Esse Blog, vai fazer aniversário dia 15 de fevereiro, e eu queria agradecer as pessoas que passam por aqui, que divulgam,compartilham e me incentivam. A amizade e o carinho de vocês, me motivaram a manter o Compartilhando as Letras durante esses 4 anos . Escolhi essa música da Eyshila, pois acredito na amizade, creio que ela é a chave para uma vida feliz . Leia essa letra, ouçam essa música e, se encantem também:
Impossível de Esquecer
Eyshila
Amigo é muito mais
Do que alguém pra conversar
Alguém pra abraçar.
Amigo é uma benção
Que vem do coração de Deus
Pra gente cuidar.
É assim que você é pra mim
Como uma pérola
Que eu mergulhei pra encontrar
É assim que você é pra mim
Um tesouro que pra sempre eu vou guardar.
Amiga, eu nunca vou desistir de você
E pela a tua vida eu vou interceder
Mesmo que eu esteja longe
Meu amor vai te encontrar
Porque você é impossível de esquecer.
Eu acredito em você
Eu acredito nos sonhos
De Deus pra tua vida, amiga
Eu oro por você
Porque a tua vitória também é minha.
Meu amor independe do que me fazes.
Não cresce do que me dás.
Se fosse assim ele flutuaria ao sabor dos teus gestos.
Teria razões e explicações.
Se um dia teus gestos de amante me faltassem,
ele morreria como a flor arrancada da Terra. Rubem Alves
Ao final de nossas longas andanças, chegamos finalmente ao lugar.E o vemos então pela primeira vez. Para isso caminhamos a vida inteira: para chegar ao lugar de onde partimos.E, quando chegamos, é surpresa.È como se nunca o tivéssemos visto. Agora, ao final de nossas andanças, nossos olhos são outros, olhos de velhice, de saudade.
Rubem Alves
Eu quero desaprender para aprender de novo.
Raspar as tintas com que me pintaram.
Desencaixotar emoções, recuperar meus sentidos.”
Rubem Alves
Ao fotografar em p&b o fotógrafo precisa de muito mais técnica para passar a mensagem, já que não conta com a ajuda das cores. Eis aqui uma belíssima galeria de imagens em Preto e Branco.
Quando o sonho se desfaz,
Deus reconstrói.
Quando se acaba as forças,
Deus renova.
Quando é inevitável conter as lágrimas,
Deus dá alegria.
Quando não há mais amor,
Deus o faz renascer.
Quando parece ser o final,
Deus dá novo começo.
Quando a aflição quer persistir,
Deus nos envolve com a paz.
Quando a doença assola,
Deus é quem cura.
Quando faltam as palavras,
Deus sabe o que queremos dizer.
Quando você diz não vou conseguir,
Deus diz não temas pois estou contigo.
Quando difícil se torna o caminhar,
Deus nos carrega no seu colo.
Deus tudo pode!
Subíamos de trem a Serra do Mar, quando o assunto entrou em nossa conversa não sei por onde. O que entrava por ali, pelas frestas, era o ar puro, quase gelado, enquanto pelo vidro passavam pedaços de um paraíso ecológico a quase 600 metros de altura. Em duas horas de lenta e prazerosa viagem, iríamos ser apresentados, ainda que de passagem, a todas as espécies da flora da Mata Atlântica. Na lembrança ficaram especialmente as bromélias. Havia de todos os tipos, em variadas gradações de verde e até coloridas. Vistas da janela, era como se tivessem sido organizadas em arranjos por algum decorador caprichoso (…)
(…)Há um ponto na terra em que o trem faz uma parada para se tirar fotografias e “ver a vista”. O antropólogo Darcy Ribeiro devia estar pensando nesse lugar- ele morreu sem que eu pudesse confirmar- quando escreveu que a beleza de Angra, observada “desde a montanha , debaixo da floresta” é infinita e incomparável: quem a viu uma vez guarda sempre no peito como seu instantemaior de percepção e êxtase da beleza do mundo.(…)
.
.
Trecho do livro Mal secreto-inveja-de Zuenir ventura- Editora Objetiva- 1998
Esse livro faz parte do Projeto da Prefeitura: Rio.Uma cidade de Leitores, promovido pela Secretaria Municipal de Educação da cidade do Rio de Janeiro.
“Quando vejo os ipês floridos, sinto-me como Moisés diante da sarça ardente: ali está uma epifania do sagrado. Mas uma mulher que vivia perto da minha casa decretou a morte de um ipê que florescia a frente de sua casa, porque ele sujava o chão, dava muito trabalho para a sua vassoura. Seus olhos não viam a beleza. Só viam o lixo. Há muitas pessoas de visão perfeita que nada vêem. Não é bastante não ser cego para ver as árvores e as flores. Não basta abrir a janela para ver os campos e os rios, escreveu Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa. O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido.”