Compartilhando as Letras » fé
20
mai
O perigo da riqueza



“O que impede o homem de entrar no céu, não é o fato de possuir riquezas, mas o fato de as riquezas o possuírem.”

(J. Caird)

19
mai
A alegria do casamento


Há poucas semanas, fui ao casamento de um jovem casal. Então, no dia seguinte, fui a uma festa de cinquenta anos de casamento de outro casal.

O primeiro evento foi caracterizado pela expectativa. O casal estava brilhando com otimismo, esperando os anos que viriam. Foram faladas palavras de instrução pelo evangelista, orações pela direção de Deus foram oferecidas por eles, e todos os desejaram o bem.

Por outro lado, o aniversário de casamento foi caracterizado pela reflexão. Havia fotos à mostra que passavam pela vida do casal. Uma cópia da certidão de casamento de 50 anos atrás também estava à mostra para todos verem.

“Eu me lembro de quando…”

foi ouvido frequentemente naquela tarde.

Apesar de diferentes em muitos aspectos, a alegria era a emoção que dominava ambos os eventos. A alegria pelo que virá e a alegria pelo que já ocorreu. As cerimônias de casamento e festas de aniversários de casamento são ocasiões naturais de grande comemoração porque o casamento em si está no meio de tantas alegrias da vida. É a fonte da qual muitas das experiências mais satisfatórias fluem, como o nascimento dos filhos, a criação dos filhos e ver o nascimento e crescimento de netos e bisnetos. Mesmo os acontecimentos mais mundanos da vida se tornam especiais quando são compartilhados com um parceiro que ama.

É, portanto, uma emoção que nem todos associam mais com o casamento. Com mais ou menos metade dos casamentos hoje terminando com processos de divórcio e brigas pela guarda dos filhos, a dor se tornou a emoção que muitos associam com o casamento.

Porém, não é assim que Deus planejou. Apesar de todos os casamentos terem pontos difíceis, Deus deseja que a união do casamento seja fonte de grande alegria.

“O que acha uma esposa acha o bem e alcançou a benevolência do Senhor” (Provérbios 18:22).

A razão pela qual o casamento encontra dificuldades na nossa sociedade é que as diretrizes básicas de Deus pelo casamento foram jogadas fora. Sem Deus direcionando o casamento, há pouca esperança pela alegria nele. Sem Deus guiando o casamento, nem é provável que dure.

“Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam…” (Salmo127: 1).

Por isso que os dois eventos em relação a estes dois casais foram tão refrescantes para mim. Eles ofereciam a esperança de que se as pessoas aplicarem a vontade de Deus ao seu casamento, como o tinha feito o casal que estava comemorando o aniversário de casamento, então pode funcionar. E não só irá funcionar, mas funcionará maravilhosamente trazendo muita alegria a tantos outros. Eu acredito que assim será o caso do casal jovem cujos votos testemunhei no mesmo final de semana pelo simples fato de que eles também tem um compromisso profundo com o Senhor.

A alegria no casamento depende não de sentimentos românticos nem de prosperidade econômica nem de sorte. Se você terá ou não alegria no seu casamento dependerá de se você e seu esposo estiverem dispostos a se submeterem a vontade de Deus. Ele criou o casamento e ele tem a chave para encontrar e manter a alegria nele.

Fonte: Phillip Mullins em Estudos da Bíblia

18
mai
Arqueólogo,encontra relíquias que podem comprovar a existência do Rei Davi


Relicário de barro escavado próximo a Jerusalém: produzido há cerca de mil anos

Arqueólogo encontra relíquias que, segundo ele, comprovam a existência do personagem bíblico. Especialistas, porém, alertam para o risco de pesquisas como essa terem viés político


Candelabro de barro: resquícios de uma cultura sofisticada

A existência do rei Davi, o jovem que derrotou o gigante Golias e se transformou em um dos principais personagens do judaismo, do cristianismo e do islamismo, jamais foi confirmada. Um historiador da Universidade Hebraica, em Jerusalém, contudo, acredita ter encontrado a prova de que o monarca não só existiu, como governou uma região de cultura sofisticada, com traços arquitetônicos elaborados e centrada na adoração de um único Deus, Javé.

Um dos mais renomados arqueólogos bíblicos, o israelense Yosef Garfinkel anunciou ontem que, depois de cinco anos de escavações no Vale de Elá, a cerca de 30km de Jerusalém, sua equipe encontrou ferramentas e artefatos de ferro e cerâmica em três santuários de pedra que, de acordo com ele, eram do tempo de Davi e, mais tarde, foram anexados ao Primeiro Templo de Salomão. As peças são as mais antigas já descobertas referentes aos primeiros monarcas judaicos, descritos pela Bíblia no Livro dos Reis. Além das escrituras sagradas, não há outras fontes que citem esses reis.

Segundo a tradição religiosa, Davi, que teria vivido entre 1040 a.C. e 970 a.C., queria construir um local de adoração para guardar as tábuas com os 10 mandamentos, ditados por Javé ao profeta Moisés, mas Deus não permitiu, porque ele havia se envolvido em muitas guerras. Foi permitido, contudo, que seu filho, mais tarde o rei Salomão, edificasse o santuário. Enquanto isso não ocorria, a arca da aliança, que guardava as tábuas, ficava no tabernáculo, um santuário móvel, que acompanhava os judeus durante as migrações, desde o êxodo do Egito. O livro bíblico das Crônicas diz que Davi passou a Salomão, ainda muito jovem, todos os detalhes da construção do templo definitivo. Já no livro de Reis 1, há descrições do local e, segundo Garfinkel, elas se encaixam com os objetos encontrados. O templo foi pilhado e destruído no cerco a Jerusalém pelos babilônios, em 587 a.C.
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Santuário

Datados com carbono 14 na Universidade de Oxford, no Reino Unido, os objetos foram produzidos entre 1020 a.C. e 980 a.C., quando Davi teria governado a Fortaleza de Kuttamuwa, onde hoje é o sítio arqueológico. Os artefatos, segundo Garfinkel, eram usados em cultos religiosos. Trata-se de cinco blocos de pedra, dois altares de basalto, dois vasos de cerâmica e dois oratórios portáteis, um de cerâmica, com 20cm de altura, e outro de pedra, com 35cm. O relicário de argila tem uma fachada elaborada, na qual se veem dois leões (símbolo da tribo de Judá, à qual Davi teria pertencido), uma porta principal, um pano dobrado e três pássaros pousando no telhado.

O santuário de pedra é feito de calcário fino, pintado de vermelho, com o estilo de arquitetura semelhante ao dos templos gregos, como o Pathernon. No alto, há um elemento de entalhe chamado triglifo, caracterizado por sulcos que se intercalam. “Nossa descoberta tem importância mundial, pois é o mais antigo exemplo desse tipo de arquitetura”, conta Garfinkel. Segundo ele, durante muito tempo, o livro dos Reis foi entendido de maneira errada. A expressão slaot, traduzida como “pilar”, seria, na verdade, o triglifo. O tipo de porta, embutida, também é descrita na Bíblia, tanto em Reis quanto em Ezequiel. “Escavar esses objetos foi como entrar em uma cápsula do tempo”, empolga-se o especialista.

O arqueólogo garante que o estilo dos artefatos mostra que os frequentadores do tabernáculo respeitavam orientações judaicas, de proibir a reprodução de imagens humanas em objetos decorativos e esculturas. Dessa forma, não se poderia atribuir os objetos a religiões politeístas, como a dos cananeus e dos filisteus. Na Fortaleza de Kuttamuwa, há outros indícios de obediência às leis judaicas, como a de não comer porco nem oferecer esse animal em sacrifício.

“Já descobrimos milhares de ossadas de outros animais, como ovelhas, cabras e bois, mas jamais encontramos ossos de porcos”, diz Garfinkel,

cujas descobertas foram publicadas no livro Footsteps of king David in the Valley of Elah (Pegadas do rei Davi no Vale de Elá, em tradução livre), lançado ontem em Jerusalém.

Para o arqueólogo, as descobertas fornecem evidências fortes que contradizem os acadêmicos para quem Davi não existiu ou apenas liderou uma tribo pouco significativa. “Essa é a primeira vez que arqueólogos descobrem uma cidade fortificada de Judá, datando do tempo do rei Davi. Mesmo em Jerusalém não temos uma cidade fortificada desse período. E a riqueza decorativa e arquitetônica mostra que era um local culturalmente avançado, então, o argumento de que ele era uma figura mitológica ou líder de uma pequena tribo pode estar errado”, diz.

Política

Historiador e arqueólogo com ênfase em judaísmo helenístico e paleocristianismo, o professor do Instituto de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) André Chevitarese faz ressalvas às descobertas de Yosef Garfinkel. Ele conta que o ramo da arqueologia bíblica teve início no século 19, tendo como proposta “materializar aquilo que não pode ser explicado”. “Em um mundo cada vez mais laico, em que o ‘deus ciência’ se instaura no Ocidente, as experiências religiosas foram objeto de intensas críticas. A arqueologia bíblica surge como o lugar da materialidade, da prova da experiência de fé, tanto no judaismo quanto no cristianismo”, afirma.

De acordo com Chevitarese, autor de diversas publicações na área, no caso do judaísmo, há um outro componente que precisa ser considerado: a luta dos judeus pela criação do Estado de Israel. “A ideia é mostrar que toda aquela terra onde hoje está Israel é, e sempre foi, judaica. As escavações, então, ganham uma dimensão política”, afirma. O especialista, porém, faz questão de destacar que é favorável ao Estado de Israel exatamente onde ele está situado. Ele acredita, porém, que os achados arqueológicos não podem ser dissociados desse contexto político e social.

“Eu acho que as pessoas têm de aprender a ler a Bíblia. Há questões que podem ser interpretadas do ponto de vista histórico e outras, não. Alguns acadêmicos falam sobre questões políticas associadas à arqueologia bíblica, mas nós estamos descrevendo objetos que foram escavados em um sítio arqueológico e datados pela Universidade de Oxford”, rebate Yosef Garfinkel. Ainda assim, Chevitarese alerta que, ao se alegar a existência real de monarcas como Saul, Davi e Salomão, por exemplo, vinculando esses importantes personagens bíblicos a uma experiência monoteísta, o risco é interpretar que determinada religião é a “eleita”, em detrimento das outras.

Para o professor da UFRJ, é provável que, ao mesmo tempo em que adorassem Javé, os moradores da Fortaleza de Kuttamuwa prestassem homenagem a outros deuses, já que o monoteísmo como entendido hoje só foi estabelecido depois das guerras dos macabeus, dois séculos antes de Cristo. Ele faz uma comparação com os tempos atuais, quando um católico, por exemplo, pode se sentir à vontade em um templo budista sem, contudo, deixar de ser católico por causa disso. “Não existe um só judaísmo, um só cristianismo nem um só islamismo”, afirma.

“Eu acho que as pessoas têm de aprender a ler a Bíblia. Há questões que podem ser interpretadas do ponto de vista histórico e outras, não”

Yosef Garfinkel, arqueólogo autor da pesquisa

13
mai
Recomeçando do Zero


Você já quis ter uma borracha especial para apagar algo que fez, que aconteceu, algo que doeu tão fundo ou teve conseqüências tão graves que você daria tudo para voltar atrás e recomeçar?

Há muitos que dariam tudo na vida para recomeçar do zero, ter uma nova oportunidade para agir diferente, tomar outras decisões, fazer diferentes escolhas. E eu sei que muita gente já recomeçou uma nova vida, já deu uma volta importante que fez com que os caminhos mudassem de direção e isso sempre é possível.

Mas não é possível recomeçar do zero. Recomeçar do zero não existe! Não existe fingir que não houve um passado e não estar ligado a ele de alguma forma. Não existe zerar o coração, nem as emoções, mesmo se passássemos nosso tempo voltando os ponteiros do relógio.

A verdade é que se pudéssemos recomeçar do zero, numa amnésia existencial, cometeríamos erros novamente, choraríamos de novo… porque não traríamos conosco essa carga de experiência que carregamos hoje, que às vezes até pesa, mas é nossa e isso não podemos negar, nem renunciar.

E é melhor assim: acreditar que tudo o que fizemos valeu de alguma forma. Erramos? Sim, e daí? Aquilo que reconhecemos como erro não faremos novamente e cada vez que tropeçamos e aprendemos com isso, colocamos algo mais na nossa bagagem da vida.

Lamentar por algo que não se teve? Que perda de tempo! As lamentações pelo que não fizemos não acrescentam nada na nossa vida. Precisamos viver de coisas concretas, do que realizamos, do que tivemos, mesmo se as perdemos.

Quem nos julga deveria julgar-se primeiro.

Ninguém é de todo bom e de todo mau. Não existem pessoas melhores que as outras, apenas as que ainda querem aprender e as que já perderam a esperança. Quem não chora por fora, chora por dentro, a diferença é que nesse caso ninguém percebe.

É possível recomeçar a vida, com novas ambições, fazer do velho, o novo e com uma grande vantagem: dessa vez existirão os parâmetros de comparação, as chances serão maiores de tomar decisões acertadas.

Então, acredite: tudo o que você viveu até agora valeu a pena porque é dessa vivência que você tira seu aprendizado.

Se você tem 30, 50 ou 80 anos, você pode fazer sua vida diferente ainda, você pode olhar o mundo com olhos novos.

Deus não condena ninguém. São as pessoas mesmas que se condenam quando cruzam os braços, imobilizam as pernas e colocam uma venda nos olhos.

A vida continua, mesmo se muitos desistem. E ela é muito mais rica para aqueles que abrem os braços ao futuro, dão as mãos ao passado e recomeçam. Essas pessoas jamais se sentirão sozinhas.


Autor: Letícia Thompson

13
mai
Evitando conflitos


Muitos casais brigam, se ofendem, se entristecem,se magoam, porque não sabem evitar os conflitos. Todos querem ter razão, ninguém que parar, ponderar e avaliar o erro. Muitos tem dificuldade em pedir perdão e, liberar o perdão.

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O conflito se assemelha a um carrosel. É mais fácil pará-lo quando está no início, começando a rodar, do que quando se está em alta velocidade.


” A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura,suscita a ira. Provérbios 15: 1


Semeie amor quando o outro semear contenda:


Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem. Romanos 12 :21

Porque toda a lei se cumpre em um só preceito, a saber: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Gálatas 5:14

12
mai
10 lições extraídas do filme “Os vingadores” embasadas na Bíblia


O filme “Os Vingadores”, lançado recentemente nos cinemas tem sido um verdadeiro sucesso de bilheteria, com muita aventura e ação dos super heróis que saíram das histórias em quadrinhos da Marvel, o filme já ultrapassou a marca dos US$ 700 milhões de dólares de bilheteria.

Motivado pelo grande sucesso do filme, o pastor Grag Stier, que é envolvido com o trabalho com jovens nos Estados Unidos, relacionou várias características do filme e as comparou com princípios cristãos, desta forma ele elaborou uma lista com 10 lições extraídas do filme e embasadas através de textos bíblicos.

Segundo o pastor Stier, as lições podem ser aplicadas na igreja, pelos jovens ou por qualquer cristão, confira a lista do pastor:
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1.É difícil fazer com que eles lutem juntos, mas quando decidem fazê-lo, as pessoas são salvas (Filipenses 1:27).
2.Eles prosperam na diversidade (Gálatas 3:28).
3.Bruce Banner (o Hulk) tem um grande “poder interior” que pode usar a qualquer momento (Efésios 6:10).
4.O Homem de Ferro tem uma armadura impenetrável e sabe bem como usá-la (Efésios 6:13).
5.O Capitão América tem um poderoso escudo e sabe usá-lo (Efésios 6:15).
6.Thor empunha uma arma que destrói o inimigo (Efésios 6:17).
7.Hulk não se curva diante de outros deuses (Êxodo 20:3).
8.Eles não têm um plano de ataque. Eles só têm um plano… ATAQUE! (Tiago 1:22).
9. Seu líder tem cicatrizes (Isaías 53:3-6).
10.Eles estão unidos por uma causa comum (Mateus 28:18-20).

Fonte: Gospel+

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