Abaixo tem uma listinha dos filmes que ganharam Oscar e foram adaptados de livros, tiradas do “O Livreiro”:
• “O Discurso do Rei” (“The King’s Speech”) - Baseado no romance “O Discurso do Rei – Como um Homem Salvou a Monarquia Britânica”, de Mark Logue e tem direção de Tom Hooper. Foi o vencedor dos Oscar na categoria melhor diretor, ator para Colin Firth, melhor filme e roteiro original em 2011.
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• “Quem quer ser um Milionário?” (“Who wants to be a millionaire?”) – O grande vencedor do Oscar de 2009, do diretor Danny Boyle, é baseado no romance “Sua Resposta Vale um Bilhão” (Companhia das Letras), de Vikas Swarup. Além do Oscar de Melhor Filme, o filme conquistou também a estatueta por Melhor Roteiro Adaptado.
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• “Uma Mente Brilhante” (“A Beautiful Mind”) – O filme de Ron Howard sobre a vida do matemático John Forbes Nash, interpretado por Russel Crowe, baseia-se na biografia do matemático escrita pela autora Sylvia Nassar. Ganhou o Oscar de Melhor Filme e ainda as estatuetas por Melhor Atriz Coadjuvante (Jennifer Connelly), Melhor Diretor e Melhor Roteiro Adaptado.
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• “O Pianista” (“The Pianist”) – O filme de Roman Polanski, vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Adaptado em 2003, é baseado na autobiografia homônima escrita pelo músico polonês W?adys?aw Szpilman. Ganhou outras duas estatuetas neste ano: por Melhor Ator (Adrien Brody) e Melhor Diretor.
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• “Menina de Ouro” (“Million Dollar Baby”) – Dirigido por Clint Eastwood, o filme levou a estatueta de Melhor Filme em 2005, assim como a de Melhor Ator Coadjuvante (Morgan Freeman), Melhor Atriz (Hillary Swank), Melhor Direção. Foi indicado à categoria Melhor Roteiro Adaptado, na qual perdeu para “Entre umas e outras”, de Alexander Payne. O roteiro de “Menina de Ouro” foi escrito por Paul Haggis a partir de contos de F.X. Tolle, pseudônimo de Jerry Boyd – que era um treinador de boxe, e publicou o livro com os contos que inspiraram Eastwood quando já tinha 70 anos. Durante 40 anos, Boyd teve suas histórias rejeitadas por diversas editoras. O autor morreu sem conhecer a glória, em 2004, um ano antes da estreia do filme. O livro “Menina de Ouro” destaca-se pela equipe de tradutores envolvidos em transpor a obra para o português, formada por pesos-pesados: Rubem Fonseca, Carlos Heitor Cony, Moacyr Scliar, Marçal Aquino, Luiz Fernando Emediato e Sérgio Dávila.
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• “Memórias de uma gueixa” (“Memoirs of a Geisha”) – O filme, dirigido por Rob Marshall, ganhou os Oscars de Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte e Melhor Figurino em 2006. É uma adaptação do best seller “Memoirs of a Geisha”, de Arthun Golden. O tema é a cultura japonesa.
Abaixo tem uma listinha dos filmes que ganharam Oscar e foram adaptados de livros, tiradas do “O Livreiro”:
• “Regras da Vida” (“The cider house rules”) – O vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Adaptado no ano de 2000 é dirigido por Lasse Hallstrom e se baseia no romance de John Irving publicado em 1985, “The cider house blues”.
• “O Velho e o Mar” (“The Old Man and the Sea”) – De Aleksandr Petrov, o filme baseado no romance “O Velho e o Mar”, de Ernest Hemingway, ganhou em 2000 o Oscar de Melhor Curta Animado. Uma mega curiosidade sobre esse filme é que Petrov pintou a óleo e fotografou cada um dos 29 mil frames em quadros de vidro.
• “Matrix” (“The Matrix”) – Vencedor de três Oscars no ano de 2000 – Melhor Edição, Melhor Som e Melhores Efeitos Visuais -, o filme “Matrix”, de Lana e Andy Wachowski, tem seu argumento inspirado no livro “Neuromancer”, de William Gibson. Publicado pela primeira vez em 1984, “Neuromancer” é uma novela cyberpunk. O livro de ficção científica apresentou novos conceitos para a época, como inteligências artificiais avançadas e um cyberespaço quase que “físico” – conceitos que aparecem em “Matrix”.
• “O Tigre e o Dragão” (“Crouching Tiger, Hidden Dragon”) – O filme de Ang Lee é uma adaptação de um livro de Du Lu Wang. Ganhou o Oscar em 2004 nas categorias Melhor Filme Estrangeiro, Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte e Melhor Trilha Sonora.
• “Uma Mente Brilhante” (“A Beautiful Mind”) – O filme de Ron Howard sobre a vida do matemático John Forbes Nash, interpretado por Russel Crowe, baseia-se na biografia do matemático escrita pela autora Sylvia Nassar. Ganhou o Oscar de Melhor Filme e ainda as estatuetas por Melhor Atriz Coadjuvante (Jennifer Connelly), Melhor Diretor e Melhor Roteiro Adaptado.
• “O Senhor dos Anéis – A Sociedade do Anel” (“Lord of the Rings – The Fellowship of the Ring”) – Novamente, a adaptação da obra de J.R.R Tolkien conquistou algumas estatuetas da Academia. DesSa vez, ganhou nas categorias Melhor Fotografia, Melhor Maquiagem, Melhor Trilha Sonora e Melhores Efeitos Visuais. Foi também indicado na categoria Melhor Roteiro Adaptado.
• “O Pianista” (“The Pianist”) – O filme de Roman Polanski, vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Adaptado em 2003, é baseado na autobiografia homônima escrita pelo músico polonês W?adys?aw Szpilman. Ganhou outras duas estatuetas neste ano: por Melhor Ator (Adrien Brody) e Melhor Diretor.
• “O Senhor dos Anéis – As Duas Torres” (The Lord of the Rings: The Two Towers”) – Mais uma vez, a obra de Tolkien transposta para as telonas ganhou destaque no Oscar. O filme dirigido por Peter Jackson ganhou nas categorias Melhor Edição de Som e Melhores Efeitos Visuais.
• “Senhor dos Anéis – O Retorno do Rei” (“Lord of the Rings – The Returno f the King”) – Em 2004, o Oscar foi do Senhor dos Anéis, adaptação da obra de J.R.R.Tolkien para as telas. Dirigida por Peter Jackson, a obra ganhou na categoria Melhor Filme e ainda levou outras dez estatuetas, sendo vitoriosa em todas as categorias para a quais havia sido indicada: Melhor Direção de Arte, Melhor Figurino, Melhor Direção, Melhor Edição, Maquiagem, Melhor Trilha Sonora, Melhor Canção Original, Melhor Mixagem de Som, Efeitos Visuais e Melhor Roteiro Adaptado. “O Retorno do Rei” foi publicado em 1955 e é o terceiro volume da trilogia de J.R.R. Tolkien, sendo precedido pelos volumes “A Sociedade do Anel” e“As Duas Torres”, publicados em 1954.
• “Menina de Ouro” (“Million Dollar Baby”) – Dirigido por Clint Eastwood, o filme levou a estatueta de Melhor Filme em 2005, assim como a de Melhor Ator Coadjuvante (Morgan Freeman), Melhor Atriz (Hillary Swank), Melhor Direção. Foi indicado à categoria Melhor Roteiro Adaptado, na qual perdeu para “Entre umas e outras”, de Alexander Payne. O roteiro de “Menina de Ouro” foi escrito por Paul Haggis a partir de contos de F.X. Tolle, pseudônimo de Jerry Boyd – que era um treinador de boxe, e publicou o livro com os contos que inspiraram Eastwood quando já tinha 70 anos. Durante 40 anos, Boyd teve suas histórias rejeitadas por diversas editoras. O autor morreu sem conhecer a glória, em 2004, um ano antes da estreia do filme. O livro “Menina de Ouro” destaca-se pela equipe de tradutores envolvidos em transpor a obra para o português, formada por pesos-pesados: Rubem Fonseca, Carlos Heitor Cony, Moacyr Scliar, Marçal Aquino, Luiz Fernando Emediato e Sérgio Dávila.
• “Memórias de uma gueixa” (“Memoirs of a Geisha”) – O filme, dirigido por Rob Marshall, ganhou os Oscars de Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte e Melhor Figurino em 2006. É uma adaptação do best seller “Memoirs of a Geisha”, de Arthun Golden. O tema é a cultura japonesa.
• “O Segredo de Brokeback Mountain” (“Brokeback Mountain”) – De Ang Lee, o filme ganhou estatuetas em 2007 por Melhor Direção, Music (Original Score) e Melhor Roteiro Adaptado. O roteiro de “Brokeback Mountain” foi escrito por Larry McMurtry e Diana Ossana a partir do conto homônimo de Annie Proulx, escritora e jornalista franco-canadense. Inicialmente, em 1997, Annie publicou o conto que daria origem ao roteiro do filme na revista The New Yorker.
• “As Crônicas de Nárnia: o Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa” (“The Chronicles of Narnia: The Lion, the Witch and the Wardrobe”) – Baseado no livro “The Chronicles of Narnia: The Lion, the Witch and the Wardrobe”, de C. S. Lewis, o filme ganhou o Oscar na categoria Melhor Maquiagem em 2006. A série “As Crônicas de Nárnia” contém sete crônicas ao todo.
• “Uma Verdade Inconveniente” (“An Inconvenient Truth”) – O documentário de Al Gore sobre o aquecimento global levou em 2007 a estatueta pela categoria de Melhor Documentário. Você deve estar pensando que o filme foi feito a partir do livro de mesmo nome. Porém, a curiosidade é que é o contrário: Al Gore escreveu o livro depois de fazer o documentário.
• “Sangue Negro” (“There Will be blood”) – Dirigido por Paul Thomas Anderson, o filme “Sangue Negro”, adaptado do livro “Petróleo!”, de Upton Sinclair, conquistou em 2008 o Oscar na categoria Melhor Fotografia e foi indicado também na categoria Melhor Roteiro Adaptado. Daniel Day-Lewis ganhou a estatueta de Melhor Ator por seu papel no filme.
• “Onde os Fracos não têm vez” (“No country for old men”) – Com este filme, os irmãos Coen ganharam o Oscar de Melhor Filme, Direção e de Melhor Roteiro Adaptado em 2008, além de outra estatueta: Melhor Ator Coadjuvante (Javier Barden). O livro em que se basearam os irmãos Joel e Ethan Coen é homônimo ao título original do filme, “No Country for Old Men”, e foi escrito pelo consagrado escritor norte-americano Cormac McCarthy.
• “O Ultimato Bourne” (“The Bourne Ultimatum”) – O filme ganhou três estatuetas em 2008: Melhor Edição, Edição de Som e Melhor Mixagem de Som. É baseado no romance de mesmo nome escrito por Robert Ludlum, e fecha uma trilogia encabeçada por “A Identidade Bourne” (2002) e seguida pelo volume “Supremacia Bourne” (2004).
• “O Curioso Caso de Benjamin Button” (“The Curious Case of Benjamin Button”) – ganhou em três categorias: Direção de Arte, Maquiagem e Efeitos Visuais. O filme, de David Fincher e Eric Roth, é baseado num conto escrito em 1921 por F. Scott Fitzgerald.
• “Quem quer ser um Milionário?” (“Who wants to be a millionaire?”) – O grande vencedor do Oscar de 2009, do diretor Danny Boyle, é baseado no romance “Sua Resposta Vale um Bilhão” (Companhia das Letras), de Vikas Swarup. Além do Oscar de Melhor Filme, o filme conquistou também a estatueta por Melhor Roteiro Adaptado.
• “O Segredo dos Seus Olhos” (“El Secreto De Sus Ojos”) – O filme argentino ganhou o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2010. É baseado no livro “La pregunta de sus ojos”, de Eduardo Sacheri.
• “Preciosa” (“Precious”) — Baseado no romance “Push”, de Sapphire, tem roteiro de Geoffrey Fletcher. Foi o vencedor do Oscar na categoria Melhor Roteiro Adaptado em 2010.
Em 2011:
• “O Discurso do Rei” (“The King’s Speech”) – Baseado no romance “O Discurso do Rei – Como um Homem Salvou a Monarquia Britânica”, de Mark Logue e tem direção de Tom Hooper. Foi o vencedor dos Oscar na categoria melhor diretor, ator para Colin Firth, melhor filme e roteiro original em 2011.
*** Esse post maravilhoso eu retirei do Poetriz com a permissão da nossa querida Flávia Camargo. Se deliciem com essa leitura.
De acordo com o Hollywood Reporter, quatro produções diferentes estão buscando levar a vida de Elvis Presley para a tela do cinema em breve. Mas cada um aborda o tema de forma diferente. O projeto bilionário do estúdio Fox Last Train to Memphis deve ser um “filme biográfico tradicional”, mostrando desde seu nascimento até os últimos dias.
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Fame & Fortune é a adaptação do livro de memórias escrito por um ex-guarda-costas de Elvis. O roteiro de Elvis e Nixon gira em torno de um encontro entre o cantor e o ex-presidente. The Identical pretende falar exclusivamente sobre a fé do “rei do rock”.
Elvis Presley vendeu mais de um bilhão de discos em todo o mundo, mais do que qualquer outro artista na história. Ele ganhou vários discos de ouro e de platina por seus 131 álbuns e singles . Indicado 14 vezes para o prêmio Grammy, só venceu três. O que poucos sabem é que foram todas por discos com gravações de músicas evangélicas: o álbum “How Great Thou Art” [Quão grande és tu], em 1967; “He Touched Me” [Tocou-me] em 1972 e o hino “How Great Thou Art”, do disco ao vivo em Memphis, em 1974. Elvis, inclusive, passou a fazer parte do Hall of Fame da música gospel em 2001.
A trajetória de um menino pobre que sonhava com o estrelato, sua ascensão meteórica, o casamento conturbado com Priscilla Presley e a luta contra o vício em drogas que contribuíram para sua morte aos 42 anos em 1977, parece perfeita para o cinema. No entanto, as questões legais relacionadas a qualquer filme Presley são complicadas devido à batalha judicial de seus herdeiros e a empresa que hoje detém os direitos de todas as suas músicas.
Yochanan Marcellino, presidente da produtora City of Peace, diz que estão trabalhando no roteiro adaptado de uma peça de teatro sobre um imitador de Elvis. O seu diferencial o interesse de Elvis pela música gospel e as raízes religiosas de sua família.
“Elvis Presley gravou mais de 80 faixas de música gospel durante sua carreira”, escreve Peter Ramsay, autor de uma biografia sobre o músico. “As pessoas que conviveram de perto com Elvis dizem que ele não apenas gravou hinos, ele realmente amava a música gospel. Depois de alguns shows, tarde da noite, Elvis e alguns amigos gostavam de cantar clássicos da música cristã.
“Elvis começou a cantar hinos quando era criança e frequentava a igreja com sua mãe aos domingos”, escreve Ramsay. “Há muitas histórias sobre o respeito que Elvis tinha por Cristo. Uma noite, em um de seus primeiros grandes shows, fãs abriram na plateia uma enorme faixa que dizia: “Elvis é o nosso Rei!”. Elvis parou no meio de sua música e disse claramente ao microfone: “Existe apenas um rei e é Jesus Cristo.”
O projeto vai estrelar Ryan Pelton, um ator que já faz imitações de Elvis. Marcellino diz que negocia os direitos das músicas da fase gospel de Elvis e tem bons motivos para apostar nesse aspecto da vida do cantor, que poderá surpreender muita gente. Afinal, o assunto está presente em vários livros sobre a vida do “rei”.
Donnie Sumner dedicou em sua autobiografia In the Shadow of Kings, um capítulo inteiro para debater se Elvis era um cristão ou não. Sumner cantou com Elvis durante anos. Ele fazia parte do Quarteto Stamps. No capítulo 27 de seu livro, ele escreve:
“Lembro-me de uma noite, quando Elvis fez sinal para eu segui-lo. Depois de deixar minha namorada e todos os outros caras da sala, nós fomos para o seu quarto. Ele sentou na cama de costas para a cabeceira e eu fiquei deitado com a cabeça apoiada em meu braço dobrado e perguntei “O que você ‘precisa, chefe?”
Sua resposta será sempre em minha memória uma porta que me foi aberta, mas eu não soube aproveitar. Eu nunca dizia a ninguém naqueles dias que eu era um crente e a pergunta de Elvis me pegou totalmente de surpresa. Não sei se consigo lembrar de todos os detalhes corretamente, mas posso dizer-lhe o que me lembro.
“O que significa ser salvo?”, perguntou-me Elvis.
Fiquei espantado que ele pudesse fazer essa pergunta a mim e respondi: “O que é isso, chefe, porque você está me fazendo esse tipo de pergunta? Pareço um pregador? ”
“Falo sério”, insistiu ele, “Eu estava assistindo TV e eles estavam falando sobre isso. Quando falaram “salvo”…. Bem, eu sei que seu pai foi pastor e percebi que se alguém aqui saberia, seria você”.
Percebendo, que ele estava realmente tentando entender o que significa “ser salvo”, fiz uma breve tentativa de tentar explicar do modo como aprendi quando ainda era criança.
Eu disse a Elvis:
“Bem, do jeito que eu entendo, se você acreditar que Jesus veio realmente como dizem, e que Ele morreu pelos pecados como dizem além das outras coisas que dizem, como Ele ressuscitou dos mortos, voltou para o céu e virá de novo algum dia… Se você realmente acreditar em tudo isso… então você está salvo. Ser salvo é apenas uma maneira de dizer que nasceu de novo. Então, depois de pensar, disse em tom de brincadeira. “Entendeu, meu filho’?
Elvis perguntou:
“Bem, o que acontece então?”
Eu estava realmente começando a entrar nisto e lhe respondi:
“Bem, se você aceitar pela fé que tudo isso é verdade e pedir ao Espírito de Jesus que assuma o controle de sua vida, Ele vai ajudá-lo tomar as decisões certas e ser uma pessoa melhor. Também disse a ele:” Eu ouvi meu pai dizer, muitas vezes, “Se Jesus não estivesse andando comigo, acho que não conseguiria”. Então conclui minha mensagem “caipira” com o comentário: Mas a melhor parte é, quando você morrer, irá para o céu e não para o inferno! ”
O breve comentário de Elvis foi “Legal! E acrescentou:
“Às vezes a vida é um inferno! Talvez eu já esteja lá!
. Fonte: Gospel Prime com informações de Beliefnet
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Esta foto, A Pequena Mendiga, foi tirada pelo próprio Carroll, quando a menina tinha ainda 7 anos- além de escritor, ele era fotógrafo nas horas vagas.
Consta que Alice gostava muito das histórias que ele contava, e sua personalidade teria ispirado a personagem.
Alice de Tim Burton
A protagonista do filme 3D é uma versão mais velha da personagem clássica de Lewis Carroll. Prestes a casar, ela corre novamente atrás do coelho para cair mais uma vez em um buraco que a leva ao País das Maravilhas, onde as coisas estão um pouco diferentes do que eram.
Esse post que publico agora é do meu amigo competente e criativo Profº Michel. Vejam que delícia de post, super gostoso de ler:
Eu adoro filmes históricos, não apenas por ser professor de História, mas porque eles me levam a fazer uma verdadeira viagem no tempo. Obviamente, há filmes ruins, mas não estarão nesta lista. O critério para compor a lista é que o filme deve ser épico e baseado em pessoas e eventos reais. Se for ficcional, deve se preocupar em reconstruir bem o cenário histórico.
Todos os filmes são recomendadíssimos. Não deixem de assistí-los! 10- A Guerra do Fogo
Guerra do Fogo é um filme de 1981, dirigido por Jean-Jacques Annaud. Retrata um período na pré-história e dois grupos de hominídeos. O primeiro, que não fala e se comunica através de gestos e grunhidos, é pouco evoluído e não domina a técnica de produzir o fogo; o outro grupo tem comunicação e hábitos mais complexos, como a habilidade de fazer o fogo. Esses dois grupos entram em contato quando o fogo da primeira tribo é apagado em uma guerra com uma tribo de hominídeos mais primitivos, que disputam a posse do fogo e do território. Compre o filme aqui.
9- A Queda
A Queda é um filme de 2004, dirigido por Oliver Hirschbiegel. No meio de uma noite de novembro de 1942, um grupo de jovens mulheres é escoltado por oficiais das SS, através do bosque, até a “Toca do Lobo”, o QG de Hitler na Prússia Oriental. São candidatas ao cargo de secretária pessoal do Führer. Entre elas, está Traudl Junge, uma jovem de Munique, de 22 anos. Ela é escolhida para o trabalho, e a idéia de servir ao Führer pessoalmente a deixa radiante. Em abril de 1945, os russos tomam Berlim, deixando o exército alemão em pânico. Compre o filme aqui.
8- O Último Imperador
O Último Imperador é um filme de 1987, dirigido por Bernardo Bertolucci. Conta a história da vida de Aisin-Gioro Puyi, o último imperador da China Imperial. Com a vitória comunista em 1949, Puyi é entregue para a China – havia sido capturado por tropas soviéticas em 1945, considerado criminoso de guerra, ficara preso em um gulag até essa data. Através de flashes, o último imperador recorda a sua infância, e como teve de viver isolado na Cidade Proibida com a restauração da república, em 1912.
7- A Lista de Schindler
A Lista de Schindler é um filme de 1993, dirigido por Steven Spielberg. O exército polonês fracassou perante o exército alemão no início da Segunda Guerra Mundial, na Europa. Judeus que viviam na Polônia foram transferidos para guetos. Conforme isso acontece, um forasteiro chega no país, Oskar Schindler. Horrorizado com as atrocidades cometidas contra os judeus, Schindler decide usar sua fábrica para proteger o maior número possível deles. Compre o filme aqui.
6- O Nome da Rosa
O Nome da Rosa é um filme de 1986, dirigido por Jean-Jacques Annaud. À última semana de novembro de 1327, em um mosteiro da Itália medieval, a morte, em circunstâncias insólitas, de sete monges em sete dias e noites, é o motor responsável pelo desenvolvimento da ação. Um monge franciscano é chamado para solucionar o mistério e cai nas malhas de uma trama diabólica. 5- Gandhi
Gandhi é um filme de 1982, dirigido por Richard Attenborough. Retrata a vida de Mahatma Gandhi, considerado o principal líder da luta pela independência da Índia, após décadas de dominação do imperialismo inglês. O filme mostra a situação de pobreza e exploração do povo indiano e momentos marcantes de sua luta e organização, colocando em prática a política de desobediência civil. Fundamentada no princípio da ação não-violenta, é considerada por ele como a maior força a ser empregada na defesa dos direitos das pessoas. Compre o filme aqui.
4- Ivan, o Terrível
Ivan, o Terrível é um filme dirigido por Sergei Eisenstein. A primeira parte do filme foi produzida em 1944, e conta a história de Ivan IV (1530-1584), arquiduque de Moscou, que se auto-proclama Czar de Rússia e se prepara para retomar territórios russos perdidos. A segunda parte foi produzida em 1945, mas proibida por Stalin, na URSS, até 1958. Retrata o czar Ivan tentando criar um exército particular para o retorno a seu reinado, aliando-se a uma poderosa tia, que trama colocar seu próprio filho no trono. Compre o filme aqui.
3- Spartacus
Spartacus é um filme de 1960, dirigido por Stanley Kubrick. Conta a história de Espártaco, um homem que nasceu escravo. Condenado à morte por morder um guarda em uma mina na Líbia, seu destino foi mudado por um lanista (negociante e treinador de gladiadores), que o comprou para ser treinado nas artes de combate e se tornar um gladiador. Como tal, acaba liderando uma revolta de escravos, que atinge metade da Itália. Compre o filme aqui.
2- … E o Vento Levou
… E o Vento Levou é um filme de 1939, dirigido por Victor Fleming. Conta a saga de Scarlett O’Hara, filha de um imigrante irlandês que se tornou um rico fazendeiro do sul dos Estados Unidos, durante a guerra civil estadunidense.
Após ficar viúva, Scarlett vai para a cidade de Atlanta e acaba por servir aos confederados, como enfermeira, ajudando a cuidar dos feridos da chamada Guerra de Secessão. Durante esse tempo fora de casa, ela começa a sentir na pele o sofrimento, fome e pobreza. Compre o filme aqui. 1- Ben-Hur
Ben-Hur é um filme de 1959, dirigido por William Wyler. Em Jerusalém, no início do século I, vive Judah Ben-Hur, um rico mercador judeu. Mas, com o retorno de Messala, um amigo da juventude que agora é o chefe das legiões romanas na cidade, um desentendimento devido a visões políticas divergentes faz com que Messala condene Ben-Hur a viver como escravo em uma galera romana, mesmo sabendo da inocência do ex-amigo. Compre o filme aqui.
Há 80 anos veio o cinema falado. Há 70, o colorido. E agora o mundo vive uma revolução tão grande: A avalanche do 3D. Em pouco tempo, os filmes em duas dimensões vão parecer algo tão arcaico quanto o cinema mudo.
Com a pirataria a renda da indústria cinematográfica começou a cair. As companhias reagiram , tomando mais cuidado para que os filmes não vazassem antes do lançamento( evitando fazer dvds para a imprensa, por exempo) Mas a coisa só aumentou. Os filmes mais esperados de fevereiro de 2010, por exemplo, já estavam na rede, desde janeiro. Desse jeito, não tem como o público das salas não diminuir,quer dizer: não tinha, Porque Avatar, mudou essa história. Mérito do 3D, claro. Desse 3D moderno, livre de imagens borradas, e tão realista, quanto sair na rua. Ele apareceu em 2005, explodiu em 2009, e está fazendo pelo cinema, algo comparável o que a chegada dos filmes coloridos fez. Justamente nos anos 30 e 40 , levar multidões para as salas. Tanto que, 2009, foi o melhor ano para o caixa do cinema americano. O 3D virou sinônimo de dinheiro. Foi exatamente o que aconteceu quando as cores estraram. E tem outra coincidênia nessa história. As primeiras superproduções coloridas eram filme de criança, como Branca de Neve(1937) e o mágico de Oz (1939).
Com o 3D moderno não foi diferente. Praticamente todos os filmes eram infantis. Chicken Little ( o pioneiro de 2005), Era do Gelo 3 (2009), UP (2009). Mas aí veio uma novidade. Em 1939, digo. Era E o vento levou, um dos primeiros filmes coloridos para adulto. A história de Scarlet O’Hara foi responsável em fazer com que muitos marmanjos vissem cores pela primeira vez fora da vida real. Até por isso, ou principalmente por isso, ele virou o maior blockbuster do cinema clássico.
E aí veio uma novidade, agora em 2009. Era Avatar um dos primeiros filmes 3D com apelo também para adultos. A história dos Na’Vi foi responsável com que muito marmanjo visse 3 dimensões, pela primeira vez, fora da vida real. Até por isso, ou principal pelo fato de o 3D ser impirateável, ele virou o 2º filme mais rentável da história com apenas 3 semanas de exibição. Foi US$ 1,13 bilhão, contra US$ 1,8 bilhão do campeão Titanic.