Compartilhando as Letras » 2012 » janeiro
31
jan
Sarah Sheeva, filha de Baby e Pepeu Gomes, hoje Pastora, comanda culto só para mulheres e dá aconselhamentos sentimentais


Sarah Sheeva, filha de Baby Consuelo e Pepeu Gomes, se converteu e agora se autodenomina missionária e pastora. Ela comanda no Rio, em um clube em Copacabana, o “Culto das Princesas”, para jovens solteiras e casadas, e dá aconselhamentos sentimentais.

Em seu testemunho, ela conta quando se converteu e diz que durante dez anos sua família viveu sob influência de demônios. “O desejo deles, era que nós (ela e a mãe) fôssemos duas bruxas. E eu fui inicada já garota nas experiências sobrenaturais.”

Em seu canal no YouTube, onde ela posta vídeos de suas pregações, ela informa que ministra Congressos de Santificação onde são abordados os seguintes temas: sexo, imoralidade, pureza sexual e santidade.

“Os Congressos de Santificação nível I e II são indicados para toda a Igreja. Durante a ministração do Nível I, Sarah Sheeva também compartilha com a Igreja o seu Testemunho de transformação de vida”,

escreveu em sua página.

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Fonte: O Dia Online

30
jan
Deus tudo pode!



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Quando o sonho se desfaz,
Deus reconstrói.
Quando se acaba as forças,
Deus renova.
Quando é inevitável conter as lágrimas,
Deus dá alegria.
Quando não há mais amor,
Deus o faz renascer.
Quando parece ser o final,
Deus dá novo começo.
Quando a aflição quer persistir,
Deus nos envolve com a paz.
Quando a doença assola,
Deus é quem cura.
Quando faltam as palavras,
Deus sabe o que queremos dizer.
Quando você diz não vou conseguir,
Deus diz não temas pois estou contigo.
Quando difícil se torna o caminhar,
Deus nos carrega no seu colo.
Deus tudo pode!

Autor: desconhecido

27
jan
Entendimento Perfeito


Entendimento Perfeito

Sentaram-se no banco e se calaram, tentando entender o silêncio. As palavras tinham um sentido além delas mesmas. O silêncio seria, sempre, o único meio de entendimento perfeito.

Fernando Sabino in “0 Encontro Marcado”

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Fonte da Imagem: Curiosando fotos divertidas

27
jan
Livros que viraram filmes e ganharam Oscar- 2ª parte


Abaixo tem uma listinha dos filmes que ganharam Oscar e foram adaptados de livros, tiradas do “O Livreiro”:

“O Discurso do Rei” (“The King’s Speech”) - Baseado no romance “O Discurso do Rei – Como um Homem Salvou a Monarquia Britânica”, de Mark Logue e tem direção de Tom Hooper. Foi o vencedor dos Oscar na categoria melhor diretor, ator para Colin Firth, melhor filme e roteiro original em 2011.
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• “Quem quer ser um Milionário?” (“Who wants to be a millionaire?”) – O grande vencedor do Oscar de 2009, do diretor Danny Boyle, é baseado no romance “Sua Resposta Vale um Bilhão” (Companhia das Letras), de Vikas Swarup. Além do Oscar de Melhor Filme, o filme conquistou também a estatueta por Melhor Roteiro Adaptado.
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• “Uma Mente Brilhante” (“A Beautiful Mind”) – O filme de Ron Howard sobre a vida do matemático John Forbes Nash, interpretado por Russel Crowe, baseia-se na biografia do matemático escrita pela autora Sylvia Nassar. Ganhou o Oscar de Melhor Filme e ainda as estatuetas por Melhor Atriz Coadjuvante (Jennifer Connelly), Melhor Diretor e Melhor Roteiro Adaptado.

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• “O Pianista” (“The Pianist”) – O filme de Roman Polanski, vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Adaptado em 2003, é baseado na autobiografia homônima escrita pelo músico polonês W?adys?aw Szpilman. Ganhou outras duas estatuetas neste ano: por Melhor Ator (Adrien Brody) e Melhor Diretor.

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• “Menina de Ouro”
(“Million Dollar Baby”) – Dirigido por Clint Eastwood, o filme levou a estatueta de Melhor Filme em 2005, assim como a de Melhor Ator Coadjuvante (Morgan Freeman), Melhor Atriz (Hillary Swank), Melhor Direção. Foi indicado à categoria Melhor Roteiro Adaptado, na qual perdeu para “Entre umas e outras”, de Alexander Payne. O roteiro de “Menina de Ouro” foi escrito por Paul Haggis a partir de contos de F.X. Tolle, pseudônimo de Jerry Boyd – que era um treinador de boxe, e publicou o livro com os contos que inspiraram Eastwood quando já tinha 70 anos. Durante 40 anos, Boyd teve suas histórias rejeitadas por diversas editoras. O autor morreu sem conhecer a glória, em 2004, um ano antes da estreia do filme. O livro “Menina de Ouro” destaca-se pela equipe de tradutores envolvidos em transpor a obra para o português, formada por pesos-pesados: Rubem Fonseca, Carlos Heitor Cony, Moacyr Scliar, Marçal Aquino, Luiz Fernando Emediato e Sérgio Dávila.

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• “Memórias de uma gueixa”
(“Memoirs of a Geisha”) – O filme, dirigido por Rob Marshall, ganhou os Oscars de Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte e Melhor Figurino em 2006. É uma adaptação do best seller “Memoirs of a Geisha”, de Arthun Golden. O tema é a cultura japonesa.

26
jan
Fragmento do livro Mal Secreto


Subíamos de trem a Serra do Mar, quando o assunto entrou em nossa conversa não sei por onde. O que entrava por ali, pelas frestas, era o ar puro, quase gelado, enquanto pelo vidro passavam pedaços de um paraíso ecológico a quase 600 metros de altura. Em duas horas de lenta e prazerosa viagem, iríamos ser apresentados, ainda que de passagem, a todas as espécies da flora da Mata Atlântica. Na lembrança ficaram especialmente as bromélias. Havia de todos os tipos, em variadas gradações de verde e até coloridas. Vistas da janela, era como se tivessem sido organizadas em arranjos por algum decorador caprichoso (…)

(…)Há um ponto na terra em que o trem faz uma parada para se tirar fotografias e “ver a vista”. O antropólogo Darcy Ribeiro devia estar pensando nesse lugar- ele morreu sem que eu pudesse confirmar- quando escreveu que a beleza de Angra, observada “desde a montanha , debaixo da floresta” é infinita e incomparável: quem a viu uma vez guarda sempre no peito como seu instantemaior de percepção e êxtase da beleza do mundo.(…)

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Trecho do livro Mal secreto-inveja-de Zuenir ventura- Editora Objetiva- 1998

Esse livro faz parte do Projeto da Prefeitura: Rio.Uma cidade de Leitores, promovido pela Secretaria Municipal de Educação da cidade do Rio de Janeiro.

25
jan
Lindo para olhar e Refletir


Ver e Enxergar

“Quando vejo os ipês floridos, sinto-me como Moisés diante da sarça ardente: ali está uma epifania do sagrado. Mas uma mulher que vivia perto da minha casa decretou a morte de um ipê que florescia a frente de sua casa, porque ele sujava o chão, dava muito trabalho para a sua vassoura. Seus olhos não viam a beleza. Só viam o lixo. Há muitas pessoas de visão perfeita que nada vêem. Não é bastante não ser cego para ver as árvores e as flores. Não basta abrir a janela para ver os campos e os rios, escreveu Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa. O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido.”

Rubem Alves

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