“Há muito tempo que me faço essa pergunta,
se tenho esperança de que as coisas dêem certo. Encontro minha
alegria em realizar a semeadura. O ato de semear, em si,
É um ato de alegria. Isso basta.”
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“Estou SEMEANDO as sementes da minha mais alta esperança.
Não busco discípulos para comunicar-lhes saberes,
Busco discípulos, para neles
PLANTAR MINHAS ESPERANÇAS.”
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“PROFESSOR: trate de prestar atenção no seu OLHAR.
Ele é mais importante que seus planos de aula.
O olhar tem o poder para DESPERTAR e para INTIMIDAR a inteligência.[...]
É o poder do bruxo. O olhar de um professor tem o poder
de fazer a inteligência de uma criança FLORESCER ou MURCHAR.”
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“Que lindo e simples resumo da tarefa da educação! Plantar jardins, construir cidades-jardins, mudar o mundo, torná-lo belo e manso. Aprender construindo. Aprender fazendo.Para que as crianças possam brincar.Para que os adultos possam voltar a ser crianças. E espalhar sonhos, porque jardins, cidades e povos se fazem com sonhos.”
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Esta é uma pequena amostra, do livro publicado pelo professor, educador e Biólogo, Samuel Lago, O Melhor de Rubem Alves, editora Nossa Cultura.
Lendo esse texto, várias coisas vieram a minha mente. Com relação ao aluno, sabemos que, ao semearmos neles, e para eles, temos que ter todo o carinho e cuidado profundo. Os alunos veem em nós seu Rochedo, seu Norte, eles esperam muito de nós!! Resumindo tudo, é praticamente esse verso aqui:
“Que lindo e simples resumo da tarefa da educação! Plantar jardins, construir cidades-jardins, mudar o mundo, torná-lo belo e manso. Aprender construindo. Aprender fazendo.Para que as crianças possam brincar.Para que os adultos possam voltar a ser crianças. E espalhar sonhos, porque jardins, cidades e povos se fazem com sonhos.”
Agora, vamos trazer essa semeadura para as nossas amizades, nossa relação social com o outro. As vezes semeamos muito e, recolhemos pouco, vou explicar: As vezes, investimos muito em uma amizade, somos solidários, se erramos, ofendemos , ou até mesmo entristecemos aquele amigo, procuramos reverter e, pedir desculpas mesmo. Por que não?? Errar é humano, reconhecer e dizer: Eu errei, me desculpe, não é demérito nenhum!! Eu vejo, até, como ato de coragem. Muitos, não conseguem! Eu, prefiro, reconsiderar, acertar, tentar reverter o quadro. Não gosto de pendências, gosto de resolvê-las, acertá-las, consertá-las. Hoje, eu estou um pouquinho triste, fico pensando com meus botões:
Será que sou bobona? Será que estou no século passado?? Será que o mundo mudou, cada um pensa em si, e, eu continuo acreditando demais nas pessoas?? Prefiro ser assim, fecho essa reflexão com esse verso:
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“Há muito tempo que me faço essa pergunta,
se tenho esperança de que as coisas dêem certo. Encontro minha
alegria em realizar a semeadura. O ato de semear, em si,
É um ato de alegria. Isso basta.”
A alegria é um pássaro que só vem quando quer. Ela é livre. O máximo que podemos fazer é quebrar todas as gaiolas e cantar uma canção de amor, na esperança de que ela nos ouça. Oração é o nome que se dá a essa canção para invocar a alegria.
Rubem Alves
“Estou em busca da palavra que faz florescer o Paraiso que o esquecimento transformou em deserto dentro de nós… Gostaria que a teologia fosse isto: as palavras que tornam visíveis os sonhos e que, quando ditas, transformam o vale de ossos secos numa multidão de crianças”. Rubem Alves
Não havíamos marcado hora, não havíamos marcado lugar. E, na infinita possibilidade de lugares, na infinita possibilidade de tempos, nossos tempos e nossos lugares coincidiram. E deu-se o encontro.
Rubem Alves
(…)Tem uma tela do pintor Vermeer que é uma mulher lendo uma carta. É um quadro que tenho no meu quarto. A carta só tem sentido quando os dois estão separados. A carta é um sinal de solidão. A gente escreve não para dar informação. As informações não têm a menor importância, porque elas não fazem parte da essência da carta de amor. O que faz uma carta de amor é o fato de que um tocou aquela folha e o outro vai tocar a mesma folha de papel. Assim, você toca a carta, mas o outro não está lá. É por isso que a carta de amor tem essa beleza triste. Rubem Alves
O objetivo da competição é a comparação. E a comparação é o início da inveja e da infelicidade humana.
Rubem Alves in “O AMOR QUE ACENDE A LUA
As pessoas totalmente felizes não conseguem pensar pensamentos interessantes. É preciso ter um pouquinho de dor para que o pensamento pense bonito.
Rubem Alves in “O AMOR QUE ACENDE A LUA
A culinária me fascina. De vez em quando eu até me atrevo a cozinhar. Mas o fato é que sou mais competente com as palavras que com as panelas. Por isso tenho mais escrito sobre comidas que cozinhado.
Rubem Alves in “O AMOR QUE ACENDE A LUA
– A Pipoca”
Não tinham razões para ser felizes. Mas, a despeito de tudo, tinham momentos de felicidade. Era quando começavam a falar sobre os seus sonhos. (…) Por vezes a felicidade se faz com sonhos impossíveis.
Rubem Alves in “O AMOR QUE ACENDE A LUA
– Variação sobre um Tema Antigo”
Tristeza eu tenho porque muitas das coisas que moram na minha alma não podem ser comunicadas. Por mais que eu diga e explique, quem ouve não entende.
Rubem Alves in “O AMOR QUE ACENDE A LUA
– Três causos”
Parafraseio o Alberto Caeiro: “Não é bastante ter ouvidos para se ouvir o que é dito. É preciso também que haja silêncio dentro da alma.”
Rubem Alves in “O AMOR QUE ACENDE A LUA
- Escutatória” (para o certas coisas)
Nós, os humanos, temos essa horrível e maravilhosa capacidade de sofrer pelo que não existe. Somos neuróticos.
Rubem Alves in “O AMOR QUE ACENDE A LUA
– Dor-de-Idéia”
Depois do sábado, tendo começado o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro. E eis que sobreveio um grande terremoto, pois um anjo do Senhor desceu dos céus e, chegando ao sepulcro, rolou a pedra da entrada e assentou-se sobre ela. Sua aparência era como um relâmpago, e suas vestes eram brancas como a neve. Os guardas tremeram de medo e ficaram como mortos. Mateus 28:1-4 (NVI)
Como as coisas mudaram desde a sexta feira. A crucificação foi marcada pela escuridão repentina, pelos anjos em silêncio e os soldados que caçoavam. No túmulo vazio os soldados estão dormindo, um anjo fala e a luz irrompe como o Vesúvio (vulcão da Itália). Diz-se que aquele que estava morto está vivo, e os soldados, que estão vivos, parecem mortos. A mulher percebe que alguma coisa está acontecendo. O que eles não sabem é que Alguém está acontecendo. Então o anjo lhes informa: “Não tenhais medo; pois eu sei que buscai a Jesus, que foi crucifica-do. Ele não está aqui, porque já ressuscitou, como tinha dito. Vinde e vede o lugar onde o Senhor jazia” (vv. 5,6).
Palavras assim mexem com você. Elas fazem com que você ou deixe o aeroporto, ou entre no avião. Se as palavras forem falsas, o corpo de Jesus estaria como o de John Brown; um monte de pó num túmulo emprestado. Se forem falsas, então não há nada de novo. Um túmulo ocupado no domingo tira o que há de bom na sexta-feira.
Entretanto, se elas foram verdadeiras — se a rocha foi removida e o Senhor está vivo —, então pegue o violão e calce os seus sapatos de festas de casamanto. O céu desligou a energia do túmulo e não há nada a temer. A morte está desativada. Suba a bordo e deixe que um piloto que você nunca viu antes e uma força que você não entende o levem para casa.
Podemos confiar na proclamação? O convite do anjo é: “Vinde e vede…”
O túmulo vazio nunca resiste à investigação honesta. Uma lobotomia não é um pré-requisito do discipulado. Seguir a Cristo exige fé, mas não uma fé cega. “Vinde e vede”, diz o anjo. Vamos?
Dê uma olhada no túmulo vazio. Você sabia que os oponentes de Cristo nunca discutiram nem desafiaram o fato de o túmulo estar vazio? Nenhum fariseu ou soldado romano levou um exército de volta ao túmulo e declarou: “O anjo estava enganado. O corpo está aqui. Foi apenas um rumor”.
Eles o fariam, se pudessem. Dentro de algumas semanas os discípulos ocupavam cada esquina de Jerusalém, anunciando um Cristo ressurrecto. Havia maneira mais rápida, para os inimigos da igreja, de calar os discípulos do que produzir um corpo frio e sem vida? Se mostrassem o cadáver, o cristianismo teria nascido morto. Porém, eles não tinham um cadáver para mostrar.
** do capítulo 21, “Lugares Incríveis” do livro “O Salvador Mora ao Lado” de Max Lucado) Editora CPAD, Copyright 2004.
. Eu, com a camisa do Fogão, para gozar os Flamenguistas
Hoje, reunimos uma parte da família ali em Todos os Santos, e nos confraternizamos com nosso primos, sobrinhos, tios, tias e a festa foi muito bacana! Houve louvores, comunhão, almoço delicioso,recordação de passagens de nossa família e muita bagunça boa!!
Muitos não teem esse privilégio de reunir a família para um almoço e por conseguinte cantar, pular, brincar,rir das novidades dos outros, um momento de relax total e pura confraternização.
Alguns parentes de Belo Horizonte estavam juntos e a farra foi muito boa!! Em julho, se Deus quizer tem mais: 97 anos da nossa vovó Zizi.
Eu, Renato,Sheylinha, Rafael somos Botafoguenses e cantávamos músicas do Fogão e os Flamenguistas rebatiam, mas no fundo o carinho e amor dos primos fez a festa. O primo Lenilson distribuiu bombons e sorvete e foi uma delícia a nossa comunhão. Confiram as fotos da festa:
Lair Ribeiro (1945) é um médico e escritor brasileiro.”
“A vida é um eco. Se você não gosta do que está recebendo observe o que está emitindo.” Lair Ribeiro.
A vida é um eco. Se você emite coisas boas, com certeza vai receber coisas boas também. Essa frase é super interessante, parem e reflitam na importancia de semear coisas boas.
Existem pessoas que, só querem receber, só querem o venha a nós: O vosso reino neca!
Recebem carinho, amizade, elogios, reconhecimento e nada!! Esquecem que palavras como: obrigado, valeu, gostei, conte comigo, estou a disposição, estamos juntos, fazem muito bem a alma.