15
jan
2013
Fazendo o casamento durar: qual o segredo?


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O Apóstolo Paulo diz que a esposa está “sujeita” a seu marido enquanto ele viver.

“Porque a mulher que está sujeita ao marido, enquanto ele viver, está-lhe ligada pela lei; mas, morto o marido, está livre da lei do marido” (Romanos 7:2)

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O princípio que podemos perceber aqui é de que alguém tem que morrer antes que o casamento acabe. Este é a visão de Deus, e frequentemente não se relaciona com a realidade do casamento nos dias de hoje. Em nossa sociedade moderna, o casamento termina em divórcio mais de 51% das vezes. Isto significa que mais da metade dos casais que fazem os votos de que

“até que a morte os separe”

não chegam a tal ponto.

Então, a pergunta se torna: o que pode o casal fazer que garanta que seu casamento será “até que a morte os separe”? A primeira e mais importante questão é a da obediência a Deus e Sua Palavra. Este é um princípio que deveria ser enfatizado na vida antes do casamento e enquanto o homem e a mulher ainda estão solteiros. Deus diz:

“Porventura andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?” (Amós 3:3)

Para o crente nascido de novo, isto significa jamais começar um relacionamento sério com alguém que também não seja crente.

“Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas?” (II Coríntios 6:14).

Se este único princípio fosse seguido, pouparia muita dor de cabeça e sofrimento mais tarde no casamento.

Outro princípio que protegerá a longevidade do casamento é o de que o esposo deve obedecer a Deus e amar, honrar e proteger sua esposa como faria com seu próprio corpo (Efésios 5:25-31). O outro lado da moeda é que a esposa deve obedecer a Deus e se submeter a seu próprio marido

“como ao SENHOR” (Efésios 5:22). O casamento entre um homem e uma mulher é uma ilustração espiritual do relacionamento entre Cristo e a igreja. Cristo deu a Si mesmo pela igreja e Ele a ama, honra e protege como Sua “noiva” (Apocalipse 19:7-9).

Quando Deus trouxe Eva a Adão no primeiro casamento, ela foi feita de sua

“carne e ossos” (Gênesis 2:31)

e se tornaram

“uma só carne” (Gênesis 2:23-24).

Este é um conceito que foi perdido em nossa sociedade moderna. Tornar-se uma só carne significa mais do que apenas uma união física. Significa um encontro de mente e alma para formar uma unidade.

O relacionamento vai muito além de atração sensual ou emocional e entra na esfera da “unidade” espiritual, que somente pode ser encontrada quando os dois se rendem a Deus e a si mesmos. Este é um relacionamento que não é feito de “eu ou meu”, mas de “nós e nosso”. Este é um dos segredos em se ter um casamento duradouro. Fazer que um casamento dure até que a morte leve um ou outro e os separe é algo que os dois devem priorizar. Solidificar o relacionamento vertical com Deus faz muita diferença em garantir que o relacionamento horizontal entre marido e esposa seja duradouro e que também glorifique ao SENHOR.

Fonte: Got Questions







7
jan
2013
A vida a dois


A vida a dois é difícil. Quando as pessoas são bem jovens, ela pode destruir a ilusão de namoro eterno, com o desgaste do dia-a-dia. E quando as pessoas resolvem passar a viver a dois depois de uma certa idade, alguns hábitos se instalaram nelas e tudo o que é novo vem perturbar isso. Daí tantos choques. Daí casamentos que não dão certo quando o namoro caminhava maravilhosamente bem.

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Quando a gente sonha, nunca sonha problemas. Provavelmente é por isso mesmo que são chamados de sonhos. Quando se trata de amor, sonha-se com namoros, momentos a dois, uma harmonia perfeita. Mas chega a vida a dois… e dona realidade entra em cena.

Ai!… dona realidade! A gente começa a ver o outro exatamente como é quando se levanta, quando se deita, quando está de mau-humor, cansado. A ilusão do perfeito vai se desfazendo aos poucos. De tanto ver o outro, não há mais espaço para a saudade. Tudo vira tão comum!…

Quando atingimos um objetivo, deixamos de lutar por ele. Não passa pela nossa cabeça que é preciso, a cada dia, conservar essa conquista. Um namorado que vira esposo esquece-se do quanto é bom namorar, esquece-se que a Cinderela está ainda bem viva no interior daquela que seu coração escolheu. Uma namorada que vira esposa esquece-se muitas vezes que precisa estar bela para o seu querido.

Cada qual consagra mais do seu tempo a outras coisas porque pensa que o que foi adquirido é definitivo. Mas não é. O amor, por mais forte que seja, se desgasta também. Viver a dois é viver a dois e não somente dormir a dois. Se cada um vai procurar satisfações em outros lados, a relação se termina.

É preciso guardar-se um pouco para o outro. É preciso conservar um pouco de mistério, não ser tão comum. É preciso continuar namorando, mesmo se os meses e anos passam. É preciso não estar distante demais para que o outro perceba que pode escolher outros caminhos, nem junto demais para que o outro não se sufoque.

É preciso muita maturidade para se viver essas situações. É preciso guardar-se de envolver as famílias nos problemas do casal.

Se você se encontra numa situação assim e precisa conversar com alguém, tenha sabedoria para escolher essa pessoa. Pais e mães, com todo o amor e respeito que devemos a eles, estão emocionalmente envolvidos demais para que possam ajudar e dificilmente não vão tomar partido, o que ao invés de ajudar, só atrapalha.

O próprio nome diz: vida a dois. Problemas a dois. Soluções a dois. Porque a felicidade ou infelicidade é a dois também.

E Deus, que é Pai dos dois, saberá dar orientação. É preciso, nesse caso, olhar para Ele, que sabe perfeitamente onde colar os pedaços e dar unidade onde nossos olhos humanos só vêm duas metades separadas e sangrando.

Autor: Letícia Thompson







17
nov
2012
As quatro estações do casamento – Gary Chapman


No casamento, a gente só entende o clima quando olha para dentro da janela.

Os orientais avaliam ânimos e humores pelas estações do ano. E os casamentos, em certo sentido, se assemelham muito aos sentimentos que cada uma delas propicia. O verão é cheio de alegria, celebração e atividade. O outono carrega ares de tristeza, angústia e perda. A primavera traz expectativas, promessas e a oportunidade do recomeço. O inverno, por sua vez, é a época da frieza, da indiferença e do isolamento.

Em qual das estações você vive com seu cônjuge? O que tem feito para tornar seu relacionamento cada vez mais estável, feliz e emocionalmente rico? Gary Chapman, autor de As cinco linguagens do amor – um sucesso que gerou várias continuações e presença constante em listas de mais vendidos, entre as quais a liderança por várias semanas do ranking de livros religiosos da respeitadíssima Publishers Weekly -, tem uma ajuda preciosa para oferecer.

Sobre o autor

Com mais de 30 anos de experiência em aconselhamento familiar e a respeitabilidade de quem pesquisa e ministra palestras sobre o assunto há décadas, o dr. Chapman sugere estratégias comprovadamente eficazes, baseadas em princípios e valores sólidos, para combater os fatores nocivos ao casamento e desenvolver um ambiente de convivência que permita a fluência das linguagens do coração.


Fonte: Editora Mundo Cristão







15
nov
2012
Tem coisas que só acontecem comigo!!


Tem coisas que acontecem comigo e com o Botafogo. Fomos passar o domingo lá em Itaboraí,nessa época as meninas eram pequenas. A família que iria nos receber,sabia que ficaríamos até à noite, pois a programação se estenderia até o final do domingo. Chegamos à casa, quase na hora do almoço, e, eu angustiada,não via movimentação de nada cozinhando ou cheiro de comida. Minha preocupação era com as crianças, pois chega a hora da fome,elas não querem nem saber, querem comer. Fui para cozinha,ajudar e, tentar desembolar o almoço,pois já era quase meio dia, de repente a dona da casa fala:

– Não preparei nada,pois não sei cozinhar pra gente chique,não sei o que vocês comem.

Eu, arregacei as mangas e fui para a cozinha fazer tudo!!!!

Cozinhar feijão, fazer arroz,bife e salada de alface.


Falei para a dona da casa que éramos simples,que comíamos de tudo, mas que ela poderia deixar por minha conta que eu faria a comida. Se, ela já tivesse me falado, já chegaria ligando o fogão. A essa altura do campeonato as crianças já estavam pedindo comida. Ufa,que sufoco!!! Da próxima vez,já procuro logo uma pensão ou um restaurante.
Mas, pensando nesses casos da vida,nesses sufocos que todo mundo passa ,vamos poetar???







30
out
2012
O que mais contribui para o fim do casamento?
Categorias: Amor, comportamento, família,


Se tivesse apenas uma frase para responder ao título, citaria o Salmo 127:1, onde Salomão, o homem mais sábio que já viveu, diz que

“se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam”.

Neste caso, o fracasso de uma relação teria o seu motivo centralizado na ausência de um Construtor – o Senhor. Salomão, inspirado por Deus, está querendo nos dizer que para uma casa, um lar ser solidamente edificado, é preciso convidar ao Senhor para construí-lo. E isso deve começar a acontecer já no namoro. É nesta fase que os dois devem começar a orar juntos (por mais embaraçoso que possa parecer a princípio), e partilhar de momentos devocionais a dois. Depois do casamento, se essa estrutura espiritual não for sólida o suficiente, pode rachar e ruir diante dos conflitos e problemas que abalam a toda e qualquer família durante o seu ciclo vital.

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Entre as crises naturais que geralmente abalam o relacionamento de um casal, e que constituem parte natural do ciclo vital da família, estão o próprio casamento (com a necessidade do estabelecimento de novas regras de convivência, etc.), o nascimento de um filho (ou de mais um filho), a adolescência de um ou mais filhos, a menopausa ou a controversa andropausa (com o fantasma da disfunção erétil) e a saída dos filhos de casa (esta é a conhecida síndrome do “ninho vazio”). Além dessas crises, existem outras circunstâncias, não comuns ao ciclo vital, mas que também podem afetar a vida familiar, como o desemprego de um ou dos dois cônjuges, a morte de um membro da família, crise financeira, doença grave ou incurável, o nascimento de um filho com deficiência ou a mudança de toda a família para outro lugar (pastores, militares e gerentes de banco sabem muito bem o que isso significa…). E não podemos deixar de citar as causas popularmente mais conhecidas para a separação como a famosa “incompatibilidade”, agressões físicas, a infidelidade por parte de um (ou dos dois), abuso sexual dos filhos e a “perda” do amor. Mas será que qualquer um desses motivos, diante de Deus, seria desculpa aceitável para a separação? A resposta, na maioria dos casos, deveria ser um firme não, mas em outros, precisamos reconhecer que não é fácil.

Por falar em “perda do amor”, esta causa acaba sendo uma das mais citadas simplesmente pelo fato de que todas as anteriores acabam desembocando nela. É por isso que, aparentemente contradizendo o que foi afirmado no início do texto, poderíamos dizer que o que mais contribuiria para o fim de um casamento seria então a tal perda do amor. Na verdade, o que se verifica é que o que mais contribui para a perda do amor dentro de uma relação é o fato de que hoje o verdadeiro amor não é mais conhecido nem reconhecido. À exceção de uns poucos felizardos, quase ninguém mais sabe como ele é! E, de acordo com uma das máximas da comunicação, aquilo que não é visto, não é conhecido e portanto não existe. Como poderia alguém conservar, cuidar ou até procurar um objeto que nunca tenha visto? Procurar um livro acerca do qual você nada sabe, nem mesmo a cor da capa, o assunto, ou o título, seria uma tarefa virtualmente impossível. Poderia até ser que você o encontrasse por acaso, mas não iria reconhecê-lo, e, possivelmente, sem saber o desprezaria! E, então, como pode alguém manter o amor dentro do casamento sem saber como ele é?

Bem, o amor verdadeiro, como é descrito na Bíblia, não é algo que mora com os homens. A experiência do amor verdadeiro é uma impossibilidade para um ser humano normal, que não anda com Deus. Isso que as pessoas sentem por aí pode até ser parecido com amor, mas ao fim percebe-se que tem muito mais de egoísmo que de amor. Ellen G. White, já há dois séculos, dizia que o oposto do amor não é o ódio, como muita gente pensa, mas sim o egoísmo (veja, por exemplo, Mente, Caráter e Personalidade, p. 205, 206, 562 e 606). Os relacionamentos do mundo moderno, dos filmes e das novelas, estão muito mais baseados nos sentimentos momentâneos do coração egoísta e pecaminoso do que nos altos e purosprincípios do amor, como estão explicados na Palavra de Deus. A miséria e o sofrimento que têm assolado quase que gerações inteiras, como a nossa, têm como causa certa a imitação consciente ou não desses padrões inapropriados do assim chamado “amor”. E, mesmo assim, tem muita gente aconselhando por aí: “Você tem mesmo é que seguir o seu coração!” Mas como seguir meu coração, isto é, meus sentimentos (que mudam de uma hora para a outra), se a Bíblia diz que “enganoso é o coração do homem, desesperadamente corrupto, quem o conhecerá?” (Jr 17:9). Seguir apenas os sentimentos de um coração pecaminoso, sem Deus, não é apenas loucura. É crueldade para consigo mesmo e para com os outros.

Portanto, você e eu precisamos saber que o verdadeiro amor não é um sentimento apenas, ou uma atração louca e irresistível, irracional até. Essa ideia é fruto do pecado, da mídia moralmente comprometida, das novelas e dos sonhos de uma Hollywood sem Deus. O verdadeiro amor, na verdade, é uma parte do caráter de Deus, que Ele dá a cada dia, pela manhã, para Seus filhos, quando eles O buscam em família e em particular, através do culto familiar, da oração, da meditação e da leitura da Bíblia. Esse amor não tem em vista apenas seus próprios sentimentos, direitos e necessidades, mas em primeiro lugar os sentimentos, necessidades e direitos dos outros (Filipenses 2:3 e 4). Na verdade, como diz John Powel, “amor é um compromisso incondicional com uma pessoa imperfeita”. E é verdade: sem esse amor, não existe casamento que resista. E se durar, dura apenas para matar, para maltratar e traumatizar, e para mostrar aos filhos que, pelo menos para os pais, Deus não existe!

Porque “aquele que não ama, não conhece a Deus, porque Deus é amor”!

Fonte: Pr. Marcos Faiock Bomfim em Outra Leitura

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