20
abr
2013
Recordando postagens antigas do Compartilhando as Letras


Essas fotos que colocarei aqui agora, faziam parte dos posts que foram perdidos. Muito post bonito e que nos tocavam diretamente no coração.Claro, que não vai dar para eu colocar tudo direitinho como era antes, porque também, a cabeça da gente não se lembra de tudo. Coloco aqui algumas fotos e, alguns pensamentos que, outrora,foram publicados, para vocês sentirem o gostinho e verem como perdemos muita coisa boa. Observem:

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Às vezes a gente se pergunta sobre o segredo da alegria.
É nos sonhos que ela mora.
Alegria é quando o sonho se realiza.
Como quando se espera pelo regresso da pessoa amada.
Antes é a saudade, o vazio.
Depois, o abraço, a alegria.
Quem não sonha não pode ter alegria.
Rubem Alves – Presente – pag. 53.

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“Hoje não há razões para otimismo. Hoje só é possível ter esperança. Esperança é o oposto do otimismo. “Otimismo é quando, sendo primavera do lado de fora, nasce a primavera do lado de dentro. Esperança é quando, sendo seca absoluta do lado de fora, continuam as fontes a borbulhar dentro do coração.” Camus sabia o que era esperança. Suas palavras: “E no meio do inverno eu descobri que dentro de mim havia um verão invencível…” Otimismo é alegria “por causa de”: coisa humana, natural. Esperança é alegria “a despeito de”: coisa divina. O otimismo tem suas raízes no tempo. A esperança tem suas raízes na eternidade. O otimismo se alimenta de grandes coisas. Sem elas, ele morre. A esperança se alimenta de pequenas coisas. Nas pequenas coisas ela floresce…”
(Rubem Alves)

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“A rosa não tem “porquês”. Ela floresce porque floresce.”
Drummond repetiu a mesma coisa no seu poema As Sem-Razões do Amor. É possível que ele tenha se inspirado nestes versos mesmo sem nunca os ter lido, pois as coisas do amor circulam com o vento.
“Eu te amo porque te amo…” – sem razões… “Não precisas ser amante, e nem sempre sabes sê-lo.” Meu amor independe do que me fazes. Não cresce do que me dás. Se fosse assim ele flutuaria ao sabor dos teus gestos. Teria razões e explicações. Se um dia teus gestos de amante me faltassem, ele morreria como a flor arrancada da terra.
“Amor é estado de graça e com amor não se paga.”
Nada mais falso do que o ditado popular que afirma que “amor com amor se paga”. O amor não é regido pela lógica das trocas comerciais. Nada te devo. Nada me deves. Como a rosa que floresce porque floresce, eu te amo porque te amo. (…) Rubem Alves

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