
Tem horas que fico me perguntando: Por que certas mulheres teem filhos?? Era melhor viverem só para elas, colocam filhos no mundo para sofrerem e serem criados pelos outros. Será que o amor maternal está acabando?? É raridade em nossos dias??
Temos na Igreja um Projeto Social chamado: Projeto Amar. Esse trabalho, tira das ruas meninos e meninas, dá o reforço nas matérias da Escola e fornece alimentação adequada também. Estava ouvindo a psicóloga do Projeto falar que, esses dias uma menino de 6 anos foi fritar um ovo e queimou as mãozinhas.
A mãe foi trabalhar normalmente e o mandou cheio de dores para o Projeto. Ela alegou que não podia faltar , poderia perder o emprego!!! Mas o filho, ela pode perder?? Todo mundo sabe que queimadura, se não for bem tratada, pode gerar uma infecção e pode ser fatal.

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A diretora e a professora socorreram a criança que ficou internada devido a gravidade dos ferimentos. Que mãe é essa?? Com certeza, ela é uma MANDIOCA!!!!! Existem MÃES e MANDIOCAs , essa com certeza é a segunda opção. É uma mandioca bem dura de coração.
O Conselho Tutelar foi atrás dessa mãe. Que mundo nós estamos? Acho que a prioridade é a saúde do filho, depois o emprego e as outras questões!!!!
Eu fiquei chocada com essa história. Que descaso com o próprio filho!! Realmente é o Final dos Tempos!!!

Engraçado que, com o passar dos anos, vamos nos acostumando com o tipo de comida que o outro gosta também. Eu não gostava muito de rabada, achava estranho, minha mãe não fazia esse tipo de comida, mas como o Tuninho faz, aprendi a gostar.
Hoje ele fez uma rabada de enrolar a língua, colocou agrião e ainda por cima cortou o agrião em pedaços pequeninos para eu não engasgar. Meu médico me disse que, engasgos é coisa da minha cabeça. Médico é fogo!!! Quem se engasga sou eu, então eu é que sei o horror que é!!!
A rabada bem temperada, bem cozidinha é show!!! Já falei com o Tuninho que ele em matéria de cozinha pode dar um cursinho, ele é nota MIL!!! Ele manda bem na cozinha, dá uma força e tanto!!!!

Até para nós orientarmos a empregada, precisamos saber cozinhar um pouco. Eu tive uma empregada que não conhecia os tipos de carne. Uma certa vez, ela fez um quilo de filé ensopado!!! É isso mesmo, filé ensopado!!! Horrível!!! A carne foi toda para os cachorros, muda o sabor, fica sem graça, ficou uma carne aguada, esquisita.
Mas, o que quero contar pra vocês é algo engraçado que aconteceu por aqui. Estava fazendo meus exercícios de fonoaudiologia e existem vários barulhinhos para apurar as cordas vocais e lá estava eu: bbbbbbbbzzzzzzzz, bbbzzzz,zzzssssssszzzzzzsssss, de repente o Tuninho sai e me diz:
- Sonia você ouviu um barulho de um bicho esquisito????
Eu então fiz os sons: bbbbbbbzzzzzzzz, bbbzzzzz, sssssssssssszzzzzzzzzz, é esse o barulho???
- Pensei que fosse um besouro ,me disse ele.
- Não liga, não!!! São meus exercícios de fonoaudiologia, rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsr!!! Minha readaptação, termina agora e, para nova avaliação , preciso passar pela fono e otorrino.
Besouro é dose, não???? Na realidade a gente se diverte muito.

Hoje estou um pouquinho triste. Notem que cheguei aqui agorinha, a inspiração passou longe de mim. Será que o frio mexe conosco?? Eu me sinto sem ânimo com esse frio. E acordar cedo?? Que sufoco?? Acordo cedo, mais gosto mesmo é de dormir até tarde, se eu pudesse e, se meu dinheiro desse acordaria depois das 9 horas. Alguns vão me dizer que o dia não rende, que Deus ajuda a quem cedo madruga, mais eu sou dorminhoca, confesso!!!! Quando estou em Saquarema e, não tenho compromisso com horários, durmo até às 10 horas. Pensando nesse friozinho de arrepiar a costela, vamos poetar?? Leia essas poesias tomando um chocolate quentinho e comendo um bolinho de fubá com coco .HUuuuuuuuummmmmm, que delícia!!!!

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Sempre Fica
você continua existindo
em algum lugar em mim
que nem eu mesma sei
aonde ao certo encontar
mas sei que você vive
de uma forma feliz
e audaciosa de permanecer
fomos idealistas quando
queríamos ser verdadeiros
mas amor e promessas
exigem coragem
e nós perdemos
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(Cáh Morandi)

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queria que você não parecesse
com tudo aquilo que imagino
de perfeito e de amor
tento pensar em você
sem me apaixonar
chego a jurar que
te escapa algum defeito
erro de fabricação
desvio de trajetória
você tem tudo para ser
alguém que todo mundo quer
e não estou exagerando
nem brincando
eu falo sério
é sério
que eu quero
você
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Cáh Morandi

Ninguém é indispensável
É certo que ninguém é indispensável na vida. Através da história vemos quantos atravessaram, partiram, alguns deixaram grandes marcas, outros apenas simples pisadas, mas toda a humanidade sobreviveu mesmo quando os grandes nomes partiram.
O fato de não sermos indispensáveis, porém, não implica não sermos necessários e importantes. Uma gota de água é sempre uma gota de água a mais, uma pétala, um meio a mais para aumentar a beleza e formosura de uma flor.
Cada um é, na sua simplicidade, sua maneira grande ou pequena de contribuir com a história, um pedacinho de vida útil na construção do mundo. Nosso corpo é, da cabeça aos pés, um todo formado de pequenas partes necessárias umas às outras.
Quantos de nós não evolui no trabalho simplesmente porque pensa que o que faz não tem importância ou é menos importante que seu vizinho, amigo ou chefe?

Ora, a importância de um trabalho, seja ele qual for, está no valor que damos a ele. O mundo precisa de toda contribuição para continuar a caminhar. Além disso, nossa utilidade está não só no trabalho que produzimos, mas naquilo que podemos dar de nós como seres humanos.
Jesus trabalhou como carpinteiro e certamente produziu coisas materiais, mas a herança que deixou na construção humana e espiritual é incomparável a qualquer outra.
Toda profissão é bela, que seja ela diplomada de universidades ou da vida. Toda função é importante para que o mundo possua significado. Toda pessoa é única e o espaço que ela ocupa é só dela. Toda pessoa tem de si a dar, sem se perder um milímetro nessa doação, muito pelo contrário.
Não… não somos em absoluto indispensáveis à vida, mas, definitivamente, somos imprescindíveis na história do mundo se sabemos dar de nós de maneira generosa e ilimitada.
© Letícia Thompson

Tempo de ser feliz

Há coisas que nada como o tempo para resolver. Não, ele não resolve, claro, mas deixa essa impressão de que o tamanho das coisas é bem menor visto de longe. Enormes problemas hoje podem assim ser vistos de maneira diferente amanhã ou depois. Eles não são, provavelmente, menores, mas o primeiro susto já passou e podemos ser mais objetivos.
Quando estamos por demais envolvidos por nossas emoções, nosso racional se perde. Só mesmo as águas calmas depois da tempestade podem nos mostrar o quanto somos resistentes.
Mas… como nem tudo na vida é branco e nem tudo é preto, o tempo, de aliado pode passar a ser um inimigo. E se a vida fosse menos complexa teríamos mais habilidade para saber onde encontrar a diferença, a sutil diferença entre o que se deve deixar passar e o que se deve apegar.
Se algumas situações se acalmam com o passar do tempo, outras apenas se acomodam e nos dão a ilusão de que o tempo apenas está curando.
Infelicidades e insatisfações do coração não se resolvem e não se tornam menores com o tempo, elas apenas se instalam e criam raízes. Acreditamos assim com a força da nossa alma que um dia ao acordar algo terá mudado, que o amor perdido terá voltado, que a vida terá o mesmo sabor que antes ou que terá, melhor ainda, o gostinho do melhor dos nossos sonhos.
Engano!… Certas coisas precisam do toque das nossas mãos, precisam da nossa vontade e força, da nossa disposição e da nossa fé. O tempo de amanhã será o mesmo se agimos ou não, mas nós não seremos os mesmos.
Precisamos aprender a dizer “não” ao que não nos convém, ao que não nos satisfaz, ao que nos mata silenciosamente. Precisamos abrir-nos à vida e viver de maneira que amanhã olhando para trás não tenhamos tantos arrependimentos, apenas esse sentimento de auto-satisfação, esse sentir de que o tempo passou sim, mas não passou sozinho, pois tivemos a sabedoria de caminhar de mãos dadas com ele, tal qual à noiva cheia de sonhos, prometida à felicidade.
© Letícia Thompson


O verde dos cafezais
O café não é uma planta brasileira. Ele veio de muito longe.
Foi um português, Francisco de Melo Palheta, que trouxe da Guiana Francesa para o Brasil as primeiras mudas do café no século xvlll. Elas foram plantadas no atual estado do Pará, que fica no Norte do Brasil.
Do Pará o café foi para o Rio de janeiro, onde, em torno de 1760, apareceram os primeiros cafezais.

A maior parte da produção do café era vendida para a Europa e Estados Unidos, onde também se tornou hábito tomar cafezinho.
Na Europa o café era considerado um santo remédio, um produto de grande aceitação. Veja um anúncio de café , na Europa:

“O café seca todo o humor frio, expulsa os ventos, fortifica o fígado, purifica da sarna e da doença do sangue; refresca o coração e o bater vital dele, alivia os que têm dores de estômago e falta de apetite, é igualmente bom para indisposições frias, úmidas ou pesadas do cérebro.”
Francisco Alencar et al. Brasil Vivo. Petrópolis : Vozes, 1995. v. 1
Fonte:
Gente do Rio, Rio da Gente
História
Editora do Brasil
