16
dez
2012
Domingo é Dia de Poesia


Mais um ano vai embora, se fôssemos contabilizar tudo,nossa, acho que não caberia aqui. Choramos, sorrimos, lutamos,corremos pra caramba,mas vivemos, estamos vivos e é isso que vale à pena: Viver!!!!
Ontem eu estava num churrasco ,observando e analisando que somos um país feliz.Temos comida variada, comemos bem, mesmo com toda violência,vamos e voltamos e Deus tem cuidado de nós. Quando olho para os países em guerra, penso que, eles levam anos para construir uma cidade, um país e, em poucos minutos ,tudo vira poeira e entulhos. Essa é a sabedoria do homem,fazer guerra,resolver tudo na marra. Mas, deixemos esses assuntos complexos para lá e, Vamos poetar???

Mentira


Mentira

.

Aí quem me dera uma feliz mentira
Que fosse uma verdade para mim!
J. Dantas

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Tu julgas que eu não sei que tu mentes
Quando o teu doce olhar pousa no meu?
Pois julgas que eu não sei o que tu sentes?
Qual a imagem que alberga o peito meu?
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Ai, se o sei, meu amor! Em bem distingo
O bom sonho da feroz realidade…
Não palpita d´amor, um coração
Que anda vogando em ondas de saudade!
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Embora mintas bem, não te acredito;
Perpassa nos teus olhos desleais
O gelo de teu peito de granito…
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Mas finjo-me enganada, meu encanto,
Que um engano feliz vale bem mais
Que um desengano que nos custa tanto!
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Florbela Espanca







10
dez
2012
Deliciosos Fragmentos de poesia


Isso é o amor: a sensação de que você está onde deveria estar.
Fernanda Saads in “Do Seu Lado”

Porto Alegre é muito bonita, mas essas coisas não têm importância quando a gente está todo esfarrapado por dentro.
Caio Fernando Abreu in “Cartas”

“O cacto é cheio de raiva com os dedos todos retorcidos e é impossível acarinhá-lo. Ele te odeia em cada espinho espetado porque dói-lhe no corpo esse mesmo espinho cuja primeira espetada foi na sua própria grossa carne. Mas pode-se cortá-lo em pedaços e chupar-lhe a áspera seiva: leite de mãe severa.”
– Clarice Lispector in “Um sopro de vida”

O silêncio ainda é o melhor aplauso.
José Saramago in “Ensaio sobre a Cegueira”

“Antes eu dizia: ‘Escrevo porque não quero morrer’ Mas agora mudei. Escrevo para compreender o que é um ser humano.”
– José Saramago

Dos que sabem que não há tempo a perder, é preciso construir a beleza e a felicidade no mundo, por isso mesmo que no indivíduo é tudo tão frágil e precário.
Vinicius de Moraes in “Pra viver um grande amor”







2
nov
2012
10 coisas que fazem uma mulher feliz


1. Surpresa, a mulher adora ser surpreendida.

2. Carinho, para a mulher carinho é mais importante que orgasmo.

3. Atenção, gastar tempo com ela fazer-lhe pequenos favores, tem mulher que precisa contratar um marido de aluguel.

4. Emoção, fazer alguma coisa que deixe ela sem fôlego, café na cama, uma declaração de amor autentica.

5. Romance, nem sempre sexo é romance, arrotar e soltar pum não tem nada de romântico.

6. Ela quer ser desejada. Descobrir que, mesmo depois de muitos anos, ele continua atraído por ela.

7. Diálogo, de que adianta um jantar em um restaurante chique se ele come sem parar e só responde por monossílabos.

8. Gentilezas, como abrir a porta do carro, oferecer uma rosa, puxar a cadeira, as outras mulheres ficarão com inveja dela.

9. Mais do que fazer, falar, a porta do coração de uma mulher é o ouvido. Uma mulher nunca cansa de ouvir “eu te amo”.

10. Não se esqueça do presente.

Fonte: Pr. Silmar Coelho em seu site







30
out
2012
O que mais contribui para o fim do casamento?
Categorias: Amor, comportamento, família,


Se tivesse apenas uma frase para responder ao título, citaria o Salmo 127:1, onde Salomão, o homem mais sábio que já viveu, diz que

“se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam”.

Neste caso, o fracasso de uma relação teria o seu motivo centralizado na ausência de um Construtor – o Senhor. Salomão, inspirado por Deus, está querendo nos dizer que para uma casa, um lar ser solidamente edificado, é preciso convidar ao Senhor para construí-lo. E isso deve começar a acontecer já no namoro. É nesta fase que os dois devem começar a orar juntos (por mais embaraçoso que possa parecer a princípio), e partilhar de momentos devocionais a dois. Depois do casamento, se essa estrutura espiritual não for sólida o suficiente, pode rachar e ruir diante dos conflitos e problemas que abalam a toda e qualquer família durante o seu ciclo vital.

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Entre as crises naturais que geralmente abalam o relacionamento de um casal, e que constituem parte natural do ciclo vital da família, estão o próprio casamento (com a necessidade do estabelecimento de novas regras de convivência, etc.), o nascimento de um filho (ou de mais um filho), a adolescência de um ou mais filhos, a menopausa ou a controversa andropausa (com o fantasma da disfunção erétil) e a saída dos filhos de casa (esta é a conhecida síndrome do “ninho vazio”). Além dessas crises, existem outras circunstâncias, não comuns ao ciclo vital, mas que também podem afetar a vida familiar, como o desemprego de um ou dos dois cônjuges, a morte de um membro da família, crise financeira, doença grave ou incurável, o nascimento de um filho com deficiência ou a mudança de toda a família para outro lugar (pastores, militares e gerentes de banco sabem muito bem o que isso significa…). E não podemos deixar de citar as causas popularmente mais conhecidas para a separação como a famosa “incompatibilidade”, agressões físicas, a infidelidade por parte de um (ou dos dois), abuso sexual dos filhos e a “perda” do amor. Mas será que qualquer um desses motivos, diante de Deus, seria desculpa aceitável para a separação? A resposta, na maioria dos casos, deveria ser um firme não, mas em outros, precisamos reconhecer que não é fácil.

Por falar em “perda do amor”, esta causa acaba sendo uma das mais citadas simplesmente pelo fato de que todas as anteriores acabam desembocando nela. É por isso que, aparentemente contradizendo o que foi afirmado no início do texto, poderíamos dizer que o que mais contribuiria para o fim de um casamento seria então a tal perda do amor. Na verdade, o que se verifica é que o que mais contribui para a perda do amor dentro de uma relação é o fato de que hoje o verdadeiro amor não é mais conhecido nem reconhecido. À exceção de uns poucos felizardos, quase ninguém mais sabe como ele é! E, de acordo com uma das máximas da comunicação, aquilo que não é visto, não é conhecido e portanto não existe. Como poderia alguém conservar, cuidar ou até procurar um objeto que nunca tenha visto? Procurar um livro acerca do qual você nada sabe, nem mesmo a cor da capa, o assunto, ou o título, seria uma tarefa virtualmente impossível. Poderia até ser que você o encontrasse por acaso, mas não iria reconhecê-lo, e, possivelmente, sem saber o desprezaria! E, então, como pode alguém manter o amor dentro do casamento sem saber como ele é?

Bem, o amor verdadeiro, como é descrito na Bíblia, não é algo que mora com os homens. A experiência do amor verdadeiro é uma impossibilidade para um ser humano normal, que não anda com Deus. Isso que as pessoas sentem por aí pode até ser parecido com amor, mas ao fim percebe-se que tem muito mais de egoísmo que de amor. Ellen G. White, já há dois séculos, dizia que o oposto do amor não é o ódio, como muita gente pensa, mas sim o egoísmo (veja, por exemplo, Mente, Caráter e Personalidade, p. 205, 206, 562 e 606). Os relacionamentos do mundo moderno, dos filmes e das novelas, estão muito mais baseados nos sentimentos momentâneos do coração egoísta e pecaminoso do que nos altos e purosprincípios do amor, como estão explicados na Palavra de Deus. A miséria e o sofrimento que têm assolado quase que gerações inteiras, como a nossa, têm como causa certa a imitação consciente ou não desses padrões inapropriados do assim chamado “amor”. E, mesmo assim, tem muita gente aconselhando por aí: “Você tem mesmo é que seguir o seu coração!” Mas como seguir meu coração, isto é, meus sentimentos (que mudam de uma hora para a outra), se a Bíblia diz que “enganoso é o coração do homem, desesperadamente corrupto, quem o conhecerá?” (Jr 17:9). Seguir apenas os sentimentos de um coração pecaminoso, sem Deus, não é apenas loucura. É crueldade para consigo mesmo e para com os outros.

Portanto, você e eu precisamos saber que o verdadeiro amor não é um sentimento apenas, ou uma atração louca e irresistível, irracional até. Essa ideia é fruto do pecado, da mídia moralmente comprometida, das novelas e dos sonhos de uma Hollywood sem Deus. O verdadeiro amor, na verdade, é uma parte do caráter de Deus, que Ele dá a cada dia, pela manhã, para Seus filhos, quando eles O buscam em família e em particular, através do culto familiar, da oração, da meditação e da leitura da Bíblia. Esse amor não tem em vista apenas seus próprios sentimentos, direitos e necessidades, mas em primeiro lugar os sentimentos, necessidades e direitos dos outros (Filipenses 2:3 e 4). Na verdade, como diz John Powel, “amor é um compromisso incondicional com uma pessoa imperfeita”. E é verdade: sem esse amor, não existe casamento que resista. E se durar, dura apenas para matar, para maltratar e traumatizar, e para mostrar aos filhos que, pelo menos para os pais, Deus não existe!

Porque “aquele que não ama, não conhece a Deus, porque Deus é amor”!

Fonte: Pr. Marcos Faiock Bomfim em Outra Leitura







13
out
2012
Única Obrigação
Categorias: Amor


Albert Camus (Mondovi, 7 de novembro de 1913 — Villeblevin, 4 de janeiro de 1960) foi um escritor e filósofo nascido na Argélia.


“Só conheço uma obrigação: amar.” Albert Camus


** Fonte: Frases Ilustradas

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