28
fev
2013
Bíblia, entretenimento e novidades
Categorias: Cinema, Filme, informação


 photo noah-noah-277175536.jpg

.

Previsto para estrear em março de 2014, o novo longa-metragem de Darren Aronofsky, inspirado na história de Noé, com Russel Crowe (foto) como o construtor da arca, será o primeiro de uma nova onda de filmes bíblicos programados por Hollywood para os próximos anos.
A mídia especializada fala em dois novos longas sobre Moisés, um dirigido por Steven Spielberg, outro por Ridley Scott, além de projetos para uma produção sobre Pilatos, com Brad Pitt, e uma sobre Caim, que marcaria a estreia de Will Smith como diretor.
A Paramount está investindo US$ 125 milhões em sua “Arca de Noé”, um orçamento de grande produção. O último filme bíblico de peso saído de Hollywood foi “A Paixão de Cristo” (2004), dirigido por Mel Gibson, que rendeu mais de US$ 600 milhões em todo o mundo.
O livro sagrado tem inspirado filmes desde sempre, mas um período, em especial, é sempre lembrado. Os chamados “épicos bíblicos” sob a produção de Cecil B. DeMille, nos anos 1950, tornaram-se uma referência no gênero.
Segundo o “The Hollywood Reporter”, “Os Dez Mandamentos” (1956), com Charlton Heston, rendeu US$ 65 milhões nos EUA, o equivalente hoje a cerca de US$ 1 bilhão.
Pode soar um pouco rude, mas o interesse de Hollywood pelo assunto não difere muito do que tem por outros temas “da moda”. A Bíblia é uma fonte excelente para boas histórias dramáticas, com muita ação, intrigas, romance e, cada vez mais, efeitos especiais de impacto.
O insucesso nas bilheterias de “A Última Tentação de Cristo” (1988), de Martin Scorsese, ensina que, em matéria de filme bíblico, releituras não conservadoras devem ser evitadas pelo bem do negócio.
A indústria cinematográfica brasileira nunca deu muita bola para o filão, o que não deve ter passado despercebido para a Record, que tem feito importantes investimentos na produção de minisséries bíblicas.

 

É curioso observar que, a despeito dos progressos técnicos, a audiência das minisséries bíblicas da Record tem se mantido estável, num ótimo patamar para a emissora, em torno de 10, 11 pontos no Ibope, com reflexos muito positivos no faturamento com publicidade.
O fato de a Record ser de propriedade do bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal, acrescenta um elemento à análise. Não é possível deixar de pensar que o projeto da emissora contempla, além do entretenimento, uma função de caráter religioso. O uso do jornalismo da emissora para defender interesses da igreja, visto algumas vezes, dá motivos para que se pense isso.

Fonte: Folha







7
ago
2012
Atriz Drew Barrymore irá dirigir filme sobre o fim do mundo


A atriz Drew Barrymore fez sua estreia como diretora em 2009 com a comédia Garota Fantástica. Agora, prepara-se para dirigir seu segundo filme, um drama intitulado The End. As informações são do Hollywood Reporter.

O filme irá mostrar algumas catástrofes que tomarão conta da Terra antes de o mundo acabar. Ele será focado em vários personagens, como um DJ londrino que está determinado a crescer na carreira até seu último dia de vida, um pai que tenta encontrar a esposa e o bebê em Tóquio antes que o mundo chegue ao fim, e um jovem casal nos EUA que não consegue concordar em qual de suas famílias irão visitar antes do dia final.

Drew, que não deve estrelar no longa, também tem planos de dirigir a comédia romântica How to Be Single e de produzir o suspense Heist Society.


Fonte: Terra







4
jun
2009
História e Cinema


História e Cinema

Os filmes são ótimas fontes para o estudo de história, pois podem abordar aspectos do cotidiano em determinadas épocas, vestuário, hábitos alimentares, entre outros. A sétima arte recria cenários históricos de uma maneira épica e pode tornar o ensino mais dinâmico e interativo. Erros de gravação e curiosidade também pode despertar o interesse do aluno para os fatos abordados. Este espaço é destinado a discutir e divulgar o uso destas mídias nas aulas de História.

Como usar filmes em sala de aula

Existem várias fontes que debatem o uso pedagógico de filmes e pretendo divulgar aqui. Ao ler um artigo sobre cinema na revista Profissão Mestre, uma delas, em especial, me chamou a atenção. Trata-se das dicas extraídas do livro Luz, câmera, gestão – A arte do cinema na arte de gerir pessoas, de Myrna Silveira Brandão.

Vou postar algumas dicas do livro, adaptando para a sala de aula:

  • O filme deve ser cuidadosamente escolhido de acordo com o tema-objeto da aula. É importante levar em consideração a faixa etária dos alunos, o tempo de duração do filme e outros aspectos relacionados à situação específica do conteúdo a ser ministrado;
  • O professor deve assistir ao filme previamente e anotar os pontos e as cenas que ele, como especialista da área, e também como espectador, destacaria para trabalhar os assuntos. Esses pontos podem servir como orientação para os temas a serem trabalhados e debatidos;
  • Ao escolher o filme, é importante ler textos relativos a ele, no sentido de obter elementos adicionais sobre o tema central a ser debatido. Mesmo que um filme possa ser analisado sob vários assuntos, normalmente ele tem um enfoque maior em determinado tema;
  • Os pontos debatidos devem ser anotados e posteriormente distribuídos para todos. A anotação também será um material importante para o professor nas aulas subseqüentes ao filme.
  • Estas dicas eu utilizo em minhas aulas. Algo que também gosto de fazer é interromper trechos do filme e fazer comentários diretos sobre o tema em questão. Não é uma prática muito popular entre os alunos, mas creio ser interessante, pois muitas vezes não é possível projetar o filme todo.

    Acervo de filmes

    Vou postar um acervo de filmes que podem ser utilizados para discutir aspectos históricos em sala de aula. Eles serão divididos em História Geral e História do Brasil, com as subdivisões respectivas. A maior parte da lista foi extraída o Wikipédia e acrescida com algumas informações adicionais.

    Pré-História

    Fantasia: de 1940, produzido pelos estúdios Disney. O Rito da Primavera de Igor Stravinsky é acompanhado de uma animação sobre o surgimento da vida na terra até a extinção dos dinossauros.

    A Guerra do Fogo: de 1981, dirigido por Jean-Jacques Annaud. O filme mostra o cotidiano dos primeiros grupos humanos, representando a linguagem usada por estes homens primitivos, numa aventura em que um trio de guerreiros viaja pela savana em busca do fogo que a sua tribo perdeu e não sabe como fabricar.

    Elo Perdido: de 1988, dirigido por David Hughes. África há um milhão de anos: o último homem-macaco foge dos humanos, que mataram todos os membros do seu clã. Especulação sobre o processo de evolução biológica humana e sobre uma suposta linha evolutiva que terá sido dizimada pelo Homo Sapiens .

    A Tribo da Caverna Dos Ursos: de 1986, dirigido por Michael Chapman. O filme, baseado no romance de Jean M. Auel, conta a história da menina Ayla, interpretada por Daryl Hannah, uma Cro-Magnon que é encontrada por uma tribo de Neandertais.

    História Antiga

    Alexandre: de 2004, dirigido por Oliver Stone. Alexandre, o Grande, foi um conquistador implacável, que aos 32 anos já havia se tornado comandante do maior império do mundo. O filme narra a vida conturbada do mito, desde sua relação com os pais, reis da Macedônia, até suas lutas e conquistas militares.

    Júlio César: de 1953, dirigido por Joseph L. Mankiewicz. Baseado na peça de Shakespeare. Em Roma, César (Louis Calhern) é assassinado, pois os senadores alegam que sua ambição o transformaria em um tirano. Mas Marco Antonio (Marlon Brando) consegue reverter a situação e os conspiradores são obrigados a fugir.

    Cleópatra: de 1963, dirigido por Joseph L. Mankiewicz. Elizabeth Taylor, Richard Burton e Rex Harrison estrelam esta história de poder e traição – a vida da legendária Rainha do Nilo e sua conquista de Júlio César e Marco Antônio.

    Tróia: de 2004, dirigido por Wolfgang Petersen. Baseado nos escritos do grego Homero, Brad Pitt assume o comando de uma espada no papel do virtualmente imbatível guerreiro Aquiles. Orlando Bloom e Diane Kruger vivem os amantes – Páris e Helena, respectivamente – que trazem a guerra por causa de sua paixão proibida.

    Spartacus: de 1960, dirigido por Stanley Kubrick, com Kirk Douglas. Spartacus (Kirk Douglas), um homem que nasceu escravo, labuta para o Império Romano enquanto sonha com o fim da escravidão. Mas seu destino foi mudado por um lanista (negociante e treinador de gladiadores), que o comprou para ser treinado nas artes de combate e se tornar um gladiador.

    300: de 2006, dirigido por Zack Snyder. Em 480 antes de Cristo, durante a Batalha das Termópilas, o rei de Esparta, Leônidas (Gerard Butler), lidera seu exército contra o avanço dos Persas, comandados por Xerxes (Rodrigo Santoro).

    Ben-Hur: de 1959, dirigido por William Wyler. Em Jerusalém no início do século I vive Judah Ben-Hur (Charlton Heston), um rico mercador judeu que acaba sendo condenado a viver como escravo em uma galera romana, devido a divergências políticas com Messala (Stephen Boyd).

    Gladiador: de 2000, dirigido por Ridley Scott. Nos dias finais do reinado de Marcus Aurelius (Richard Harris), o imperador desperta a ira de seu filho Commodus (Joaquin Phoenix) ao tornar pública sua predileção em deixar o trono para Maximus (Russell Crowe), o comandante do exército romano.

    Quo Vadis: de 1951, dirigido por Mervyn LeRoy. Após três anos em campanha, o general Marcus Vinicius (Robert Taylor) retorna à Roma e encontra Lygia (Deborah Kerr), uma cristã por quem se apaixona.

    Roma: série produzida pela BBC, HBO e RAI, em 2005. A série se passa em 52 a.C., quando o general romano Júlio César derrota seu inimigo Vercingétorix na batalha de Alésia. Seu êxito desequilibra a batalha pelo poder contra o cônsul de Roma, Pompeu.

    Jesus de Nazaré: minissérie para a televisão de 1977, dirigida por Franco Zeffirelli. Concebido pela Virgem Maria (Olivia Hussey) e passando por uma sofrida infância de peregrinação, Jesus (Robert Powell) veio a terra com a missão de salvar os homens, mas é traído e humilhado justamente por eles.

    O Pequeno Buda: de 1994, dirigido por Bernardo Bertolucci, com Keanu Reeves. Um pequeno jovem americano conhece um grupo de monges tibetanos que asseguram que ele é a reencarnação de um verdadeiro professor Budista. Sob a incredibilidade inicial, pais e filho partem rumo ao país asiático onde encontram crenças e formas de vida muito distintas das suas.

    A Paixão de Cristo: de 2004, dirigido por Mel Gibson. O filme recria as últimas doze horas da vida de Jesus de Nazaré, antes da cruz. O trama do filme começa no Jardim das Oliveiras (Getsêmani) onde Jesus vai orar após a Última Ceia.

    *******   Esse post educativo, me foi fornecido pelo meu colega Prof. Michel Visitem o Blog dele e conheça que o ensino de História não é um bicho de sete cabeças.

    Prof. Michel

    Ensino de História, Mídias Digitais e Web 2.5

    Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...