27
fev
2013
Como parar de amar alguém?


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O amor é lindo, só que nem sempre. Não sei se existe um estudo científico sobre isso, mas algumas pessoas concordariam que parecem existir mais amores não correspondidos do que finais felizes no mundo.
Em vez de intimidade, parceria e carinho, o que nos resta é rejeição e sofrimento. O que fazer nesses momentos?
Embora não exista nenhuma cura rápida para coração partido, especialistas dizem que é possível se “desapaixonar”. Confira as melhores maneiras de parar de amar alguém:

Largando o vício
Você pode sentir que o amor é algo além de seu controle, mas pesquisas psicológicas mostram que há, na verdade, formas de domar esse sentimento selvagem. A antropóloga Helen Fisher, da Universidade Rutgers (EUA), por exemplo, trabalhou com neurocientistas para produzir imagens do cérebro das pessoas enquanto elas estão apaixonadas, e descobriu que os sentimentos de amor intenso ativam a uma região do cérebro (núcleo accumbens) associada com recompensas e vícios.
Ou seja, o amor ativa as partes do nosso cérebro que também são ativadas no cérebro de viciados em cocaína e cigarro quando eles antecipam a sensação de se drogar ou fumar. Por conta disso, Fisher recomenda tratar seu amor do jeito que você trataria um vício: jogando fora cartões e cartas, ou escondendo-os em um armário. “Se você está tentando parar de ingerir álcool, você não deixa uísque em sua mesa”, explica. Idealmente, você quer parar de pensar na pessoa totalmente, então precisa se livrar de objetos que a lembrem.
Também é necessário não procurar seu ex, seja na internet ou na vida real, permanecendo o mais distante possível.

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Mudando de pensamento

É fácil jogar suas memórias em uma caixa e tentar não abri-la. Evitar de pensar na pessoa, entretanto, é bem mais difícil.
Porém, segundo o psicólogo Robert Sternberg, da Universidade Estadual de Oklahoma (EUA) e autor de “A Teoria Triangular do Amor”, existem algumas coisas que você pode fazer para tornar a tarefa mais acessível.
Uma delas é refletir sobre o fato de que relações nunca podem funcionar a menos que ambas as pessoas estejam dispostas a fazê-las funcionar. Ou seja, você e a pessoa que você quer esquecer nunca teriam dado certo.
Outra coisa superimportante é manter-se ocupado. Não se dê tempo de pensar na pessoa: vá fazer algo melhor do seu dia. Estude, leia, saia, conheça outras pessoas, etc.
Encontrar alguém também ajuda a evitar que você pense no seu amor antigo. No entanto, Sternberg alerta para o risco de que parceiros transitórios geralmente não acabam sendo parceiros permanentes (aquelas pessoas que você conhece entre um relacionamento e outro).
Por fim, caso se veja pensando sobre a pessoa, seja rápido em enfatizar suas características negativas. Assim, você deve perceber, a longo prazo, que teve sorte em ter saído desse relacionamento.
Se nada disso adiantar, aguarde pela “pílula do desamor”…
O psiquiatria Thomas Lewis, da Universidade de São Francisco (EUA) e coautor do livro “Uma Teoria Geral do Amor”, suspeita que não há nada que uma pessoa possa fazer para se “desapaixonar” por alguém, da mesma forma que não há nada que uma pessoa bêbada possa fazer para ficar sóbria.
“Apaixonar-se é um estado semelhante de intoxicação, e é bem possível demonstrar, em estudos de neuroimagem, que áreas do cérebro que controlam julgamento crítico e processam emoções negativas são suprimidas durante o estado da paixão. Assim, em geral, nenhuma quantidade de raciocínio, e nenhuma quantidade de evidências sobre quão nociva a outra pessoa realmente é acabam penetrando na cabeça de alguém que está apaixonado”, sugere.
Basta pensar na famosa frase “O amor é cego” para saber que Lewis está certo. Mas nem tudo está perdido.
“Eu disse que não há nada que a pessoa possa fazer, por si só, para parar de amar. Mas acho que é possível que medicamentos modernos que alteram neurotransmissores, inclusive alguns que provavelmente não foram inventados ainda, possam interromper o estado de se apaixonar”, opina.
Lewis cita a recente descoberta de uma molécula (dihydromyricetin, em inglês) que, quando administrada, impede ratos de ficarem intoxicados quando bebem álcool. Eles podem beber o quanto quiserem, mas praticamente nada acontece a sua função cerebral (embora algo possa acontecer a seus fígados).
“Se é possível evitar que o álcool seja inebriante, então eu suspeito que é, pelo menos teoricamente possível, impedir que o amor seja inebriante, embora também suspeite que o amor possa ser mais complexo do que a embriaguez habitual”, diz.
Ou seja, o amor poderia exigir mais ajustes em neurotransmissores, além de alterações nos sistemas de dopamina, opioide endógeno e ocitocina.
Pode ser interessante pensar em uma “pílula” para se desapaixonar, mas essa solução certamente está no futuro – se é que vai chegar ao mercado um dia.
…ou aposte na única cura confiável: o tempo
Por menos romântico que isso possa soar, é verdade: o amor não dura. Cada um dos especialistas que opinou neste artigo notou que raramente param para pensar em como se “desapaixonar”. Em vez disso, eles geralmente se perguntam como duas pessoas podem permanecer apaixonadas ao longo do tempo.
Esta é uma boa notícia para os que querem afastar a sensação dolorosa da rejeição. Geralmente, a intensidade apaixonada do amor não dura. Claro, pode se aprofundar em um relacionamento duradouro ou casamento, mas nunca vai permanecer tão intensa quanto é durante o começo da relação.
Fisher explica que há verdade no velho ditado de que o tempo cura, mesmo em um nível neurológico. Ela e sua equipe descobriram que as pessoas que haviam sido rejeitadas mostravam atividade reduzida ao longo do tempo no paládio vental, uma área do cérebro associada com sentimentos de apego.
Para ajudar o seu cérebro com esse “desapego”, faça bastante exercício físico para liberar hormônios como a dopamina. E abrace muito seus amigos: o toque é uma maneira de circular ocitocina em seu sistema, hormônio que poderia ajudá-lo a se sentir mais calmo.
“Para melhor ou para pior, a fase apaixonada não dura para sempre, não importa se queremos isso ou não. Portanto, se você se vê preso ao fardo de estar apaixonado pela pessoa errada, pode encontrar algum consolo no fato de que, algum dia no futuro relativamente próximo, você estará livre”, comenta Lewis.[io9]

Fonte do texto e imagem: Hypescience







25
fev
2013
Afinal, o casamento é bíblico ou só convenção humana??


Com a desvalorização do casamento em nossa cultura, junto com a relativização dos valores morais e a tendência contra tudo aquilo que é estabelecido, muitos cristãos nutrem esta ideia curiosa de que a Bíblia não ensina o casamento, o qual se resume num acordo mútuo de duas pessoas viverem juntas. Pronto, estão casadas diante de Deus.

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Com isto, não é pequeno o número de evangélicos que têm uma vida sexual ativa com o namorado/namorada.

Alguns anos passados fiquei impressionado com uma estatística publicada por uma revista evangélica após entrevistas feitas com jovens evangélicos de 22 denominações. Estes jovens, a grande maioria composta de solteiros, haviam nascido em lar evangélico e eram frequentadores regulares de igrejas. De acordo com a pesquisa, 52% deles já haviam tido sexo. Destes, cerca da metade mantinha uma vida sexual ativa com um ou mais parceiros. A idade média em que perderam a virgindade era de 14 anos para os rapazes e de 16 anos para as moças.

Essa reportagem foi publicada em setembro de 2002. Desconfio que os números são ainda mais estarrecedores se forem atualizados para 2012.

Não vou aqui gastar muito tempo defendendo o que, acredito, a maioria dos nossos leitores já sabe que é nossa posição: sexo é uma bênção a ser desfrutada somente no casamento. Namorados que praticam relações sexuais estão pecando contra a Palavra de Deus. Mesmo que não tenhamos um versículo que diga “é proibido o sexo pré-marital” (desnecessário à época em que a Bíblia foi escrita, visto que na cultura do antigo Oriente não existia namoro, noivado, ficar, etc.), é evidente que a visão bíblica do casamento é de uma instituição divina da qual o sexo é uma parte integrante e essencial.

Alguns textos que mostram que contrair matrimônio e casar era uma instituição oficial entre o povo de Deus, e o ambiente próprio para desfrutar o sexo:

“…nem contrairás matrimônio com os filhos dessas nações” (Dt 7.3).

“…Majorai de muito o dote de casamento e as dádivas, e darei o que me pedirdes; dai-me, porém, a jovem por esposa” (Gn 34.12).
“… e lhe dará uma jovem em casamento…” (Dn 11.17).

“… Respondeu-lhes Jesus: Podem, acaso, estar tristes os convidados para o casamento, enquanto o noivo está com eles?” (Mt 9.15).

“… nos dias anteriores ao dilúvio comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento” (Mt 24.38).

“… Três dias depois, houve um casamento em Caná da Galiléia, achando-se ali a mãe de Jesus. Jesus também foi convidado, com os seus discípulos, para o casamento” (Jo 2.1-2).

“… Estás livre de mulher? Não procures casamento” (1Cor 7.27).

“… Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios, pela hipocrisia dos que falam mentiras e que têm cauterizada a própria consciência, que proíbem o casamento…” (1Tim 4.1-3).

“… Se um homem casar com uma mulher, e, depois de coabitar com ela, a aborrecer, e lhe atribuir atos vergonhosos, e contra ela divulgar má fama, dizendo: Casei com esta mulher e me cheguei a ela, porém não a achei virgem…” (Dt 22.13-14)

“… qualquer que repudiar sua mulher, exceto em caso de relações sexuais ilícitas, a expõe a tornar-se adúltera; e aquele que casar com a repudiada comete adultério” (Mt 5.32).

“… Se essa é a condição do homem relativamente à sua mulher, não convém casar” (Mt 19.10).

“… Caso, porém, não se dominem, que se casem; porque é melhor casar do que viver abrasado” (1Cor 7.9).

“… Mas, se te casares, com isto não pecas; e também, se a virgem se casar, por isso não peca” (1Cor 7.28).

… A mulher está ligada enquanto vive o marido; contudo, se falecer o marido, fica livre para casar com quem quiser, mas somente no Senhor” (1Cor 7.39).

“… ao que lhe respondeu a mulher: Não tenho marido. Replicou-lhe Jesus: Bem disseste, não tenho marido; porque cinco maridos já tiveste, e esse que agora tens não é teu marido; isto disseste com verdade” (Jo 4.17-18).

“… alguém (o presbítero e/ou pastor) que seja irrepreensível, marido de uma só mulher…” (Tito 1.6).

“… quanto ao que me escrevestes, é bom que o homem não toque em mulher; mas, por causa da impureza, cada um tenha a sua própria esposa, e cada uma, o seu próprio marido.” (1Cor 7:1-2)

“… Digno de honra entre todos seja o matrimônio, bem como o leito sem mácula; porque Deus julgará os impuros e adúlteros” (Heb 13.4).

“… que cada um de vós saiba possuir o próprio corpo em santificação e honra, não com o desejo de lascívia, como os gentios que não conhecem a Deus; e que, nesta matéria, ninguém ofenda nem defraude a seu irmão; porque o Senhor, contra todas estas coisas, como antes vos avisamos e testificamos claramente, é o vingador, porquanto Deus não nos chamou para a impureza, e sim para a santificação” (1Tes 4.4-7).

Fonte: Rev. Augustus Nicodemus Lopes em O Tempora, O Mores

Fonte: Libertos do Opressor







12
fev
2013
O Amor é tudo!!!


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“O verdadeiro amor nunca se desgasta. Quanto mais se dá mais se tem.” Antoine De Saint-Exupéry.

Meu marido, me presenteou com esse vídeo, achei-o de uma grandeza enorme. O verdadeiro amor, vence todas as barreiras, até aquelas ,que nos parecem impossíveis.
Vejam com atenção e meditem na grandeza desse sentimento chamado amor. Amor é companheirismo,comprometimento,amizade,compartilhamento, envolvimento, etc…
Esse vídeo arranca lágrimas de nossos olhos por sua beleza, clareza e verdade. Emocionem-se também !

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15
jan
2013
Fazendo o casamento durar: qual o segredo?


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O Apóstolo Paulo diz que a esposa está “sujeita” a seu marido enquanto ele viver.

“Porque a mulher que está sujeita ao marido, enquanto ele viver, está-lhe ligada pela lei; mas, morto o marido, está livre da lei do marido” (Romanos 7:2)

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O princípio que podemos perceber aqui é de que alguém tem que morrer antes que o casamento acabe. Este é a visão de Deus, e frequentemente não se relaciona com a realidade do casamento nos dias de hoje. Em nossa sociedade moderna, o casamento termina em divórcio mais de 51% das vezes. Isto significa que mais da metade dos casais que fazem os votos de que

“até que a morte os separe”

não chegam a tal ponto.

Então, a pergunta se torna: o que pode o casal fazer que garanta que seu casamento será “até que a morte os separe”? A primeira e mais importante questão é a da obediência a Deus e Sua Palavra. Este é um princípio que deveria ser enfatizado na vida antes do casamento e enquanto o homem e a mulher ainda estão solteiros. Deus diz:

“Porventura andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?” (Amós 3:3)

Para o crente nascido de novo, isto significa jamais começar um relacionamento sério com alguém que também não seja crente.

“Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas?” (II Coríntios 6:14).

Se este único princípio fosse seguido, pouparia muita dor de cabeça e sofrimento mais tarde no casamento.

Outro princípio que protegerá a longevidade do casamento é o de que o esposo deve obedecer a Deus e amar, honrar e proteger sua esposa como faria com seu próprio corpo (Efésios 5:25-31). O outro lado da moeda é que a esposa deve obedecer a Deus e se submeter a seu próprio marido

“como ao SENHOR” (Efésios 5:22). O casamento entre um homem e uma mulher é uma ilustração espiritual do relacionamento entre Cristo e a igreja. Cristo deu a Si mesmo pela igreja e Ele a ama, honra e protege como Sua “noiva” (Apocalipse 19:7-9).

Quando Deus trouxe Eva a Adão no primeiro casamento, ela foi feita de sua

“carne e ossos” (Gênesis 2:31)

e se tornaram

“uma só carne” (Gênesis 2:23-24).

Este é um conceito que foi perdido em nossa sociedade moderna. Tornar-se uma só carne significa mais do que apenas uma união física. Significa um encontro de mente e alma para formar uma unidade.

O relacionamento vai muito além de atração sensual ou emocional e entra na esfera da “unidade” espiritual, que somente pode ser encontrada quando os dois se rendem a Deus e a si mesmos. Este é um relacionamento que não é feito de “eu ou meu”, mas de “nós e nosso”. Este é um dos segredos em se ter um casamento duradouro. Fazer que um casamento dure até que a morte leve um ou outro e os separe é algo que os dois devem priorizar. Solidificar o relacionamento vertical com Deus faz muita diferença em garantir que o relacionamento horizontal entre marido e esposa seja duradouro e que também glorifique ao SENHOR.

Fonte: Got Questions







7
jan
2013
A vida a dois


A vida a dois é difícil. Quando as pessoas são bem jovens, ela pode destruir a ilusão de namoro eterno, com o desgaste do dia-a-dia. E quando as pessoas resolvem passar a viver a dois depois de uma certa idade, alguns hábitos se instalaram nelas e tudo o que é novo vem perturbar isso. Daí tantos choques. Daí casamentos que não dão certo quando o namoro caminhava maravilhosamente bem.

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Quando a gente sonha, nunca sonha problemas. Provavelmente é por isso mesmo que são chamados de sonhos. Quando se trata de amor, sonha-se com namoros, momentos a dois, uma harmonia perfeita. Mas chega a vida a dois… e dona realidade entra em cena.

Ai!… dona realidade! A gente começa a ver o outro exatamente como é quando se levanta, quando se deita, quando está de mau-humor, cansado. A ilusão do perfeito vai se desfazendo aos poucos. De tanto ver o outro, não há mais espaço para a saudade. Tudo vira tão comum!…

Quando atingimos um objetivo, deixamos de lutar por ele. Não passa pela nossa cabeça que é preciso, a cada dia, conservar essa conquista. Um namorado que vira esposo esquece-se do quanto é bom namorar, esquece-se que a Cinderela está ainda bem viva no interior daquela que seu coração escolheu. Uma namorada que vira esposa esquece-se muitas vezes que precisa estar bela para o seu querido.

Cada qual consagra mais do seu tempo a outras coisas porque pensa que o que foi adquirido é definitivo. Mas não é. O amor, por mais forte que seja, se desgasta também. Viver a dois é viver a dois e não somente dormir a dois. Se cada um vai procurar satisfações em outros lados, a relação se termina.

É preciso guardar-se um pouco para o outro. É preciso conservar um pouco de mistério, não ser tão comum. É preciso continuar namorando, mesmo se os meses e anos passam. É preciso não estar distante demais para que o outro perceba que pode escolher outros caminhos, nem junto demais para que o outro não se sufoque.

É preciso muita maturidade para se viver essas situações. É preciso guardar-se de envolver as famílias nos problemas do casal.

Se você se encontra numa situação assim e precisa conversar com alguém, tenha sabedoria para escolher essa pessoa. Pais e mães, com todo o amor e respeito que devemos a eles, estão emocionalmente envolvidos demais para que possam ajudar e dificilmente não vão tomar partido, o que ao invés de ajudar, só atrapalha.

O próprio nome diz: vida a dois. Problemas a dois. Soluções a dois. Porque a felicidade ou infelicidade é a dois também.

E Deus, que é Pai dos dois, saberá dar orientação. É preciso, nesse caso, olhar para Ele, que sabe perfeitamente onde colar os pedaços e dar unidade onde nossos olhos humanos só vêm duas metades separadas e sangrando.

Autor: Letícia Thompson

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