19
out
2008
A importância das cartas e selos


 


Existiu um tempo em que os jovens trocavam cartas entre si, principalmente aqueles que freqüentavam curso de língua estrangeira, era um movimento enorme de cartas, envelopes,selos e de espera pelo carteiro. Durante a história do nosso Brasil e de outras nações,as cartas têm um papel de grande importância. A carta de Pero Vaz de Caminha escrita ao rei D. Manuel é considerada o primeiro documento da nossa história; a carta testamento de Getúlio Vargas marcou a história com a frase. “Serenamente dou o primeiro passo no caminho da eternidade e saio da vida para entrar na História.” Cartas de concessões no Tratado de Tordesilhas marcaram a colonização do país, entre outras.Conhecer e analisar alguns desses documentos ajuda os alunos a conhecerem os fatos e costumes da época, permitindo que tenham um olhar diferenciado sobre a história. É importante que todas as dúvidas sobre o texto sejam esclarecidas.Para assegurarmos a compreensão e evitar erros de informação histórica. Existem várias maneiras de trabalharmos esse assunto em sala de aula. Se a Escola instituísse um serviço de correio interno, que tipo de selo teria? Será que todos sabem a importãncia dos selos? Qual sua importância no mercado financeiro e das artes?Quais os tipos existentes  (comemorativo, ordinário, temático…)?  no Brasil o primeiro selo foi lançado em 1843,  a famosa série Olho-de-boi.

O selo conhecido como Olho de boi, foi impresso por determinação do Governo Imperial brasileiro, em 1843.

Constitui-se na primeira série de selos postais emitidos pelo país (a terceira no mundo), e consta de três peças com valores gravados de 30, 60 e 90 réis.

De início, houve a discussão sobre a conveniência de se estamparem nos selos a efígie do imperador. As autoridades da época acabaram por concluir que os selos não deveriam trazer o rosto de Dom Pedro II, pois os selos, carimbados, acabariam por vilipendiar a imagem de Sua Majestade. Por esta razão, as primeiras séries de selos postais do Brasil traziam apenas os algarismos de valor na estampa.

A série Olho-de-boi circulou entre 1843 e 1844. Os selos de 90 réis eram destinados apenas às correspondências internacionais, o que os tornariam mais raros e disputados por filatelistas do futuro.

Fonte:Wikipédia

Fonte: Nós da Escola/2008

Conheça mais:

“História do selo” Disponível em http://www.correios.com.br/selos/historico.cfm







18
out
2008
Ciência Maluca


A passagem de avião que dá choque        

Esse povo inventa, vocês sabiam que o governo dos EUA quer trocar os tíquetes aéreos por uma pulseira digital que todos os passageiros seriam obrigados a usar. Ela promete facilitar a identificação das pessoas e com isso reduzir as filas , mas seu principal recurso é outro: eletrecutar quem desobedecer os guardas do aeroporto. Cruzes!!!!!  Aqui no Brasil precisa de uma pulseira dessa, iria facilitar a vida dos policiais .

Cruzar os braços ajuda a pensar   

Você  está com a cabeça quente? Precisa resolver aquele problema difícil? Cruze os braços!!! Segundo uma pesquisa recém-publicada no EUROPEAN JOURNAL OF SOCIAL PSYCHOLOGY, o simples ato de cruzar os braços causa uma reação subconsciente no cérebro que aumenta em 30% a capacidade de concentração.  Têm gente que não gosta de fazer nada, vai adorar essa notícia, já vivem de braços cruzados 24 horas por dia o ano todo.

Mais peitos, mais tristeza   

Gente cada pesquisa de doido!!!  Uma pesquisa feita na Suécia ao longo de 20 anos mostrou que o índice de suicídio é quase 3 vezes maior entre as siliconizadas, que também correm mais risco de abusar de álcool e drogas- os problemas começam a aparecer , em média, 10 anos depois da colocação dos implantes de silicone. Caramba, que coisa impressionante!!!  Será que o silicone,causa no subconsciente alguma reação de angústia, dependência,depressão, falta de vontade de lutar,essas coisas que nos impulsionam a continuar vivendo e sonhando? Um caso para pensarmos.

***Consulta:  Revista Super  Interessante – setembro/2008   www.superinteressante.com.br







11
out
2008
Arte que resiste ao tempo
Categorias: artes, curiosidades




O universo da música produz belezas incríveis para os ouvidos sensíveis…e também para os olhos. A forma dos instrumentos musicais, em especial os de corda, é um deleite para quem assiste à apresentação de uma orquestra A arte permeia a produção do som e se faz presente desde a fabricação dos instrumentos no ofício do luthier.
Luthier é o artesão, o artista da luteria- ou da arte de construir instrumentos de corda. Tarefa que geralmente é passada de geração a geração, de pai para filho, e que requer um vasto conhecimento e apuro . Saber escolher a melhor madeira, estar atento às conseqüências da umidade, entender um pouco da linguagem musical, ter ouvido sensível são requisitos básicos do ofício da luteria. Há luthiers famosos na história que vieram das principais escolas de luteria do mundo: Itália, França,Bélgica, Hungria, Holanda Alemanha. E o que não falta são lendas em torno do processo de trabalho de cada um deles. Algumas delas dão conta de que o segredo do grande fabricante de violino. Antonius  Stradivarius (1644-1737), ou como era chamado em Cremona, Itália, Antonio Giacomo Stradivari, era verniz que passava nos instrumentos, com cinzas vulcânicas. Segundo consta, esses ingredientes tornava a madeira mais dura e, conseqüentemente,melhorava a sonoridade. Outra versão diz que o artesão selecionava as madeiras que usava de navios naufragados. Elas teriam mais dureza e resistência por terem ficado em contato com a água salgada por muitos anos.

 

Se os instrumentos resistem ao tempo, as técnicas de fabricação, também. Ao entrar em uma oficina de luteria, das raríssimas que temos aqui no Rio, percebemos que ali o trabalho minucioso do artista se impõe a qualquer modernidade de equipamentos. “É um artesanato fino que requer muito conhecimento e estudo, e onde a evolução técnica se faz presente mais nos materiais usados, em ferramentas, do que no processo de fabricação propriamente dito,totalmente manual.” Observa Niltom de Camargo, luthier que há 25 anos fabrica instrumentos de corda tocados com arco, como violinos. Músico violinista por formação, ele estudou na Scuola Internacionale de liuteria de Cremona, Itália. Lá ele construiu a sua própria oficina de produção que, hoje tem uma filial no Largo de São Francisco, no Centro do Rio de Janeiro, e atende junto com a mulher a uma clientela de músicos de várias orquestras nacionais que o procuram em busca de manutenção para seus instrumentos.
Só para se ter uma idéia da sofisticação do trabalho do luthier, Niltom fabrica por ano,apenas quatro ou cinco instrumentos. Podem ser violinos, cellos,violas, entre outros. Cada um requer de dois ou três meses de produção e tem em média 72 peças, todas fabricadas na oficina de Cremona. Rogério dos Santos luthier que fabrica instrumentos acústicos dedilhados como violões, cavaquinhos, banjos,bandolins etc…produz um pouco mais, em média 10 instrumentos. Entre máquinas que ele mesmo construiu, muitas ferramentas especiais- a maior parte importada, pois aqui não há tradição de luteria, ele fala com propriedade das madeiras que usa.”Para o tampo do violão, não há madeira mais adequado que o pinho europeu. Ela tem os veios, as fibras bem juntas e uma maleabilidade que favorece à vibração.” Para as laterais e para a parte de trás o nosso jacarandá é insubstituível, segundo Rogério.”A madeira é cara , de difícil aquisição e controlada pelo Ibama, mas vale à pena pagar caro,porque o resultado faz a diferença! Observa. Na verdade nesse ofício tudo faz diferença quando se quer fabricar um instrumento com som impecável.
***
LUTHIER é o artesão, o artista da luteria (1) ou da arte de construir instrumentos de corda.
**(1)  Variação do francês lutherie.
Fonte:  Nós da Escola/2008

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