Está uma chuvinha fininha e um clima agradável aqui no Rio e eu aproveitando o clima fresquinho para já ir separando e arrumando as roupas para a viagem. Tentarei postar por onde eu for passando, não sei se vou conseguir essa façanha, vamos ver.
Pensando nesse clima ameno e gostoso escolhi esse fragmento para sabermos que toda a cicatriz é para ser olhada com carinho, pois ela nos mostra o quanto vencemos, o quanto crescemos e tudo o que já superamos.

“…menos pela cicatriz deixada, uma ferida antiga mede-se mais exatamente pela dor que provocou, e para sempre perdeu-se no momento em que cessou de doer, embora lateje louca nos dias de chuva……mas depois de todas as tempestades e naufrágios o que fica de mim e em mim é cada vez mais essencial e verdadeiro…”
[Caio Fernando Abreu]
Imagem do maravilhoso Blog Norte da Duzinha


…deviam chover lágrimas
quando um coração pesa muito…..( António Lobo Antunes )
Achei esse pequeno pensamento muito bonito, por isso posto-o aqui para vocês. Essa imagem da chuva caindo, também está bem sugestiva e original. Mas, meu coração não está pesado não, ok?? É que eu achei super lindo esse texto para nossa reflexão e deleite. Beijinhos fofinhos.
Imagem do maravilhoso Blog Norte da amiga Duzinha.


Hoje foi um dia de festa, além do aniversário do meu pai, reunimos 9 primos Botafoguenses e 6 Flamenguistas, a gozação foi acirrada. Tenho uma prima chamada Sheyla que mora pertinho do Engenhão, ela o marido e o filho Fabinho, são Botafoguenses doentes e estavam combinando de nós, os primos alvinegros, nos reunirmos lá no Engenhão em dia de jogo à caráter: Camisa oficial, chapéu, cornetas, perucas etc…. Ficou combinado de o Edinho( Botafogo), meu irmão que têm um Volare, levar o povaréu. Imagina a farra!!! Hoje os Flamenguistas sofreram, cantamos Hino do Botafogo, inventamos vários gritos de guerra para levarmos ao Engenhão. Os flamenguistas ficaram chocho, chocho, quase não comeram churrasco.

Tinha um primo com a camisa do Mengão que só faltou ser pichado. A torcida do Fogão se fez presente de uma forma maravilhosa. O primo, só não trocou a camisa, pois não tinha outra. Saiu desiludido com nossa torcida. Eita torcida animada!!!
Já sabem: Próximo jogo do Fogão, estaremos lá, rente que nem pão quente. Amanhã já estou comprando minha camisa. Beijos em preto e branco!


Gosto de cozinhar, inventar moda e aproveitar as receitas antigas, criando novos pratos. Para amanhã feriado, um Dia Especial, vai a dica de uma batata recheada para você servir junto com aquele churrasco. Pode ser servida também com uma carne assada recheada com paio etc… A criatividade fica por sua conta, certo?

Modo De preparar:
Cozinhe em panela de pressão, mais ou menos 10 minutos, alguma batatas grandes com casca,( devidamente lavada).
Escorra a água , espere esfriar um pouco e, corte a batata ao meio.
Ficarão duas bandas, pegar cada branda de batata, fazer um furo com a colher de sopa, para rechear.
OBS: A batata que vc retirou , para fazer o furo, pode ser aproveitada para um purê.Não jogue nada fora.
Recheio da batata:
150 gramas de queijo prato bem cortadinho em pequenos pedacinhos.
150 gramas de presunto, bem cortadinho em pequenos pedaços
Maionese para fazer um creme com o queijo e o presunto cortadinho.
* Existem pessoas que, colocam cebola bem miúdinha junto com o queijo e presunto.
*Misture tudo e coloque na cavidade da batata.
Misturar tudo, e ir recheando os buracos da batata.
Arrume num refratário, coloque queijo parmezon por cima e coloque no forno para dourar.
O cheirinho vai longe.
Fica um prato lindo e delicioso.
Bom Apetite!




Fonte: Curiosando


No curso dos anos ambos chegaram por caminhos diferentes à conclusão sábia de que não era possível morar juntos de outro modo, nem se amarem de outro modo: nada neste mundo era mais difícil do que o amor.
Gabriel Garcia Marquez in “O Amor no Tempo do Cólera”
Nem ele nem ela tinham vida para nada que não fosse pensar no outro, para sonhar com o outro, para esperar as cartas com a mesma ansiedade com que as respondiam.
Gabriel Garcia Marquez in “O Amor no Tempo do Cólera”
Aparecia como aquilo que era: uma armadilha da felicidade que o entediava e atraía ao mesmo tempo, mas da qual era impossível escapar.
Gabriel Garcia Marquez in “O Amor no Tempo do Cólera”
Acabou pensando nele como jamais imaginara que se pudesse pensar em alguém, pressentindo-o onde não estava, desejando-o onde não podia estar, acordando de súbito com a sensação física de que ele a contemplava na escuridão enquanto ela dormia, de maneira que na tarde em que sentiu seus passos resolutos no tapete de folhas amarelas da pracinha custou a crer que não fosse outro embuste da sua fantasia.
Gabriel Garcia Marquez in “O Amor no Tempo do Cólera”
Fragmentos do maravilhoso:Poetriz

