17
abr
2013
Homem Banana e Mulher Abacaxi


Pastor Cláudio Duarte conhecido por ministrações bem humoradas voltadas para casais fala sobre o “Homem Banana e a Mulher Abacaxi” numa pregação que ilustra a história bíblica de Acabe e Jezabel com o objetivo de mostrar os conflitos que decorrem de relacionamentos fora dos padrões de Deus.

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Fonte: Libertos do Opressor







22
jan
2013
Imagens de tirar o fôlego!


As fotos são julgadas de acordo com a criatividade e qualidade fotográfica por especialistas na área, que elegem um vencedor para cada categoria.

Selecionamos as 10 mais belas imagens do concurso da National Geographic 2012 enviadas até o momento. Confira:

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O filhote solitário foi fotografado em meio a andorinhas adultas em uma ilha do Sri Lanka. Foto de Lalith Ekanayake
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Esse fantástico elefante tem 4 metros de altura, e mais 4 toneladas de peso. Nessa cena, ele levanta muita poeira por onde passa. Foto de Peter Delaney

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Pinguins solitários à deriva durante uma tempestade de neve na Antártida. Foto de Joshua Holk
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Benjamin Cooper resolveu fotografar sua namorada de um jeito incomum no Parque Nacional dos Arcos, nos Estados Unidos. O resultado é essa foto que você confere acima, de tirar o fôlego. Foto de Benjamin Cooper

Fonte: Hyperscience







7
jan
2013
A vida a dois


A vida a dois é difícil. Quando as pessoas são bem jovens, ela pode destruir a ilusão de namoro eterno, com o desgaste do dia-a-dia. E quando as pessoas resolvem passar a viver a dois depois de uma certa idade, alguns hábitos se instalaram nelas e tudo o que é novo vem perturbar isso. Daí tantos choques. Daí casamentos que não dão certo quando o namoro caminhava maravilhosamente bem.

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Quando a gente sonha, nunca sonha problemas. Provavelmente é por isso mesmo que são chamados de sonhos. Quando se trata de amor, sonha-se com namoros, momentos a dois, uma harmonia perfeita. Mas chega a vida a dois… e dona realidade entra em cena.

Ai!… dona realidade! A gente começa a ver o outro exatamente como é quando se levanta, quando se deita, quando está de mau-humor, cansado. A ilusão do perfeito vai se desfazendo aos poucos. De tanto ver o outro, não há mais espaço para a saudade. Tudo vira tão comum!…

Quando atingimos um objetivo, deixamos de lutar por ele. Não passa pela nossa cabeça que é preciso, a cada dia, conservar essa conquista. Um namorado que vira esposo esquece-se do quanto é bom namorar, esquece-se que a Cinderela está ainda bem viva no interior daquela que seu coração escolheu. Uma namorada que vira esposa esquece-se muitas vezes que precisa estar bela para o seu querido.

Cada qual consagra mais do seu tempo a outras coisas porque pensa que o que foi adquirido é definitivo. Mas não é. O amor, por mais forte que seja, se desgasta também. Viver a dois é viver a dois e não somente dormir a dois. Se cada um vai procurar satisfações em outros lados, a relação se termina.

É preciso guardar-se um pouco para o outro. É preciso conservar um pouco de mistério, não ser tão comum. É preciso continuar namorando, mesmo se os meses e anos passam. É preciso não estar distante demais para que o outro perceba que pode escolher outros caminhos, nem junto demais para que o outro não se sufoque.

É preciso muita maturidade para se viver essas situações. É preciso guardar-se de envolver as famílias nos problemas do casal.

Se você se encontra numa situação assim e precisa conversar com alguém, tenha sabedoria para escolher essa pessoa. Pais e mães, com todo o amor e respeito que devemos a eles, estão emocionalmente envolvidos demais para que possam ajudar e dificilmente não vão tomar partido, o que ao invés de ajudar, só atrapalha.

O próprio nome diz: vida a dois. Problemas a dois. Soluções a dois. Porque a felicidade ou infelicidade é a dois também.

E Deus, que é Pai dos dois, saberá dar orientação. É preciso, nesse caso, olhar para Ele, que sabe perfeitamente onde colar os pedaços e dar unidade onde nossos olhos humanos só vêm duas metades separadas e sangrando.

Autor: Letícia Thompson







11
dez
2012
Símbolos do Natal


PERU DE NATAL – conta-se que o peru passou a integrar a ceia de Natal por iniciativa dos espanhóis durante o século XVI, que o adotaram em substituição a aves mais caras como o faisão ou o cisne. O hábito teria se difundido por toda a Europa e, mais tarde, alcançado também as Américas.

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BONECO DE NEVE – nos países frios, as crianças se acostumaram a sair nos dias que antecedem o Natal para criar seus próprios bonecos de neve. O processo é muito simples, sendo apenas necessário armar duas grandes bolas de neve e colocá-las uma sobre a outra. Também é preciso uma cenoura para servir de nariz, um cachecol velho, um chapéu, algumas laranjas para os olhos e quatro galhos para servir de pés e mãos.


PANETONE –
não existe uma explicação oficial. Uma das versões diz que o panetone foi criado em 900 na Itália pelo padeiro Tone, batizado então de pane-di-Tone. O que se sabe ao certo é que o panetone foi trazido ao Brasil pelos imigrantes italianos após a Segunda Guerra Mundial.


CEIA DE NATAL –
durante a Saturnália, festa pré-cristã da Roma Antiga, as pessoas se esbaldavam em banquetes. Como a festa terminava em 25 de dezembro, a mesa farta foi incorporada ao Natal. A presença de frutas secas e cristalizadas deve-se ao inverno rigoroso na região.

FLOR DO NATAL – poinsétia também designada pelos nomes de bico-de-papagaio, rabo-de-arara e papagaio (no Brasil), cardeal, flor-do-natal, ou estrela-do-natal, é uma planta originária do México, onde é espontânea. O seu nome científico é Euphorbia pulcherrima, que significa “a mais bela (pulcherrima) das eufórbias”. É uma planta muito utilizada para fins decorativos, especialmente na época do Natal, devido às suas folhas semelhantes a estrela de natal. Como é uma planta de dia curto, floresce exatamente no solstício de Inverno que coincide com o Natal (no hemisfério norte – o que explicaria porque essa planta não é tão identificada com o Natal no Brasil). Foi introduzida nos Estados Unidos da América por Joel Poinsett, embaixador do México, nos primórdios de 1800.

CORES DO NATAL – esta tradição remonta aos festivais do solstício. O verde representa a natureza e o desejo de longevidade. O vermelho é atribuído ao azevinho, um arbusto que cresce ao longo do inverno, cobrindo-se de bagas vermelhas. Diz-se que o nascer das bagas simboliza Cristo. O vermelho é também uma das chamadas cores quentes, provocando sensação de aquecimento e alusão aos mais nobres sentimentos do coração.

Fonte: Google







26
out
2012
Moeda achada em Israel pode comprovar a existência de Sansão


Uma pequena moeda pode ser a primeira prova da existência de Sansão, o matador bíblico dos filisteus (povo não-semítico que habitava o sudoeste da Palestina durante o período bíblico).

Arqueólogos acharam o artefato durante escavações na região de Beit Shemesh, na Judeia, nas proximidades de Jerusalém, de acordo com reportagem do “Daily Mail”.

A moeda parece descrever uma história que consta do Velho Testamento, na qual Sansão, cujo poder foi desfeito pela traição de Dalila, luta com um leão.

Acredita-se que o objeto date de século XI antes de Cristo, quando as tribos israelitas se mudaram para a região após Josué conquistar Canaã.

Nessa época, os judeus eram liderados por figuras conhecidas como juízes – um deles era Sansão.

Beit Shemesh (foto abaixo) é citada várias vezes no Velho Testamento.

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Fonte: Libertos do Opressor

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