Compartilhando as Letras » 2011 » julho
5
jul
Amigo é tudo de bom!


Amigo é coisa pra se guardar do lado esquerdo do peito…. Muitas das vezes, eu vivi esssa situação de , guardar a minha dor e, ir cuidar de um(a ) amigo(a) que sofria. . Muitos amigos fizeram isso comigo também, deixaram seus problemas e, vieram cuidar de mim. Esse suporte é que nos mantém!! Essa troca, esse compartilhar é que nos edifica, fortifica e nos faz viver. Aos amigos queridos: Obrigadaa!


Caio Fernando Loureiro de Abreu
(Santiago, 12 de setembro de 1948 — Porto Alegre, 25 de fevereiro de 1996) foi um jornalista, dramaturgo e escritor brasileiro.

“Um amigo me chamou para ajudá-lo a cuidar da dor dele. Guardei a aminha no bolso. E fui.” Caio Fernando Abreu

Fonte da Imagem: Frases Ilustradas

3
jul
“Quando não estás aqui…


Renato Russo, brasileiro (1960-1996) foi um cantor, compositor e líder do Grupo Legião Urbana.

“Quando não estás aqui…sinto falta de mim mesmo.” Da canção Sete Cidades. Renato Russo.

Fonte da Imagem: Frases Ilustradas do criativo amigo Céo Pontual.

2
jul
Sábado é Dia de Poesia




Madona-di-Campiglio

Sardegna

Sou um mestre na arte de falar em silêncio. Toda a minha vida falei calando-me e vivi em mim mesmo tragédias inteiras sem pronunciar uma palavra. (Fiódor Dostoiévski)

Venha quando quiser, ligue, chame, escreva – tem espaço na casa e no coração, só não se perca de mim.” Caio Fernando Abreu


Pisa-

déjà vu

queria me apaixonar de novo
e mais uma vez por você
nada diferente de tudo que já tive
nem de mais ou de menos, mas exato
como nosso tempo no espaço
como os abraços que nunca se desfizeram
e os beijos não terminados
é tanto passado nesse presente
indiferente, se não fizer futuro.

(Cáh Morandi)


Roma

Dizes que me amas de uma tal forma,
que não consigo deixar de corar;
que me amas de um modo primitivo,
sem razão aparente e sem desculpas
e que me amas porque me desejas,
porque sabes que eu também te amo
e como o monstro deste amor nos devora
a alma, a paciência e as maneiras.
É uma pena que todas estas coisas
morram em nós afogadas de silêncio.
,
Amalia Bautista

Visitem o site de Cáh Morandi

Imagens: Curiosando do genial Rodrigo Piva

1
jul
O mundo não é maternal…


Ao me deparar com um texto como este, fico pensando naquelas crianças que, teem mãe,mas , são completamente largadas. Existem mães que ao serem chamadas na Escola para tomarem conhecimento da vida escolar do filho, nós percebemos que a criança não poderia ser diferente do que é, ou até que ela faz milagres, pois as mães são completamente sem noção. Temos visto crianças que, se vestem sozinhas, levam os menores para a creche ou Jardim, tomam a frente da casa, pois as mães, não estão nem aí!!!

 

Sem ela, ficamos órfãos de tudo, já que o mundo lá fora não é nem um pouco maternal conosco

Bons tempos aqueles que as mães cuidavam,zelavam,norteavam e estavam presente na vida do filho. Muitos alegam que trabalham fora. Outras, não sabem ou não querem saber o que se passa no cotididiano dos filhos. A verdade é que a família está largando o filho para a Escola criar e educar. O que temos visto desse quadro?? Filhos sem limites, criados ao Deus dará, um dia na casa da avó, outro na casa da tia, outro dia na casa do pai, outros socorridos por vizinhos e assim vai….

Leiam esse gostoso texto da Marta Medeiros e reflitam na realidade de muitas crianças hoje em dia.

 

 

O MUNDO NÃO É MATERNAL…
.
É bom ter mãe quando se é criança, e também quando se é adulto. Quando se é adolescente a gente pensa que viveria melhor sem ela, mas é erro de cálculo. Mãe é bom em qualquer idade. Sem ela, ficamos órfãos de tudo, já que o mundo lá fora não é nem um pouco maternal conosco.
O mundo não se importa se estamos desagasalhados e passamos fome. Não liga se virarmos a noite na rua, não dá a mínima se estamos acompanhados por maus elementos. O mundo quer defender o seu, não o nosso.
O mundo quer que a gente fique horas no telefone, torrando dinheiro. Quer que a gente case logo e compre um apartamento que vai nos deixar endividados por vinte anos. O mundo quer que a gente ande na moda, que a gente troque de carro, que a gente tenha boa aparência e estoure o cartão de crédito. Mãe também quer que a gente tenha boa aparência, mas está mais preocupada com o nosso banho, com os nossos dentes e nossos ouvidos, com a nossa limpeza interna: não quer que a gente se drogue, que a gente fume, que a gente beba.
O mundo nos olha superficialmente. Não consegue enxergar através. Não detecta nossa tristeza, nosso queixo que treme, nosso abatimento. O mundo quer que sejamos lindos, sarados e vitoriosos para enfeitar a ele próprio, como se fôssemos objetos de decoração do planeta. O mundo não tira nossa febre, não penteia nosso cabelo, não oferece um pedaço de bolo feito em casa.
O mundo quer nosso voto, mas não quer atender nossas necessidades. O mundo, quando não concorda com a gente, nos pune, nos rotula, nos exclui. O mundo não tem doçura, não tem paciência, não pára para nos ouvir. O mundo pergunta quantos eletrodomésticos temos em casa e qual é o nosso grau de instrução, mas não sabe nada dos nossos medos de infância, das nossas notas no colégio, de como foi duro arranjar o primeiro emprego. Para o mundo, quem menos corre, voa. Quem não se comunica se trumbica. Quem com ferro fere com ferro será ferido. O mundo não quer saber de indivíduos, e sim, de slogans e estatísticas.
Mãe é de outro mundo. É emocionalmente incorreta, exclusivista, parcial, metida, brigona, insistente, dramática, chega a ser até corruptível se oferecermos em troca alguma atenção. Sofre no lugar da gente, se preocupa com detalhes e tenta adivinhar todas as nossas vontades, enquanto o mundo propriamente dito exige eficiência máxima, seleciona os mais bem-dotados e cobra caro pelo seu tempo. Mãe é de graça.
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Martha Medeiros

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