14
nov
2014
Conhecendo a fazenda Loanda/ Bananal SP
Categorias: História, Turismo


Fazenda Loanda

Seu início foi ali pelos idos de 1790,desmembrada da Sesmaria de nº 5, pertencente a Manoel Antônio de Sá Carvalho
Depois de algumas sucessões,chegou as mãos do Major José Ramos Nogueira, em 1812. Este, foi agraciado com as honras de
Sargento-Mor da Imperial Guarda de honra de sua Majestade D. Pedro l e, ainda,Cavaleiro da Ordem de Cristo.
Neste local,em 23/11/1823,nasceu Pedro Ramos nogueira, filho do Major e que,no ano de 1887, veio a tornar-se o “Barão da
Joatinga”.
A arquitetura da Fazenda Loanda,inicialmente,era no chamado estilo “Colonial Mineiro” e, anos após,( talvez no ano de 1850),
sofreu intervenção,para o estilo “Neoclássico”, muito em moda na época.
Seu atual proprietário, desde o ano 2000, realizou uma minuciosa restauração.Possui o imóvel um admirável acervo: móveis de
época brasileiros(em vários estilos e franceses.
Possui, ainda,grande quantidade de objetos escravocratas,louças,porcelanas e cristais que remontam aquele passado distante.
hoje a propriedade está aberta a visitação: Turismo Histórico e Pedagógico Rural.

Fazenda Loanda 3

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Fazenda Loanda7







24
jun
2014
No túnel do tempo do Compartilhando as Letras


 photo 220px-29-_Imperatriz_rainha_D_Leopoldina.jpg

Perdi alguns posts lindos do Compartilhando as Letras e, conforme eu for lembrando, vou postando por aqui para vocês. Talvez, eu não me lembre de todos os textos, mas as imagens estão aqui para recordarmos. Olhem essas imagens e trecho, que belezura!!!

 photo Leopoldina.jpg

Essa imagem aqui,eu estava comentando da vida sofrida e infeliz da imperatriz Leopoldina, citava o livro 1822 de Laurentino Gomes;

A sequencia de gravidez e parto logo cobrou seu preço. A princesa de olhos azuis e pele rosada que chegara ao Brasil em 1817 virou uma matrona. Por comodidade, não usava colete ou espartilho, como era moda entre as mulheres elegantes da época. A falta desse adereço, deixava à mostra o corpo flácido e as curvas exageradas.O francês Jacques Arago a descreveu como uma cigana malvestida, com os cabelos desalinhados, que pareciam não ter sido penteados havia mais de uma semana.

” Nenhum colar,nenhum brinco ou anel nos dedos ,registrou.

” A camisola demonstrava ter sido usada muito tempo, a calça estava amassada e surrada em vários lugares.

Lendo esse pequeno trecho, vejo que a mulher,tem mais é que se cuidar, fazer suas unhas, manter uma alimentação saudável e equilibrada, fazer seus exames periódicos etc… Essa situação da Imperatriz Leopoldina,teve uma série de fatores ,que a levaram a isso, leiam o livro,pois é muito interessante.

Fonte:Livro 1822 de Laurentino Gomes







4
dez
2012
Origem dos símbolos de Natal


Símbolos do Natal

ÁRVORE DE NATAL E OS PRESENTES – a origem da árvore de Natal vem da antiga Babilônia. Vem de Ninrode, neto de Cão, filho de Noé. Ninrode se afastou de Deus e enveredou-se pelo caminho da apostasia. Segundo se sabe, Ninrode era tão perverso que se teria se casado com a própria mãe, cujo nome era Semíramis. Após a sua morte, sua mãe-esposa propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida. E, todo ano, no dia de seu aniversário de nascimento ela alegava que Ninrode visitava a árvore “sempre viva” e deixava presentes nela. Entre os druidas, o carvalho era sagrado, entre os egípicios as palmeiras, em Roma era o Abeto, que era decorado com cerejas negras durante a Saturnália. O deus escandinavo Odin era crido como um que dava presentes especiais na época de Natal a quem se aproximava do seu Abeto Sagrado. Esta é a verdadeira origem da “Árvore de Natal” e da prática de se dar “presentes”!

O “PAPAI” NOEL – o velho “Noel” não é tão bondoso e santo quanto muitos pensam! O nome “Papai Noel” é uma corruptela do nome “São Nicolau”, um bispo romano que viveu no século V. Na Enciclopédia Britânica, vol.19 páginas 648-649, 11ª edição inglesa, consta o seguinte:

“São Nicolau, bispo de Mira, um santo venerado pelos gregos e latinos no dia 6 de dezembro.


DAR PRESENTES ÀS ESCONDIDAS
– a lenda das dádivas do “Papai Noel” oferecidas as escondidas, de dotes, às três filhas de um cidadão empobrecido.” Daí teria surgido a prática de se dar presentes “as escondidas” no dia de São Nicolau (6 de dezembro). Mais tarde essa data fundiu-se com o “Dia de Natal” (25 de dezembro), passando a se adotar também no natal essa prática de se dar presentes “às escondidas”, como o fazia o Saint Klaus (o velho Noel!). Daí surgiu a tradição de se colocar os presentes às escondidas junto às árvores de natal!

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COROA DE AZEVINHO OU GUIRLANDA – ás vezes conhecida por “coroa de Natal” ou “Guirlanda” são memoriais de consagração. Em grego é “stephano”, em latim “corona” – podem ser entendidas como: enfeites, oferendas, ofertas para funerais, celebração memorial aos deuses, celebração memorial à vitalidade do mundo vegetal, celebração das vítimas que eram sacrificadas aos deuses pagãos, celebração nos esportes. Significam um “Adorno de Chamamento” e, conseqüentemente, são porta de entrada de deuses. Razão pela qual, em geral, se colocam as guirlandas nas portas, como sinal de boas vindas! A maior parte

dos deuses pagãos do Egito aparecem sempre com a “guirlanda” na cabeça! A Bíblia não faz qualquer menção de uso de “guirlanda” no nascimento de Jesus. Só existe uma guirlanda na Bíblia, e esta foi feita por Roma para colocar na cabeça de Jesus no dia da sua morte. Esta guirlanda de espinhos é símbolo de escárnio!


VELAS OU LUZES
– o uso de velas é um ritual pagão dedicado aos deuses ancestrais. A vela acendida está fazendo renascer o ritual dos solstícios, mantendo vivo o deus sol. Não tem nenhuma relação com o candelabro judaico (ou Menorah). Mais recentemente, em lugar das velas passou-se a adotar velas elétricas, velas à pilha, e, finalmente, as luzes – o sentido é o mesmo!


SINOS – os sinos emitem sons agradáveis e audíveis à distância, e são tocados em ocasiões geralmente festivas. Fazem parte do campanário das igrejas e também têm uso particular. Servem para enviar mensagens pelo ar. E a grande mensagem é o nascimento de Jesus. Por isso, o sino é o sinal de anúncio e alegria para todos.

*** Continua na 2ª parte

Fonte: Google







27
jul
2009
Games online da BBCHistory: Batalha de Waterloo


Mais um game que pode ser utilizado para aprender história. O game The Battle of Waterloo foi desenvolvido pela BBCHistory.

Nele, você pode escolher entre jogar na pele de Napoleão, general francês; ou na pele de Duque de Wellington, general das forças aliadas da Inglaterra.


O objetivo é utilizar da estratégia para ordenar tropas da infantaria, cavalaria e artilharia, assim como usar os obstáculos corretamente para vencer a batalha! A estratégia vai sendo montada a partir de uma série de decisões que o jogador faz, no decorrer do embate.

Mudando o rumo da história

Um aspecto que eu acho bem legal é o fato de que, neste game, você pode mudar o rumo da história, afinal, Napoleão foi derrotado na Batalha de Waterloo. Em seguida, sofreu exílio na Ilha de Santa Helena, onde veio a morrer. Ora, o game permite criar novas estratégias para corrigir os erros que Napoleão cometeu.

O game é em inglês, e exige um certo domínio da língua para jogar, até porque existem muitas opções a ser tomadas para vencer a batalha. Para jogar, clique na imagem abaixo.

Para jogar,clique na imagem

***Essa é mais uma super produção do meu amigo Profº Michel, um cara comprometido com o ensino de maneira lúdica e prática.  Visitem e mudem o seu conceito de Educação, simplesmente maravilhoso!!!!







24
jul
2009
De onde veio sua roupa?


Tudo o que está no seu guarda-roupa é mais velho que você. E, para chegar até aqui, as peças passaram por uma viagem e tanto.

No período de 1500A.C. – 1000 A.C.–  Quando os faraós dominavam o Egito, as roupas eram feitas de retângulo de linho amarrados ao corpo. O pessoal tinha até linha e agulha para costurar tudo., mas gostava do efeito drapeado que a amarração criava. Para os Egípcios, esse ondulado- o mesmo que cortina de casa tem- era sinal de civilização.

500 A. C.  –  100 A. C. _Os gregos , também achavam que roupa justa era para brutos. Mas tinham truques para sofisticar os trajes folgados, como presilhas para segurar o tecido. Ou um charme na cintura: amarravam um cordão e deixavam um pouco de tecido caído por cima dele. ( Como a puxadinha que damos na camisa  que está por dentro da calça.)

Nó na Garganta: O pano cheio de frufru enrolado no pescoço do rei Carlos 2º evoluiu até virar a nossa gravata de hoje.

JABÔ: O lenço de renda exibido por Carlos 2º, virou moda no século 17.  

ASCOT: Mais tarde os nós viraram tendências- esse era o da nobreza inglesa.    

SOLITÁRIA- O século 18 foi das perucas – para prender os cachos artificiais, os homens trocaram o lenço por uma fita preta. As pontas da fita eram amarradas no pescoço- e as sobras criaram a gravata de hoje.

**  Quer saber de tudo??  Leia a Revista Super Interessante de julho/2009.

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