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	<title>Compartilhando as Letras &#187; História</title>
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		<title>Mar Morto pode responder muitas dúvidas&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 21:24:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sonia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Segundo um novo estudo, o Mar Morto quase desapareceu cerca de 120.000 anos atrás, e isso pode acontecer de novo. Os pesquisadores perfuraram mais de 460 metros em uma das partes mais profundas do local para chegar a essa descoberta, que vem em um momento em que o Mar Morto está se encolhendo rapidamente, as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/compartilhandoasletras/mar-morto-e1323693182520.jpg"><center></p>
<p>Segundo um novo estudo, o Mar Morto quase desapareceu cerca de 120.000 anos atrás, e isso pode acontecer de novo.</p>
<p>Os pesquisadores perfuraram mais de 460 metros em uma das partes mais profundas do local para chegar a essa descoberta, que vem em um momento em que o Mar Morto está se encolhendo rapidamente, as nações do Oriente Médio estão lutando por direitos de água, e especialistas estão debatendo se ele poderia secar completamente nos próximos anos.</p>
<p><strong>Os novos dados também estão ajudando a explicar a história geológica que corta os tempos bíblicos. As pesquisas podem oferecer oportunidades de verificar se os terremotos destruíram as cidades de Sodoma e Gomorra ou se a seca explicam porque José trouxe israelitas para o Egito para escapar da fome.<br />
</strong><br />
<center><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/compartilhandoasletras/ein-gedi-mar-morto.jpg"><center></p>
<blockquote><p>“Vemos muitas dessas histórias diferentes na Bíblia, sobre anos de vacas gordas e de vacas magras”,</p></blockquote>
<p> disse Steven Goldstein, geoquímico da Universidade de Columbia em Nova York. </p>
<blockquote><p>“Há intervalos onde parece que ele era uma terra de leite e mel, e períodos sem água, chuva e com muita fome”.</p></blockquote>
<p>A nova pesquisa começou não como uma tentativa de investigar acontecimentos bíblicos, mas para entender a história do Mar Morto, que está secando a taxas dramáticas nas últimas décadas.</p>
<p>Como resultado da evaporação e intensa demanda humana por água, a superfície do mar diminuiu 23 metros de 1930 a 2000. E a taxa de encolhimento parece estar acelerando. De 2000 a 2008, os níveis caíram 8 metros, mais outros 1,5 metros em apenas 2010.</p>
<p>Os cientistas têm debatido por muito tempo se o mar poderia secar totalmente. Como a água é muito salgada e as moléculas de sal e água se atraem mutuamente, os estudos de modelagem têm sugerido que uma certa quantidade de água permanecerá sempre lá.</p>
<p>Para ver se a história poderia ajudar a resolver esse debate, uma equipe internacional de pesquisadores perfurou os sedimentos do Mar Morto em território israelense em um ponto apenas ligeiramente mais raso do que ponto mais profundo do local, que fica do outro lado da fronteira, na Jordânia. Eles analisaram sedimentos de 200 mil anos.</p>
<p>A um nível correspondente com 120 mil anos atrás, durante um período quente entre eras glaciais, os pesquisadores descobriram uma camada de pequenos cristais em cima de 45 metros de depósitos de sal grosso. Eles assemelham-se a rochas que normalmente aparecem nas praias do mar – o que sugere que uma das partes mais profundas do local já foi seca pelo menos uma vez no passado.</p>
<blockquote><p>“Parece que o Mar Morto pode ter secado ou ficado muito perto da secagem sem intervenção humana”,</p></blockquote>
<p> disse o geoquímico Emi Ito.</p>
<p>Aquele período foi muito mais seco e quente do que hoje, com menor umidade e menos água fluindo para dentro do mar. Sendo assim, alguns especialistas duvidam que o local secará por completo, ou desaparecerá completamente no futuro, mesmo que diminua a um ritmo alarmante.</p>
<p>Ainda assim, não há nenhuma maneira de saber como as intervenções humanas modernas interagirão com as mudanças climáticas futuras para afetar o Mar Morto. E se o Mar Morto pode ficar seco uma vez, a preocupação é de que isso poderia acontecer novamente, aumentando a probabilidade de guerras pela água e perda de formas de vida que consigam prosperar em tais águas salinas.</p>
<p>Enquanto isso, historiadores e estudiosos da Bíblia acompanham as pesquisas para ver o que os próximos estágios do estudo dirão sobre o passado do local, que revela detalhes do clima e terremotos de épocas remotas.</p>
<p><strong>O Livro XV da Antiguidade dos Judeus, por exemplo, descreve um terremoto que destruiu a Judéia e matou 30.000 pessoas. E o Livro de Josué conta a história de um terremoto que derrubou as muralhas de Jericó e fez o rio Jordão parar de fluir, permitindo que os israelitas passassem. Talvez o Mar Morto tenha respostas para estes mistérios antigos.</strong></p>
<p><strong>Fonte: Hypescience</strong></p>
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		<title>Fragmentos do livro 1822</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Nov 2011 00:15:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sonia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Maria Leopoldina Josefa Carolina de Hasburgo, primeira imperatriz brasileira, tinha tudo o que o marido , D. Pedro 1, valoriza numa mulher, menos o fundamental: beleza e sensualidade. &#8221; Uma louraça feiarona&#8221;, assim a definiu o historiador Alberto Rangel. . A intelectual e virtuosa Leopoldina era, porém, rechonchuda e desleixada com as roupas e o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/compartilhandoasletras/220px-29-_Imperatriz_rainha_D_Leopoldina.jpg" alt="" /><center></center></center></p>
<blockquote><p>Maria Leopoldina Josefa Carolina de Hasburgo, primeira imperatriz brasileira, tinha tudo o que o marido , D. Pedro 1, valoriza numa mulher, menos o fundamental: beleza e sensualidade. &#8221; Uma louraça feiarona&#8221;, assim a definiu o historiador Alberto Rangel.</p></blockquote>
<p>.</p>
<p><center><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/compartilhandoasletras/cartas_leopoldina_imagem3.jpg" alt="" width="333" height="503" /><center></center></center></p>
<blockquote><p>A intelectual e virtuosa Leopoldina era, porém, rechonchuda e desleixada com as roupas e o corpo. Preferia colecionar rochas, borboletas, plantas e animais silvestres a participar das festas e noitadas que tanto fascinavam o marido.</p></blockquote>
<p>.</p>
<blockquote><p>&#8220;A América portuguesa seria um paraíso terrestre se não houvesse um calor insuportável e muitos mosquitos&#8221;, afirmou Leopoldina em carta de 24 de janeiro de 1818, admitindo pela primeira vez, que o paraíso não era tão completo quanto imaginara.</p></blockquote>
<p><strong>Fonte:</strong>Livro 1822 de Laurentino Gomes<br />
Editora Nova Fronteira</p>
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		<title>Como Steve Jobs matou os nerds</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Oct 2011 00:15:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sonia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[História]]></category>
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		<description><![CDATA[Jobs tinha 12 anos e um problema: Queria montar um frequenciômetro- aparelho essencial quando você precisa construir seu próprio circuito em casa. O menino não tinha todas as peças que precisava, então decidiu telefonar par alguém que certamente teria: Bill Hewlett, dono da HP. Era a maior empresa da região onde Jobs morava, naquele ano [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p> Jobs tinha 12 anos e um problema:<strong> Queria montar um frequenciômetro- aparelho essencial quando você precisa construir seu próprio circuito em casa. </strong>O menino não tinha todas as peças que precisava, então decidiu telefonar par alguém que certamente teria: Bill Hewlett, dono da HP. Era a maior  empresa da região onde Jobs morava, naquele ano em 1967.<br />
Graças a Hewlett-Packard, aliás aquele lugar na Califórnia, nos arredores de San Francisco, acabaria conhecido  como Vale do Silício.<br />
<center><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/compartilhandoasletras/tn_t_hero.png"><center><br />
     Jobs pegou a lista telefônica,encontrou um &#8220;William Hewlett&#8221; ali e ligou. O fundador do Vale do Silício e o jovem Da Vinci conversaram por 20 minutos. Jobs conseguiu o que precisava para montar seu frequenciômetro. E não parou mais. Alguns anos depois, conheceu sua cara metade, outro jovem que sabia tudo de frequenciômetro, osciloscópios e circuitos integrados: Steve Wozniack. Juntos eles criaram um aparelho que enganava os computadores das companhias telefônicas e fazia ligações para qualquer lugar do planeta de graça.  Uma vez, ligaram para o Vaticano &#8211; Wozniak se apresentou como Henry Kissinger e pediu pra falar com o papa ( Paulo Vl não atendeu.)</p>
<p>     Entre um trote e outro, os dois tiveram contato com o primeiro computador pessoal da história, o Altair 8800. Era basicamente uma supercalculadora, vendida na forma de kit para montar. Jobs e Woz gostaram tanto que resolveram fazer sua própria versão do aparelho e pôr para vender. Desenvolveram um protótipo no quarto de Jobs mesmo e, em 1976, deram a ele o nome de Apple 1. Esse primeiro Apple , por sinal, também vinha na forma de kit e não contava com certos luxos, como uma tomada, muito menos teclado, monitor ou gabinete. Era só placa-mãe, memória&#8230; A circuitaria pelada,que eles vendiampor US$ 666,66 (devem ter ficado bravos com o fora do papa&#8230;)</p>
<p><center><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/compartilhandoasletras/tn_apple1.jpg"><center><br />
<strong>Apple 1</strong></p>
<p>     Enquanto isso, em Albuquerque, Novo México, outro fã do Altair 8800 montava sua própria empresa: a <strong>Microsoft.</strong> <strong>Bill Gates </strong>nunca construiria sua própria máquina, ficaria só nos softwares( e ninguém pode dizer que foi uma má decisão).<br />
     Jobs por outro lado, não esperou nem um ano para lançar o Apple 11- desta vez, um computador completo. Aí o dinheiro começou a entrar pra valer.</p>
<p>.</p>
<p>***Fonte<strong> Revista Super Interessante</strong> de outubro/2011</p>
<p>**  Quer saber mais???  Leia na <a href="http://super.abril.com.br/tecnologia/como-steve-jobs-matou-nerds-641261.shtml">Superinteressante</a> de outubro/2011</p>
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		<title>Onde ficava Atlântida??</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Feb 2011 23:36:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sonia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Atlântida onde sempre esteve : Na cabeça de Platão O continente perdido já foi &#8220;encontrado&#8221; no mundo inteiro,  mas era só uma metáfora sobre a soberba. A não ser que você esteja pensando na praia de Atlântida, que ficava e ainda fica a 130 Km de Porto Alegr, a resposta é: lugar nenhum. Após [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/compartilhandoasletras/atlantida_thumb.jpg" alt="" /></p>
<p><em><br />
A Atlântida onde sempre esteve : Na cabeça de Platão</em></p>
<p><em>O continente perdido já foi &#8220;encontrado&#8221; no mundo inteiro,  mas era só uma metáfora sobre a soberba.</em></p>
<p>A não ser que você esteja pensando na praia de Atlântida, que ficava e ainda fica a 130 Km de Porto Alegr, a resposta é: lugar nenhum.</p>
<p>Após séculos de especulações, o consenso atual é de que o continente submerso descrito por Platão ( 428-348 a.C ) é tão real quanto Patópolis. Tudo o que o filósofo grego fezfoi criar uma fábula sobre a soberba.</p>
<p>Resumindo a história  contada  em<em> Timeu e Crítias</em>, há milhares de anos havia no meio do oceano Atlântico uma ilha gigante, praticamente um continente, na qual vivia uma civilização muito avançada e poderosa, que dominou grande parte da  África e da Ásia. Após uma tentativa fracassada  de invadir Atenas, Atlântida afundou &#8221; em um único dia e noite de infortúnio.&#8221; Moral da história: quanto maior a altura, maior a queda.  Até a Idade Média, todo mundo parecia ter entendido a brincadeira. No entanto, quando chegaram as Grandes Navegações e os europeus  passaram a descobrir continentes inteiros, surgiu a questão:  e se Platão estivesse falando sério??</p>
<p>Desde então, não há um oceano onde a ilha não tenha sido  &#8220;localizada&#8221; , inclusive em locais  com os quais  os gregos nem sonhavam, com o Altiplano Boliviano, a Indonésia e a Antártida.</p>
<p><em>Mas nenhuma dessas teorias tem fundamento algum.</em></p>
<p>É até possível que Platão tenha se inspirado em desastres naturais e conflitos internacionais do seu tempo, mas só usou essas referências para fazer ficção filosófica. Como escreveu o próprio Platão no livro que conta ahistória que deu origem ao mito todo:<em> &#8221; O grande desafio é achar um conto que sirva ao nosso propósito.&#8221;</em></p>
<p><strong>Fonte: Revista Super Interessante Março/2011.</strong></p>
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		<title>Passeando de ônibus pelo Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Feb 2011 00:59:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sonia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não sei se disse isso antes para vocês, sou um homem viajado nesse Rio de Janeiro&#8230; rs. Andei de bonde, de trem, lotação, triciclo, ônibus elétrico, lotada&#8230; fim dos anos 50 em diante. Extraí estas imagens de um slide que recebi, que não estava assinado, mas que dizia no final: &#8220;Que saudade!&#8221; De fato, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não sei se disse isso antes para vocês, sou um homem viajado nesse Rio de Janeiro&#8230; rs. Andei de bonde, de trem, lotação, triciclo, ônibus elétrico, lotada&#8230; fim dos anos 50 em diante.</p>
<p>Extraí estas imagens de um slide que recebi, que não estava assinado, mas que dizia no final: &#8220;Que saudade!&#8221;</p>
<p>De fato, que saudade daqueles tempos! Tudo era mais difícil. Os lotações andavam apinhados de gente. Todavia, uma dama não ficava em pé e os idosos eram respeitados. E chegávamos ao nosso destino em paz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><center><br />
<strong>Praça Mauá &#8211; Palácio Monroe (Passeio) &#8211; 1918</strong></p>
<p><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/11.jpg"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Praça Mauá – Leblon &#8211; 1928</strong><br />
<img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/12.jpg"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Jacaré – Copacabana &#8211; 1930</strong><br />
<img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/13.jpg"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Penha – Madureira &#8211; 1933</strong><br />
<img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/14.jpg"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Urca – Ipanema &#8211; 1944</strong><br />
<img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/15.jpg"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Praça Tiradentes  &#8211;  Penha &#8211; 1948</strong><br />
<img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/16.jpg"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Lins – Urca &#8211; 1949</strong><br />
<img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/17.jpg"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Nova Iguaçu – Praça Mauá – 1949</strong><br />
Passando por Bento Ribeiro<br />
<img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/18.jpg"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Parada de Lucas &#8211; Mourisco &#8211; 1949</strong><br />
<img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/19.jpg"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Praça Mauá &#8211; Abolição &#8211; 1949</strong><br />
<img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/110.jpg"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Castelo – Lagoa &#8211; 1950</strong><br />
<img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/111.jpg"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Saens Peña – Largo do Machado &#8211; 1950</strong><br />
<img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/112.jpg"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Vaz Lobo – Candelária – 1950 &#8211; Entrando na Av. Brasil</strong><br />
<img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/113.jpg"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Nilópolis – Praça Mauá &#8211; 1954</strong><br />
<img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/114.jpg"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Engenho Novo – Central do Brasil &#8211; 1955</strong><br />
<img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/115.jpg"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Maria da Graça &#8211; passagem de nível &#8211; 1955</strong><br />
<img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/116.jpg"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Praça Mauá &#8211; Rio-Belo Horizonte &#8211; 1957</strong><br />
<img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/117.jpg"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ribeira &#8211; Castelo &#8211; 1956<br />
Avenida Presidente Vargas, passando pela Central do Brasil</strong><br />
<img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/118.jpg"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>19 Linha 60 – Cosme Velho &#8211; 1958<br />
<img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/19-1.gif"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Praça Mauá &#8211; Fátima – C10 &#8211; 1959<br />
Praça Mauá &#8211; Aeroporto – Linha 62 &#8211; 1959</strong><br />
<img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/119.jpg"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Cinelância &#8211; 1961 – Passando pelo Teatro Municipal</strong><br />
<img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/120.jpg"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Rio Comprido – Leblon &#8211; 1963</strong><br />
<img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/121.jpg"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Linha 176 &#8211; Estrada de Ferro &#8211; Gávea &#8211; 1964</strong><br />
<img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/122.jpg"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Linha 378 &#8211; Castelo &#8211; Marechal Hermes &#8211; 1965</strong><br />
<img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/123.jpg"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Bonsucesso – Duque de Caxias &#8211; 1966</strong><br />
<img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/124.jpg"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Botafogo &#8211; 1966</strong><br />
<img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/125.jpg"></p>
<p><strong>Linha 202 &#8211; Rio Comprido – 1966</strong><br />
<img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/126.jpg"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Linha 215 &#8211; Praça 15 – Rua Uruguai &#8211;  1966</strong><br />
<img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/127.jpg"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Linha E-20 &#8211; Centro &#8211; Leblon &#8211; 1966</strong><br />
<img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/128.jpg"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Linha 378 &#8211; Castelo &#8211; Marechal Hermes &#8211; 1967</strong><br />
<img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/129.jpg"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Linha 546 &#8211; Marquês de São Vicente – Gávea – 1968<br />
Em frente à PUC</strong><br />
<img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/130.jpg"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Linha 123 &#8211; Praça Mauá – Jardim de Allah &#8211; 1970<br />
Avenida Rio Branco</strong><br />
<img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/antonioregly/131.jpg"></p>
<p></center></p>
<p>Fonte: <a href="http://recebiliegostei.com/">Recebi, Li e Gostei</a> um blog de sonhos, recheado de coisas boas do Pr. Antonio Regly. Passem  lá e confiram! </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Do entrudo ao Sambódromo</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Jan 2011 23:09:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sonia</dc:creator>
				<category><![CDATA[amizade]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
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		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
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		<description><![CDATA[O carnaval carioca começou há mais de 200 anos com o aparecimento do entrudo, cuja graça era jogar água das janelas ou balcões das casas  nas pessoas que passavam pelas ruas. Em 1856, o chefe da polícia da cidade do Rio de Janeiro acabou definitivamente com o entrudo. Começa então o carnaval carioca com seus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>O carnaval carioca começou há mais de 200 anos com o aparecimento do entrudo, cuja graça era jogar água das janelas ou balcões das casas  nas pessoas que passavam pelas ruas.</em></p>
<p><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/compartilhandoasletras/carnaval-historia-2-jean-baptiste-debret-1823-aquarela-museu-chacara-do-ceu.jpg" alt="" /></p>
<p>Em 1856, o chefe da polícia da cidade do Rio de Janeiro acabou definitivamente com o entrudo.</p>
<p>Começa então o carnaval carioca com seus bailes em teatros e clubes.<br />
A partir daí surgem as chamadas grandes sociedades , que desfilavam com seus carros alegóricos pela Avenida Central, atual Rio Branco.</p>
<p>No início do século xx começaram os desfiles das famílias em carros abertos, jogando confetes, serpentina e lança-perfume. Era o chamado<strong> corso</strong></p>
<p><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/compartilhandoasletras/tn_painel.jpg" alt="" /></p>
<p>Na Avenida Rio Branco também desfilavam os ranchos, que deram origem às escolas de samba.</p>
<p>Atualmente, o desfile das escolas de samba, no Sambódromo , é a maior atração do carnaval carioca, trazendo milhares de turistas e tornando o carnaval conhecido no mundo todo.</p>
<p><strong>Fonte:</strong><br />
Gente do Rio, Rio da Gente<br />
História &#8211; Editora do Brasil</p>
<p>Histórias da Cidade</p>
]]></content:encoded>
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		<title>1808- Parte 2</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Oct 2010 02:05:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sonia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Há 3 anos, o jornalista Laurentino Gomes encantou o Brasil com o livro 1808, sobre a burlesca mudança da família real portuguesa para o Rio de Janeiro. Ele volta agora com 1822, ano em que o Brasil se tornou um país. O livro é repleto de histórias curiosoas e bem contadas sobre as loucuras de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/compartilhandoasletras/tn_1822.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p>Há 3 anos, o jornalista Laurentino Gomes encantou o Brasil com o livro 1808, sobre a burlesca mudança da família real portuguesa para o Rio de Janeiro. Ele volta agora com 1822, ano em que o Brasil se tornou um país. O livro é repleto de histórias curiosoas e bem contadas  sobre as loucuras  de Dom Pedro 1º, os dilemas da Independência e as guerras, pouco conhecidas, travadas contra as tropas  portuguesas no Nordeste.</p>
<p>1822, Laurentino Gomes, Nova Fronteira, 372 páginas</p>
<p><strong>Fonte:</strong><em> Super Interessante</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Todo mundo pode ser grande&#8230;</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Sep 2010 15:22:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sonia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
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		<category><![CDATA[educação]]></category>
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		<description><![CDATA[Todo mundo pode ser grande&#8230; porque todo mundo pode servir. Você não precisa ter diploma universitário para servir. Não precisa saber concordar sujeito com verbo para servir&#8230; Só precisa de um coração cheio de graça. De uma alma gerada pelo Amor. Martin Luther King, Jr Todo mundo pode ser grande&#8230; porque todo mundo pode servir. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/compartilhandoasletras/martin-luther-king-jr.jpg" alt="" /></p>
<p><em> </em></p>
<blockquote><p><em><em>Todo mundo pode ser grande&#8230; porque todo mundo pode servir.<br />
Você não precisa ter diploma universitário para servir.<br />
Não precisa saber concordar sujeito com verbo para servir&#8230;<br />
Só precisa de um coração cheio de graça. De uma alma gerada pelo Amor.</em></em><br />
<strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: center;"><em><em><br />
Martin Luther King, Jr</em></em></p>
</blockquote>
<p><em><strong>Todo mundo pode ser grande&#8230; porque todo mundo pode servir.</strong> Servir é uma qualidade divina, pois, nem todos gostam de servir, preferem ser servido.<br />
<strong>Um coração cheio de graça sabe servir.</strong> Se eu sei um pouco de inglês, posso ajudar meu vizinho,minha amiga a fazer uma prova ou passar num concurso que se requer essa língua.<br />
Se eu sei informática, posso me oferecer para ajudar na Escola de meu filho(a), dando ajuda as crianças menores.<br />
Essa semana o filho de uma amiga está dando suporte as crianças na informática.Nossa que festa!!  Os alunos melhoraram o comportamento, estão mais comprometidos com os horários das aulas, estão tendo um ótimo rendimento, etc&#8230;.<br />
Todo mundo sabe e pode servir.Pense nisso!!! Seja um canal de bênção para servir os mais humildes, aqueles que não sabem , ou não teem um posiçãp privilegiada.<br />
Beijos e aproveite todas as oportunidades para servir, a vida é curta e passa rápido. Aproveite agora!!!!</em><br />
<strong><br />
Sonia</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/compartilhandoasletras/images-17.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: center;"><em><em> <em><br />
Nome completo 	Martin Luther King, Jr<br />
Nascimento 	15 de janeiro de 1929<br />
Atlanta, Geórgia<br />
Estados Unidos<br />
Morte 	4 de abril de 1968 (39 anos)<br />
Memphis, Tennessee<br />
Estados Unidos<br />
Ocupação 	Pastor protestante e ativista político</em></em></em></p>
<p><em><em><em>Martin McLuther King , Jr. (Atlanta, 15 de janeiro de 1929 — Memphis, 4 de abril de 1968) foi um pastor protestante e ativista político estado-unidense. Tornou-se um dos mais importantes líderes do activismo pelos direitos civis nos Estados Unidos e no mundo, através de uma campanha de não-violência e de amor para com o próximo. Se tornou a pessoa mais jovem a receber o Prémio Nobel da Paz em 1964, pouco antes de seu assassinato. O seu discurso mais famoso e lembrado é &#8220;Eu Tenho Um Sonho&#8221;.<br />
</em></em><br />
</em><br />
<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Martin_Luther_King_Jr.">Wikipédia</a></p>
<div id="ifyoulikedthat"><h3>Artigos Correlatos</h3><p><a href="http://compartilhandoasletras.com/2011/07/09/um-show-de-escritores-2/">Um show de Escritores!</a></p><p><a href="http://compartilhandoasletras.com/2008/11/05/a-revolucao-dos-pontinhos/">A Revolução dos Pontinhos</a></p><p><a href="http://compartilhandoasletras.com/2009/10/20/fragmentos-poeticos-2/">Fragmentos Poéticos </a></p><p><a href="http://compartilhandoasletras.com/2009/12/13/domingo-e-dia-de-poesia-3/">Domingo é Dia de Poesia, vamos Poetar?</a></p><p><a href="http://compartilhandoasletras.com/2009/09/06/domingo-e-dia-de-poetar/">Domingo é Dia de Poetar </a></p></div>]]></content:encoded>
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		<title>O futuro vem aí!</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 23:30:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sonia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[informação]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Estava ouvindo minha filha reclamar do Metrô,  que na  hora que ela volta, o tumulto está instaurado. Falou-me que, as mulheres, são  as mais barraqueiras. Que horror !! Fiquei pensando que antigamente,  as coisas eram calmas, serenas e tranquilas. Não havia esse corre corre. Tudo era feito com tranquilidade, as pessoas hoje são apavoradas. Atropelam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estava ouvindo minha filha reclamar do Metrô,  que na  hora que ela volta, o tumulto está instaurado. Falou-me que, as mulheres, são  as mais barraqueiras. Que horror !! Fiquei pensando que antigamente,  as coisas eram calmas, serenas e tranquilas. Não havia esse corre corre. Tudo era feito com tranquilidade, as pessoas hoje são apavoradas. Atropelam umas as outras. Lembro-me que , eu ainda com o pé enfaixado, um rapaz novo, correu para sentar-se no lugar vazio e, quase que me jogou naquele vão que fica entre o trem e a estação. As pessoas não teem educação, primeiro EU, segundo Eu,  e terceiro EU!!!!   O resto qe se dane!!!  Hoje , infelizmente, o pensamento é este.</p>
<p>Vejamos como era antigamente, no tempo em que a maioria da população andava à pé, outros a cavalo, e, uma minoria usava a cadeirinha:</p>
<p style="text-align: center;"><em><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/compartilhandoasletras/4152454_imperio308.jpg" alt="" /></em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Senhora da liteira com dois escravos, c. 1860.</em></p>
<p style="text-align: center;"><em><br />
</em></p>
<p>Já pensou, um monte de cadeirinhas dando esbarrões por aí??  Claro que, naquele tempo, a população era bem pequena, não haveria esse problema. E, também, as cadeirinhas não eram meios de transporte de massa. Eram, apenas  para uma minoria, os privilegiados, digamos. Cadeirinhas eram meios de transporte individuais usados por pessoas ricas e importantes. Foi muito utilizado pelas mulheres ricas, para irem à missa ou passearem pela cidade.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/compartilhandoasletras/cronicas_bonde.jpg" alt="" /></p>
<p>Esse bonde aí, deveria ser o das 18 horas, rsrsrsrsr.  Ele está  igualzinho ao Metrô:  lotado!!</p>
<p>Hoje em dia, ainda é complicado, principalmente na hora de pico, mas as coisas, melhoraram muito de lá pra cá. Podem melhorar mais, se os governos investirem em transporte de boa qualidade. A população só tende a crescer. Os serviços precisam melhorar em qualidade  e serem apropriados para o nosso tempo.</p>
<p>Vem aí o trem bala que ligará o Estado de São Paulo ao Rio de Janeiro, um trem que poderá alcançar 300km/h.  O futuro vem aí!    Confiram <a href="http://g1.globo.com/brasil/noticia/2010/07/trem-bale-preve-sete-estacoes-obrigatorias.html">aqui</a>.</p>
<p style="text-align: center;"><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/compartilhandoasletras/trembala.jpg" alt="" /></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Passeando pela História</title>
		<link>http://compartilhandoasletras.com/2010/08/09/passeando-pela-historia-2/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 22:40:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sonia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[informação]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[O bonde modificou a fisionomia da cidade do Rio de Janeiro. Veja o que escreveu o escritor Lima Barreto sobre o assunto: &#8220;  Onde o bonde chega aparece uma venda, surge um botequim, um quiosque, em torno edificaran-se casebres(&#8230;) dando nascimento a travessas mal povoadas, (&#8230;) esquecidas das autoridades municipais(&#8230;). Por elas o capim cresce [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O bonde modificou a fisionomia da cidade do Rio de Janeiro. Veja o que escreveu o escritor Lima Barreto sobre o assunto:</p>
<p style="text-align: center;"><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/compartilhandoasletras/Largo-da-Carioca-terminal-de-bondes.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: center;">
<p><em><strong>&#8220;  Onde o bonde chega aparece uma venda, surge um botequim, </strong></em></p>
<p><em><strong>um quiosque, em torno edificaran-se casebres(&#8230;) dando nascimento </strong></em></p>
<p><em><strong>a travessas mal povoadas, (&#8230;) esquecidas das autoridades municipais(&#8230;). </strong></em></p>
<p><em><strong> Por elas o capim cresce e os cabritos pastam. As lavadeiras coram</strong></em></p>
<p><em><strong> as suas roupas. As casas são em geral isoladas, separadas uma das outras </strong></em></p>
<p><em><strong>por cercas de espinhos ou bambus.</strong></em></p>
<p><em><strong> A população que as povoa é formada por operários e pequenos empregados.&#8221;</strong></em></p>
<p><em><strong><br />
</strong></em></p>
<p><em><strong>Lima Barreto. O Rio de janeiro: Edições Rio Arte, 1983. v.1. p. 183</strong></em></p>
<p><em><strong><br />
</strong></em></p>
<p><strong>Quem foi Lima Barreto? </strong></p>
<p><strong>* 1881          + 1922</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><br />
</strong><br />
<img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/compartilhandoasletras/BondeSTeresa.jpg" alt="" /><br />
Afonso de Lima Barreto  nasceu e morreu na cidade do Rio de Janeiro.</p>
<p>Nos romances e nas crônicas que escreveu são retratados os costumes dos cariocas no final do século xlx e início do xx.</p>
<p>As suas obras tornaram-se populares por seu humor e suas críticas à sociedade da época.</p>
<p>* Gente do Rio, Rio da Gente</p>
<p>História &#8211; Editora do Brasil</p>
]]></content:encoded>
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