Compartilhando as Letras » criatividade
25
jan
Livros que viraram filmes e ganharam Oscar


Abaixo tem uma listinha dos filmes que ganharam Oscar e foram adaptados de livros, tiradas do “O Livreiro”:


• “Regras da Vida”
(“The cider house rules”) – O vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Adaptado no ano de 2000 é dirigido por Lasse Hallstrom e se baseia no romance de John Irving publicado em 1985, “The cider house blues”.

“O Velho e o Mar” (“The Old Man and the Sea”) – De Aleksandr Petrov, o filme baseado no romance “O Velho e o Mar”, de Ernest Hemingway, ganhou em 2000 o Oscar de Melhor Curta Animado. Uma mega curiosidade sobre esse filme é que Petrov pintou a óleo e fotografou cada um dos 29 mil frames em quadros de vidro.

• “Matrix” (“The Matrix”) – Vencedor de três Oscars no ano de 2000 – Melhor Edição, Melhor Som e Melhores Efeitos Visuais -, o filme “Matrix”, de Lana e Andy Wachowski, tem seu argumento inspirado no livro “Neuromancer”, de William Gibson. Publicado pela primeira vez em 1984, “Neuromancer” é uma novela cyberpunk. O livro de ficção científica apresentou novos conceitos para a época, como inteligências artificiais avançadas e um cyberespaço quase que “físico” – conceitos que aparecem em “Matrix”.

• “O Tigre e o Dragão” (“Crouching Tiger, Hidden Dragon”) – O filme de Ang Lee é uma adaptação de um livro de Du Lu Wang. Ganhou o Oscar em 2004 nas categorias Melhor Filme Estrangeiro, Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte e Melhor Trilha Sonora.

• “Uma Mente Brilhante” (“A Beautiful Mind”) – O filme de Ron Howard sobre a vida do matemático John Forbes Nash, interpretado por Russel Crowe, baseia-se na biografia do matemático escrita pela autora Sylvia Nassar. Ganhou o Oscar de Melhor Filme e ainda as estatuetas por Melhor Atriz Coadjuvante (Jennifer Connelly), Melhor Diretor e Melhor Roteiro Adaptado.

• “O Senhor dos Anéis
– A Sociedade do Anel” (“Lord of the Rings – The Fellowship of the Ring”) – Novamente, a adaptação da obra de J.R.R Tolkien conquistou algumas estatuetas da Academia. DesSa vez, ganhou nas categorias Melhor Fotografia, Melhor Maquiagem, Melhor Trilha Sonora e Melhores Efeitos Visuais. Foi também indicado na categoria Melhor Roteiro Adaptado.

• “O Pianista” (“The Pianist”) – O filme de Roman Polanski, vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Adaptado em 2003, é baseado na autobiografia homônima escrita pelo músico polonês W?adys?aw Szpilman. Ganhou outras duas estatuetas neste ano: por Melhor Ator (Adrien Brody) e Melhor Diretor.

• “O Senhor dos Anéis
– As Duas Torres” (The Lord of the Rings: The Two Towers”) – Mais uma vez, a obra de Tolkien transposta para as telonas ganhou destaque no Oscar. O filme dirigido por Peter Jackson ganhou nas categorias Melhor Edição de Som e Melhores Efeitos Visuais.

• “Senhor dos Anéis
– O Retorno do Rei” (“Lord of the Rings – The Returno f the King”) – Em 2004, o Oscar foi do Senhor dos Anéis, adaptação da obra de J.R.R.Tolkien para as telas. Dirigida por Peter Jackson, a obra ganhou na categoria Melhor Filme e ainda levou outras dez estatuetas, sendo vitoriosa em todas as categorias para a quais havia sido indicada: Melhor Direção de Arte, Melhor Figurino, Melhor Direção, Melhor Edição, Maquiagem, Melhor Trilha Sonora, Melhor Canção Original, Melhor Mixagem de Som, Efeitos Visuais e Melhor Roteiro Adaptado. “O Retorno do Rei” foi publicado em 1955 e é o terceiro volume da trilogia de J.R.R. Tolkien, sendo precedido pelos volumes “A Sociedade do Anel” e“As Duas Torres”, publicados em 1954.

• “Menina de Ouro”
(“Million Dollar Baby”) – Dirigido por Clint Eastwood, o filme levou a estatueta de Melhor Filme em 2005, assim como a de Melhor Ator Coadjuvante (Morgan Freeman), Melhor Atriz (Hillary Swank), Melhor Direção. Foi indicado à categoria Melhor Roteiro Adaptado, na qual perdeu para “Entre umas e outras”, de Alexander Payne. O roteiro de “Menina de Ouro” foi escrito por Paul Haggis a partir de contos de F.X. Tolle, pseudônimo de Jerry Boyd – que era um treinador de boxe, e publicou o livro com os contos que inspiraram Eastwood quando já tinha 70 anos. Durante 40 anos, Boyd teve suas histórias rejeitadas por diversas editoras. O autor morreu sem conhecer a glória, em 2004, um ano antes da estreia do filme. O livro “Menina de Ouro” destaca-se pela equipe de tradutores envolvidos em transpor a obra para o português, formada por pesos-pesados: Rubem Fonseca, Carlos Heitor Cony, Moacyr Scliar, Marçal Aquino, Luiz Fernando Emediato e Sérgio Dávila.

• “Memórias de uma gueixa”
(“Memoirs of a Geisha”) – O filme, dirigido por Rob Marshall, ganhou os Oscars de Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte e Melhor Figurino em 2006. É uma adaptação do best seller “Memoirs of a Geisha”, de Arthun Golden. O tema é a cultura japonesa.

• “O Segredo de Brokeback Mountain”
(“Brokeback Mountain”) – De Ang Lee, o filme ganhou estatuetas em 2007 por Melhor Direção, Music (Original Score) e Melhor Roteiro Adaptado. O roteiro de “Brokeback Mountain” foi escrito por Larry McMurtry e Diana Ossana a partir do conto homônimo de Annie Proulx, escritora e jornalista franco-canadense. Inicialmente, em 1997, Annie publicou o conto que daria origem ao roteiro do filme na revista The New Yorker.

• “As Crônicas de Nárnia: o Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa” (“The Chronicles of Narnia: The Lion, the Witch and the Wardrobe”) – Baseado no livro “The Chronicles of Narnia: The Lion, the Witch and the Wardrobe”, de C. S. Lewis, o filme ganhou o Oscar na categoria Melhor Maquiagem em 2006. A série “As Crônicas de Nárnia” contém sete crônicas ao todo.

• “Uma Verdade Inconveniente” (“An Inconvenient Truth”) – O documentário de Al Gore sobre o aquecimento global levou em 2007 a estatueta pela categoria de Melhor Documentário. Você deve estar pensando que o filme foi feito a partir do livro de mesmo nome. Porém, a curiosidade é que é o contrário: Al Gore escreveu o livro depois de fazer o documentário.

• “Sangue Negro” (“There Will be blood”) – Dirigido por Paul Thomas Anderson, o filme “Sangue Negro”, adaptado do livro “Petróleo!”, de Upton Sinclair, conquistou em 2008 o Oscar na categoria Melhor Fotografia e foi indicado também na categoria Melhor Roteiro Adaptado. Daniel Day-Lewis ganhou a estatueta de Melhor Ator por seu papel no filme.

• “Onde os Fracos não têm vez”
(“No country for old men”) – Com este filme, os irmãos Coen ganharam o Oscar de Melhor Filme, Direção e de Melhor Roteiro Adaptado em 2008, além de outra estatueta: Melhor Ator Coadjuvante (Javier Barden). O livro em que se basearam os irmãos Joel e Ethan Coen é homônimo ao título original do filme, “No Country for Old Men”, e foi escrito pelo consagrado escritor norte-americano Cormac McCarthy.

• “O Ultimato Bourne” (“The Bourne Ultimatum”) – O filme ganhou três estatuetas em 2008: Melhor Edição, Edição de Som e Melhor Mixagem de Som. É baseado no romance de mesmo nome escrito por Robert Ludlum, e fecha uma trilogia encabeçada por “A Identidade Bourne” (2002) e seguida pelo volume “Supremacia Bourne” (2004).

• “O Curioso Caso de Benjamin Button”
(“The Curious Case of Benjamin Button”) – ganhou em três categorias: Direção de Arte, Maquiagem e Efeitos Visuais. O filme, de David Fincher e Eric Roth, é baseado num conto escrito em 1921 por F. Scott Fitzgerald.

• “Quem quer ser um Milionário?” (“Who wants to be a millionaire?”) – O grande vencedor do Oscar de 2009, do diretor Danny Boyle, é baseado no romance “Sua Resposta Vale um Bilhão” (Companhia das Letras), de Vikas Swarup. Além do Oscar de Melhor Filme, o filme conquistou também a estatueta por Melhor Roteiro Adaptado.

• “O Segredo dos Seus Olhos” (“El Secreto De Sus Ojos”) – O filme argentino ganhou o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2010. É baseado no livro “La pregunta de sus ojos”, de Eduardo Sacheri.

• “Preciosa” (“Precious”) — Baseado no romance “Push”, de Sapphire, tem roteiro de Geoffrey Fletcher. Foi o vencedor do Oscar na categoria Melhor Roteiro Adaptado em 2010.

Em 2011:

• “O Discurso do Rei” (“The King’s Speech”) – Baseado no romance “O Discurso do Rei – Como um Homem Salvou a Monarquia Britânica”, de Mark Logue e tem direção de Tom Hooper. Foi o vencedor dos Oscar na categoria melhor diretor, ator para Colin Firth, melhor filme e roteiro original em 2011.

*** Esse post maravilhoso eu retirei do Poetriz com a permissão da nossa querida Flávia Camargo. Se deliciem com essa leitura.

24
jan
Vocabulário da Vida



Rio das Ostras- RJ

Amigo: É alguém que fica para ajudar quando todo mundo se afasta

Adeus: É quando o coração que parte deixa a metade com quem fica.

Amor ao próximo: É quando o estranho passa a ser o amigo que ainda não abraçamos.

Caridade: É quando a gente está com fome, só tem uma bolacha e reparte.

Carinho: É quando a gente não encontra nenhuma palavra para expressar o que sente e fala com as mãos, colocando o afago em cada dedo.

Ciúme: É quando o coração fica apertado porque não confia em si mesmo.

Cordialidade: É quando amamos muito uma pessoa e tratamos todo mundo da maneira que a tratamos.

Evangelho: É um livro que só se lê bem com o coração.


Rio das Ostras-RJ

Evolução: É quando a gente está lá na frente e sente vontade de buscar quem ficou para trás.

Filhos: É quando Deus entrega uma jóia em nossas mãos e recomenda cuidá-la.

Fé: É quando a gente diz que vai escalar um Everest e o coração já o considera feito.

Fome: É quando o estômago manda um pedido para a boca e ela silencia.

Entendimento: É quando um velhinho caminha devagar na nossa frente e a gente, estando apressado, não reclama.

Inveja: É quando a gente ainda não descobriu que pode ser mais e melhor do que o outro.

Inimizade: É quando a gente empurra a linha do afeto para bem distante.

Lealdade: É quando a gente prefere morrer que trair a quem ama.

Lágrima: É quando o coração pede aos olhos que falem por ele.

Mágoa: É um espinho que a gente coloca no coração e se esquece de retirar.

Maldade: É quando arrancamos as asas do anjo que deveríamos ser.

Perfume: É quando mesmo de olhos fechados a gente reconhece quem nos faz feliz.

Netos: É quando Deus tem pena dos avós e manda anjos para alegrá-los.

Orgulho: É quando a gente é uma formiga e quer convencer os outros de que é um elefante.

Ódio: É quando plantamos trigo o ano todo e estando os pendões maduros a gente queima tudo em um dia.

Perdão: É uma alegria que a gente dá e que pensava que jamais a teria.

Paz: É o prêmio de quem cumpre honestamente o dever.

Pessimismo: É quando a gente perde a capacidade de ver em cores.

Raiva: É quando colocamos uma muralha no caminho da paz.

Preguiça: É quando entra vírus na coragem e ela adoece.

Simplicidade: É o comportamento de quem começa a ser sábio.

Sexo: É quando a gente ama tanto que tem vontade de morar dentro do outro.

Saudade: É estando longe, sentir vontade de voar; e estando perto, querer parar o tempo.

Supérfluo: É quando a nossa sede precisa de um gole de água e a gente pede um rio inteiro.

Solidão: É quando estamos cercados por pessoas, mas o coração não vê ninguém por perto.

Ternura: É quando alguém nos olha e os olhos brilham como duas estrelas.

Sinceridade: É quando nos expressamos como se o outro estivesse do outro lado do espelho.


Rio das Ostras-RJ
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Vaidade: É quando a gente abdica da nossa essência por outra; geralmente pior.


Do Livro: O Homem que Veio da Sombra
Autor: Luiz Gonzaga Pinheiro

14
jan
Artigo sobre o BBB* – Luís Fernando Verissimo



Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço. [...] Chega a ser difícil encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência.

[...] Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo. Eu gostaria de perguntar se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.
Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis? São esses nossos exemplos de heróis?

Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros, profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores) , carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor e quase sempre são mal remunerados.
Heróis são milhares de brasileiros que sequer tem um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir, e conseguem sobreviver a isso todo santo dia.
Heróis são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna.

Heróis são inúmeras pessoas, entidades sociais e beneficentes, ONGs, voluntários, igrejas e hospitais que se dedicam ao cuidado de carentes, doentes e necessitados (vamos lembrar de nossa eterna heroína Zilda Arns).
Heróis são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada meses atrás pela própria Rede Globo.

O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não
acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral. São apenas pessoas que se prestam a comer, beber, tomar sol, fofocar, dormir e agir estupidamente para que, ao final do programa, o “escolhido” receba um milhão e meio de reais. E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a “entender o comportamento humano”. Ah, tenha dó!!!
Veja o que está por de tra$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.
Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social, moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros? (Poderia ser feito mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores). Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores.

Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa…, ir ao cinema…, estudar… , ouvir boa música…, cuidar das flores e jardins… , telefonar para um amigo… , visitar os avós… , pescar…, brincar com as crianças… , namorar… ou simplesmente dormir. Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construído nossa sociedade.

Obs.: BBB* – Big Brother Brasil

Dizem que esse texto é de Luís Fernando Verissimo )

13
jan
A felicidade do outro


Acho que sabemos que amamos verdadeiramente uma pessoa quando a vemos partir, isso nos parte em mil, e ainda assim desejamos que ela seja feliz, mesmo se nossos mil pedaços vagam chorando em cada canto. Só o amor nos torna seres assim tão superiores, capazes de tanta grandeza.

Desejar a felicidade de quem magoou nosso coração não é assim coisa tão fácil. Exige de nós uma força extraordinária. Uma luta se trava em nós: parte nos empurra, nos cega para o bom e abre nosso coração à mágoa e outra parte se enche de ternura com as lembranças do que de bom vivemos. É nosso eu doente e nosso eu são dentro de um mesmo espaço e cada qual tentando falar mais alto. Como desejar a felicidade de quem nos feriu? Como passar por cima? Não somos santos, é o que nos dizemos. Somos feitos de carne, osso, alma e coração. Temos sentimentos… e os bons ficam assim tão miúdos quando os maus aparecem…

Só mesmo um coração maior que nós e nosso eu para vencer uma luta como essa. Só mesmo um amor sem tamanho e uma bondade sem limites.

O amor é uma água bendita! Ele lava as mágoas, ele purifica, deixa branco, sem mácula. Se você for capaz de perdoar a alguém que feriu seu coração e ainda desejar a felicidade dele, saiba que o amor é o dom maior que vive no seu ser e que você é uma pessoa bem-aventurada!

E pessoas bem-aventuradas não só caminham com a felicidade do lado, elas caminham de mãos dadas com ela e vai chegar fatalmente o dia em que essa felicidade vai abraçá-las.

Autor: Letícia Thompson
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8
jan
A Evolução das Mídias



Prensa-1447

A invensão da presa, favoreceu a demanda de circulação de informações. Em 1702, surgiu o primeiro jornal.
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Fotografia-1839

Possibilitou a captura do real por meio do registro da imagem.
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Cinema-1895

Proporcionou a aplicação da técnica da imagem em movimento e o desenvolvimento da indústria do entretenimento.
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Rádio-1906

Disseminou a informação transmitida oralmente a distância.
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TV-1926
Revelou-se um poderoso meio de propaganda, informação e entretenimento.

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Computador
-1946

Possibilitou a realização de cálculos com extrema rapidez.
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Celular-1973

Tornou possível a comunicação telefônica independente de pontos fixos de instalação.

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Internet
-1989

O surgimento da WWW( World Wide Web ou, simplesmente Web ) democratizou o acesso à internet, antes restrito ao círculo acadêmico.

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Celular com vídeo e internet
- 2000

Possibilitou a convergência midiática completa, com acesso às redes sociais, que surgiriam a partir de 2004.
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Tablet-2010

Suporte digital e pessoal para acesso à internet, a jogos 3D, fotos, vídeos, jornais e revistas.
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Fonte: A Escola entre Mídias

Educação-MultiRIO/2011

2
jan
Quando nossa vida muda



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Um dia, eu perdoei meu inimigo,
e fui forte…

no outro eu pedi perdão,
e fui grande.

Um dia, mostrei minhas razões,
e fui eloquente…

no outro, ouvi meu próximo,
e fui humano.

Um dia, lutei pela minha causa,
e fui bravo..

no outro, lutei pela causa alheia,
e fui gente.

Um dia, batalhei pelo que queria,
e fui perseverante…

no outro, dividi o pão,
e fui rico!

Um dia, recebi aplausos,
e fui admirado…

no outro, fiz o bem em silêncio,
e os anjos me aplaudiram.

Um dia, usei a inteligência,
e fui respeitado…

no outro, usei o coração,
e fui amado!

Quando me dei conta,
minha vida mudou quando
mudei minhas atitudes
diante da vida e dos fatos.

Fonte: Portal dos Evangélicos

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