27
jul
2009
Games online da BBCHistory: Batalha de Waterloo


Mais um game que pode ser utilizado para aprender história. O game The Battle of Waterloo foi desenvolvido pela BBCHistory.

Nele, você pode escolher entre jogar na pele de Napoleão, general francês; ou na pele de Duque de Wellington, general das forças aliadas da Inglaterra.


O objetivo é utilizar da estratégia para ordenar tropas da infantaria, cavalaria e artilharia, assim como usar os obstáculos corretamente para vencer a batalha! A estratégia vai sendo montada a partir de uma série de decisões que o jogador faz, no decorrer do embate.

Mudando o rumo da história

Um aspecto que eu acho bem legal é o fato de que, neste game, você pode mudar o rumo da história, afinal, Napoleão foi derrotado na Batalha de Waterloo. Em seguida, sofreu exílio na Ilha de Santa Helena, onde veio a morrer. Ora, o game permite criar novas estratégias para corrigir os erros que Napoleão cometeu.

O game é em inglês, e exige um certo domínio da língua para jogar, até porque existem muitas opções a ser tomadas para vencer a batalha. Para jogar, clique na imagem abaixo.

Para jogar,clique na imagem

***Essa é mais uma super produção do meu amigo Profº Michel, um cara comprometido com o ensino de maneira lúdica e prática.  Visitem e mudem o seu conceito de Educação, simplesmente maravilhoso!!!!







26
jul
2009
Orquídeas para os Amigos e Show Poético


Essas maravilhosas orquídeas, foram fotografadas por meu amigo André Luiz do Blog Gritos Verticais. Achei-as lindas,  e,  ele me autorizou a postá-las aqui para todos vocês que me visitam e que gostam do Compartilhando as Letras. André , além de um grande poeta, você é fotógrafo também,  adorei o presente, muito obrigada!

Amor não é só de homem
por uma mulher
ou de mulher por um homem
amor é amor por tudo
que é justo e livre
amor é horror a tudo
que o ser inventa
para humilhar outro ser.
.
Roseana Murray
In Fruta no Ponto

.
O amor antigo vive de si mesmo,
não de cultivo alheio ou de presença.
Nada exige nem pede. Nada espera,
mas do destino vão nega a sentença.
O amor antigo tem raízes fundas,
feitas de sofrimento e de beleza.
Por aquelas mergulha no infinito,
e por estas suplanta a natureza.
Se em toda parte o tempo desmorona
aquilo que foi grande e deslumbrante,
a antigo amor, porém, nunca fenece
e a cada dia surge mais amante.
Mais ardente, mas pobre de esperança.
Mais triste? Não. Ele venceu a dor,
e resplandece no seu canto obscuro,
tanto mais velho quanto mais amor.
.
Carlos Drummond de Andrade

O sonho é ver formas invisíveis
Da distância imprecisa, e, com sensíveis
Movimentos da esperança e da vontade,
Buscar na linha fria do horizonte
A árvore, a praia, a flor, a ave, a fonte –
Os beijos merecidos da Verdade.
.
Fernando Pessoa



Não te amo como se fosses rosa de sal, topázio
ou flecha de cravos que propagam o fogo:
te amo como se amam certas coisas obscuras,
secretamente, entre a sombra e a alma.
.
Te amo como a planta que não floresce e leva
dentro de si, oculta, a luz daquelas flores,
e graças a teu amor vive escuro em meu corpo
o apertado aroma que ascendeu da terra.
.
Te amo sem saber como, nem quando, nem onde,
te amo diretamente sem problemas nem orgulho:
assim te amo porque não sei amar de outra maneira,
.
senão assim deste modo em que não sou nem és
tão perto que tua mão sobre meu peito é minha
tão perto que se fecham teus olhos com meu sonho.
.
Pablo Neruda

.

Essa manhã a chuva tirou para
Dar banho no mundo,
Descarregar o céu,
Dar de beber a terra,
Molhar a primavera,
Chorar feito eu
.
Cáh Morandi

Eu quisera que encontrasses
em meus olhos todas as
respostas que não sei te dizer
Eu quisera não precisar
de palavras para que
compreendesses todos os meus pensamentos
Eu quisera que tivesses a total
segurança de sempre e que seja
como for…
A teu lado estarei
Eu quisera que procurasses
dentro de mim tudo o que
ainda não consegui encontrar
Eu quisera que estivesses
realmente segura de que és tudo para mim…
Eu quisera que todo o meu ser
não tivesse um
segredo para ti…
Eu quisera muitas coisas!
Mas resumindo…
Eu só quero…
Que tu me queiras.
.
Mario Quintana








25
jul
2009
Delícias de Roseana Murray


.

A verdade é um labirinto.
.
Se digo a verdade inteira,
se digo tudo o que penso,
se digo com todas as letras,
com todos os pingos nos is,
seria um deus-nos-acuda,
entraria um sudoeste
pela janela da sala.
Então eu digo a verdade possível,
e o resto guardo
a sete chaves
no meu cofre de silêncios.
Não me entrego de uma vez
vou pouco a pouco
como loba rondando a casa
ou lua esquecida acesa
nas primeiras horas da manhã
vou passo a passo
como poesia rondando a vida
vou lentamente
como pássaro que aprende o ar
e de repente sou loba sou lua
sou poesia e pássaro derramado
.
Roseana Murray

Procura-se um equilibrista
que saiba caminhar na linha
que divide a noite do dia
que saiba carregar nas mãos
um fino pote cheio de fantasia
que saiba escalar nuvens arredias
que saiba construir ilhas de poesia
na vida simples de todo o dia.
.
Roseana Murray

.

Roseana Murray
.
Roseana Murray nasceu no Rio de Janeiro em 1950 e mora na cidade de Saquarema. É bacharel em Língua e Literatura Francesa. Em 1980, teve seu primeiro livro publicado. Hoje somam mais de 40 obras, algumas delas premiadas pela Fundação Nacional do Livro Infanto-Juvenil e Associação Paulista de Críticos de Arte. É voluntária de “Rodas de Leitura”, direcionada para adolescentes e para a comunidade da Saquarema.

Casou-se em 1968 e teve dois filhos: André e Gustavo. Começou a escrever poesia para crianças em 1980, com o livro Fardo de Carinho, influência direta de Ou isto ou aquilo, de Cecília Meireles.
Sobre a receita de escrever poesia, ela explica: “Gosto muitíssimo de trabalhar em cima de um tema. Acho bom e divertido. Ultimamente andam me encomendando muita coisa. Adoro trabalhar sob encomenda, é um desafio bem gostoso”.
A autora publicou quarenta livros, entre eles, Classificados Poéticos (Ed. Miguilim, 1984), Falando de Pássaros e Gatos (Edições Paulus, 1987) e Receitas de Olhar (Ed. F.T.D, 1998)

Crédito das Imagens: Google






24
jul
2009
Manutenção de um Amor


Ninguém gosta de se sentir vigiado,cobrado, acorrentado 24 horas. Ninguém gosta de ficar se explicando,dando satisfação por isso ou aquilo. Tenho uma sobrinha, que está vivenciando isso com o noivo. Cuidar é uma característica de quem ama, mas sufocar o outro é desconfortável e causa fobia. Quem ama cuida, se preocupa, procura estar sempre presente, mais sem neuras, sem prepotência, sem escravidão.  Pensando nesses problemas de relacionamento ,escolhi essa reflexão que achei oportuna para o momento. Espero que gostem e opinem também.

Uma mãe e a sua filha estavam a caminhar pela praia. Num certo ponto, a menina disse:

– Como se faz para manter um amor?

A mãe olhou para a filha e respondeu:

– Pegue um pouco de areia e feche a mão com força…

A menina assim fez e reparou que, quanto mais forte apertava a areia com a mão, com mais velocidade a areia escapava.

– Mamãe, mas assim a areia cai!!!

– Eu sei, agora abra completamente a mão….

A menina assim fez, mas veio um vento forte e levou consigo a areia que restava.

– Assim também não consigo mantê-la em minha mão!

A mãe, sempre a sorrir disse-lhe:

– Agora pegue outra vez um pouco de areia e mantenha a mão semi-aberta, como se fosse uma colher… bastante fechada para protegê-la e bastante aberta para lhe dar liberdade.

A menina experimenta e vê que a areia não escapa da mão e está protegida do vento.

– É assim que se faz durar um amor…

“Amo a liberdade, por isso deixo as coisas que amo livre. Se elas voltarem é porque as conquistei, se não voltarem é porque nunca as tive.”
– (John Lennon)







24
jul
2009
De onde veio sua roupa?


Tudo o que está no seu guarda-roupa é mais velho que você. E, para chegar até aqui, as peças passaram por uma viagem e tanto.

No período de 1500A.C. – 1000 A.C.–  Quando os faraós dominavam o Egito, as roupas eram feitas de retângulo de linho amarrados ao corpo. O pessoal tinha até linha e agulha para costurar tudo., mas gostava do efeito drapeado que a amarração criava. Para os Egípcios, esse ondulado- o mesmo que cortina de casa tem- era sinal de civilização.

500 A. C.  –  100 A. C. _Os gregos , também achavam que roupa justa era para brutos. Mas tinham truques para sofisticar os trajes folgados, como presilhas para segurar o tecido. Ou um charme na cintura: amarravam um cordão e deixavam um pouco de tecido caído por cima dele. ( Como a puxadinha que damos na camisa  que está por dentro da calça.)

Nó na Garganta: O pano cheio de frufru enrolado no pescoço do rei Carlos 2º evoluiu até virar a nossa gravata de hoje.

JABÔ: O lenço de renda exibido por Carlos 2º, virou moda no século 17.  

ASCOT: Mais tarde os nós viraram tendências- esse era o da nobreza inglesa.    

SOLITÁRIA- O século 18 foi das perucas – para prender os cachos artificiais, os homens trocaram o lenço por uma fita preta. As pontas da fita eram amarradas no pescoço- e as sobras criaram a gravata de hoje.

**  Quer saber de tudo??  Leia a Revista Super Interessante de julho/2009.

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