senhor me perguntou sobre meus filhos e enquanto eu os descrevia, tipo: “a minha mais velha é carinhosa, o meu filho de tantos anos é de tal forma, o meu outro é sapeca…” Ele me interrompeu na hora e disse: “jamais use palavras depreciativas ou de carga baixa de energia! As palavras impregnam e algumas delas moldam as pessoas. Uma mãe e um pai têm o poder de abençoar e também de maldizer, portanto, cuidado com o que você diz!”.
Isso nunca mais me saiu da cabeça. Claro, confesso que é difícil controlar o que dizemos, mas com o tempo vamos aprendendo a pensar melhor antes de dizer as coisas.
Grande beijo, minha linda!
Jackie
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Olá Sonia,
Sim, afinal, as palavras podem libertar e oprimir, alegrar e entristecer, fazer viver e fazer morrer, aliviar e angustiar, rir e chorar, incentivar e esmorecer, amar e odiar e assim tantas coisas mais.
Meu carinho
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