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	<title>Compartilhando as Letras &#187; Literatura</title>
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		<title>Poetando na noite</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 23:38:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sonia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Meu amor independe do que me fazes. Não cresce do que me dás. Se fosse assim ele flutuaria ao sabor dos teus gestos. Teria razões e explicações. Se um dia teus gestos de amante me faltassem, ele morreria como a flor arrancada da Terra. Rubem Alves Ao final de nossas longas andanças, chegamos finalmente ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/compartilhandoasletras/fotospb-7.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<blockquote><p><strong></p>
<p>Meu amor independe do que me fazes.<br />
Não cresce do que me dás.<br />
Se fosse assim ele flutuaria ao sabor dos teus gestos.<br />
Teria razões e explicações.<br />
Se um dia teus gestos de amante me faltassem,<br />
ele morreria como a flor arrancada da Terra.  Rubem Alves</strong></p></blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/compartilhandoasletras/fotospb-8.jpg" alt="" /></strong></p>
<p style="text-align: center;">
<blockquote><p style="text-align: center;"><strong>Ao final de nossas longas andanças, chegamos finalmente ao lugar.E o vemos então pela primeira vez. Para isso caminhamos a vida inteira: para chegar ao lugar de onde partimos.E, quando chegamos, é surpresa.È como se nunca o tivéssemos visto. Agora, ao final de nossas andanças, nossos olhos são outros, olhos de velhice, de saudade.</strong></p>
<p style="text-align: center;">
<p><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Rubem Alves </strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/compartilhandoasletras/fotospb-10.jpg" alt="" /></strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<blockquote><p>
<strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Eu quero desaprender para aprender de novo.<br />
Raspar as tintas com que me pintaram.<br />
Desencaixotar emoções, recuperar meus sentidos.”</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><br />
Rubem Alves</strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p>Ao fotografar em p&amp;b o fotógrafo precisa de muito mais técnica para passar a mensagem, já que não conta com a ajuda das cores. Eis aqui uma belíssima galeria de imagens em Preto e Branco.</p>
<p>Para ver mais, acesse matéria completa no <a title="Smashing Magazine" href="http://www.smashingmagazine.com/2009/09/09/beautiful-black-and-white-photography-2/" target="_blank"><strong>Smashing Magazine</strong></a>.</p>
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		<title>Entendimento Perfeito</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 22:46:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sonia</dc:creator>
				<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
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		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<description><![CDATA[Entendimento Perfeito Sentaram-se no banco e se calaram, tentando entender o silêncio. As palavras tinham um sentido além delas mesmas. O silêncio seria, sempre, o único meio de entendimento perfeito. Fernando Sabino in “0 Encontro Marcado” . . Fonte da Imagem: Curiosando fotos divertidas Artigos CorrelatosPor vezes, não é preciso dizer nada : basta fazer!A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/compartilhandoasletras/fotos-divertidas-12.jpg" alt="" /></p>
<blockquote><p><strong> Entendimento Perfeito</strong></p>
<p>Sentaram-se no banco e se calaram, tentando entender o silêncio. As palavras tinham um sentido além delas mesmas. O silêncio seria, sempre, o único meio de entendimento perfeito.</p>
<p>Fernando Sabino in “0 Encontro Marcado”</p></blockquote>
<p>.<br />
.</p>
<p>Fonte da Imagem: <a href="http://www.curiosando.com.br/variados-2/fotos/">Curiosando</a> fotos divertidas</p>
<div id="ifyoulikedthat"><h3>Artigos Correlatos</h3><p><a href="http://compartilhandoasletras.com/2010/08/20/lindo-para-o-nosso-olhar-3/">Lindo para o nosso Olhar!</a></p><p><a href="http://compartilhandoasletras.com/2011/01/11/precisa-ser-incrivel/">Precisa ser incrível!</a></p><p><a href="http://compartilhandoasletras.com/2009/03/28/aguardando-nova-cirurgiadeus-esta-no-controle/">Aguardando nova cirurgia,Deus está no controle</a></p><p><a href="http://compartilhandoasletras.com/2008/11/27/travessias-perigosas/">Travessias Perigosas</a></p><p><a href="http://compartilhandoasletras.com/2009/01/18/mudando-o-ritmo-desacelerando/">Mudando o rítmo-desacelerando</a></p></div>]]></content:encoded>
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		<title>Lindo para olhar e Refletir</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 20:07:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sonia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ver e Enxergar “Quando vejo os ipês floridos, sinto-me como Moisés diante da sarça ardente: ali está uma epifania do sagrado. Mas uma mulher que vivia perto da minha casa decretou a morte de um ipê que florescia a frente de sua casa, porque ele sujava o chão, dava muito trabalho para a sua vassoura. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>  <strong>  Ver e Enxergar</strong></p>
<p><center> <img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/compartilhandoasletras/Cpia2demecanica025.jpg"> <center></p>
<blockquote><p> <strong> “Quando vejo os ipês floridos, sinto-me como Moisés diante da sarça ardente: ali está uma epifania do sagrado. Mas uma mulher que vivia perto da minha casa decretou a morte de um ipê que florescia a frente de sua casa, porque ele sujava o chão, dava muito trabalho para a sua vassoura. Seus olhos não viam a beleza. Só viam o lixo. Há muitas pessoas de visão perfeita que nada vêem. Não é bastante não ser cego para ver as árvores e as flores. Não basta abrir a janela para ver os campos e os rios, escreveu Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa. O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido.”</p>
<p>Rubem Alves<br />
</strong></p></blockquote>
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		<title>só vai para a memória aquilo que e objeto do desejo.</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 23:50:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sonia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando eu era menino, na escola, as professoras me ensinaram que o Brasil estava destinado a um futuro grandioso porque as suas terras estavam cheias de riquezas: ferro, ouro, diamantes, florestas e coisas semelhantes. Ensinaram errado. O que me disseram equivale a predizer que um homem será um grande pintor por ser dono de uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<center> <img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/compartilhandoasletras/Pensador.jpg"><center></p>
<p>Quando eu era menino, na escola, as professoras me ensinaram que o Brasil estava destinado a um futuro grandioso porque as suas terras estavam cheias de riquezas: ferro, ouro, diamantes, florestas e coisas semelhantes. Ensinaram errado. O que me disseram equivale a predizer que um homem será um grande pintor por ser dono de uma loja de tintas. Mas o que faz um quadro não é a tinta:</p>
<blockquote><p> são as idéias que moram na cabeça do pintor. São as idéias dançantes na cabeça que fazem as tintas dançar sobre a tela.</p></blockquote>
<p>Por isso, sendo um país tão rico, somos um povo tão pobre. Somos pobres em idéias. Não sabemos pensar. Nisto nos parecemos com os dinossauros, que tinham excesso de massa muscular e cérebros de galinha. Hoje, nas relações de troca entre os países, o bem mais caro, o bem mais cuidadosamente guardado, o bem que não se vende, são as idéias. É com as idéias que o mundo é feito. Prova disso são os tigres asiáticos, Japão, Coréia, Formosa que, pobres de recursos naturais, se enriqueceram por ter se especializado na arte de pensar.<br />
Minha filha me fez uma pergunta: </p>
<blockquote><p>“O que é pensar?” </p></blockquote>
<p><strong>Disse-me que ‘esta era uma pergunta que o professor de filosofia havia proposto à classe. Pelo que lhe dou os parabéns. Primeiro por ter ido diretamente à questão essencial. Segundo, por ter tido a sabedoria de fazer a pergunta, sem dar a resposta. </strong>Porque, se tivesse dado a resposta, teria com ela cortado as asas do pensamento. O pensamento é como a águia que só alça vôo nos espaços vazios do desconhecido. <strong>Pensar é voar sobre o que não se sabe. Não existe nada mais fatal para o pensamento que o ensino das respostas certas. Para isso existem as escolas: não para ensinar as respostas, mas para ensinar as perguntas. As respostas nos permitem andar sobre a terra firme. Mas somente as perguntas nos permitem entrar pelo mar desconhecido.</strong><br />
E, no entanto, não podemos viver sem as respostas. As asas, para o impulso inicial do vôo, dependem de pés apoiados na terra firme. Os pássaros, antes de saber voar, aprendem a se apoiar sobre os seus pés. Também as crianças, antes de aprender a voar, têm que aprender a caminhar sobre a terra firme.<br />
Terra firme: as milhares de perguntas para as quais as gerações passadas já descobriram as respostas. O primeiro momento da educação é a transmissão deste saber.<br />
Nas palavras de Roland Barthes: “Há um momento em que se ensina o que se sabe…” E o curioso é que este aprendizado é justamente para nos poupar da necessidade de pensar.<br />
As gerações mais velhas ensinam às mais novas as receitas que funcionam. Sei amarrar os meus sapatos automaticamente, sei dar o nó na minha gravata automaticamente:<br />
as mãos fazem o seu trabalho com destreza enquanto as idéias andam por outros lugares.<br />
Aquilo que um dia eu não sabia me foi ensinado; eu aprendi com o corpo e esqueci com a cabeça. E a condição para que minhas mãos saibam bem é que a cabeça não pense sobre o que elas estão fazendo. Um pianista que, na hora da execução, pensa sobre os caminhos que seus dedos deverão seguir, tropeçará fatalmente. Há a estória de uma centopéia que andava feliz pelo jardim, quando foi interpelada por um grilo: “Dona Centopéia, sempre tive curiosidade sobre uma coisa: quando a senhora anda, qual, dentre as suas cem pernas, é aquela que a senhora movimenta primeiro?” “Curioso”, ela respondeu. “Sempre andei, mas nunca me propus esta questão. Da próxima vez, prestarei atenção.” Termina a estória dizendo que a centopéia nunca mais conseguiu andar.<br />
Todo mundo fala, e fala bem.<br />
Ninguém sabe como a linguagem foi ensinada e nem como ela foi aprendida. A despeito disto, o ensino foi tão eficiente que não preciso pensar para falar. Ao falar não sei se estou usando um substantivo, um verbo ou um adjetivo, e nem me lembro das regras da gramática. Quem, para falar, tem de se lembrar destas coisas, não sabe falar. Há um nível de aprendizado em que o pensamento é um estorvo. Só se sabe bem com o corpo aquilo que a cabeça esqueceu. E assim escrevemos, lemos, andamos de bicicleta, nadamos, pregamos pregos, guiamos carros: sem saber com a cabeça, porque o corpo sabe melhor. É um conhecimento que se tornou parte inconsciente de mim mesmo. E isso me poupa do trabalho de pensar o já sabido. Ensinar aqui, é inconscientizar.<br />
<strong>O sabido é o não-pensado, que fica guardado, pronto para ser usado como receita, na memória desse computador que se chama cérebro. Basta apertar a tecla adequada para que a receita apareça no vídeo da consciência. Aperto a tecla moqueca. A receita aparece no meu vídeo cerebral: panela de barro, azeite, peixe, tomate, cebola, coentro, cheiro verde, urucum, sal, pimenta, seguidos de uma se série de instruções sobre o que fazer.<br />
Não é coisa que eu tenha inventado. Me foi ensinado. Não precisei pensar. Gostei. Foi para a memória. </strong></p>
<blockquote><p>Esta é a regra fundamental desse computador que vive no corpo humano: só vai para a memória aquilo que e objeto do desejo.</p></blockquote>
<p><strong> A tarefa primordial do professor: seduzir o aluno para que ele deseje e, desejando, aprenda.</strong></p>
<p>Rubem Alves</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Fragmentos poéticos</title>
		<link>http://compartilhandoasletras.com/2012/01/15/fragmentos-poeticos-3/</link>
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		<pubDate>Sun, 15 Jan 2012 19:15:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sonia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<description><![CDATA[Essas maravilhas que compartilho aqui para vocês, achei lá no delicioso POETRIZ da Flávia. Leiam, releiam e, se encantem com esses fragmentos separados com esmero e carinho. As imagens colocadas aqui, foi da nossa estadia em Rio das Ostras, que adorei pois deu para descansar bastante. Nada como uma semana na praia para nos deixar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>     Essas maravilhas que compartilho aqui para vocês, achei lá no delicioso <a href="http://poetriz.wordpress.com/">POETRIZ </a>da Flávia. Leiam, releiam e, se encantem com esses fragmentos separados com esmero e carinho. As imagens colocadas aqui, foi da nossa estadia em Rio das Ostras, que adorei pois deu para descansar bastante. Nada como uma semana na praia para nos deixar novinhos em folha!!!<br />
<img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/compartilhandoasletras/tn_IMG_8297.jpg"></p>
<blockquote><p>
<strong> Livros também deixam de existir</strong><br />
    Não são apenas animais e plantas que deixam de existir, livros também. Infelizmente não é raro que isso aconteça. Acho que seria possível encher uma centena de casas como esta com os livros que desapareceram para sempre.</p>
<p> <strong>   Cornelia Funke in “Coração de Tinta”</strong><br />
<strong></p>
</blockquote>
<blockquote><p>Como abacaxis</strong></p>
<p>    Existem pessoas que não se entregam à paixão, sua apatia as leva a escolher uma vida de rotina, onde vegetam como “abacaxis numa estufa d’ananases”, como dizia meu pai. Quanto a mim, o que me mantém vivo é o risco iminente da paixão e seus coadjuvantes, amor, ódio, gozo, misericórdia.</p>
<p>   <strong> Rubem Fonseca in “O Cobrador”</strong>
</p></blockquote>
<blockquote><p><strong>Para cada ato</strong></p>
<p> Por cada ato de horror encontrávamos uma quantidade infinita de atos de amor.</p>
<p>    Inês Pedrosa in “Fazes-me Falta”
</p></blockquote>
<blockquote><p>
<strong>Quem ama de verdade</strong><br />
      Antes de se deitar, ia despedir-se da filha e dizia-lhe que a amava mais do que qualquer outra coisa no mundo, que era a coisa mais importante do universo para ela. Jacinta nunca disse a Penélope que a amava. A aia sabia que quem ama de verdade ama em silêncio, com atos e nunca com palavras</p>
<p>    Carlos Ruiz Zafón in “A Sombra do Vento”</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Escrever é um ato de amor</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 00:35:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sonia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Alvorada Quando você se sentir sozinho, pegue o seu lápis e escreva. No degrau de uma escada, à beira de uma janela, no chão do seu quarto. Escreva no ar, com o dedo na água, na parede que separa o olhar vazio do outro. Recolha a lágrima a tempo, antes que ela atravesse o sorriso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/compartilhandoasletras/longexposure_6.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p><strong>Alvorada<br />
</strong></p>
<div><strong>Quando  você se sentir sozinho, pegue o seu lápis e escreva. No degrau de uma  escada, à beira de uma janela, no chão do seu quarto. Escreva no ar, com  o dedo na água, na parede que separa o olhar vazio do outro. Recolha a  lágrima a tempo, antes que ela atravesse o sorriso e vá pingar pelo  queixo. E quando a ponta dos dedos estiverem úmidas, pegue as palavras  que lhe fizeram companhia e comece a lavar o escuro da noite, tanto,  tanto, tanto&#8230; até que amanheça.</strong></div>
<div><strong>.</strong></div>
<div><strong>Rita Apoena</strong></div>
<div><strong><br />
</strong></div>
<p style="text-align: center;"><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/compartilhandoasletras/longexposure_35.jpg" alt="" /></p>
<p>Será que é por isso que escrevemos nos diários, nas agendas e principalmente nos Blogs??? Nos Blogs colocamos tudo o que gostaríamos de falar, de transmitir e de compartilhar.  Realmente escrever nos liberta dos pesares, das mágoas,das tristezas. Escrevendo vamos colocando para fora tudo o que nos aflige e , vamos ficando leves, leves que, quase flutuamos. Escrever é muito bom!!</p>
<ul>
<li>Você gosta de escrever?</li>
<li>Escrever alivia a sua alma?</li>
<li>Escrevendo você rasga de dentro de si, tudo o que lhe  dá angústia?</li>
<li>Você escreve por prazer?</li>
<li>Quando escreve desabafa?</li>
</ul>
<ul>
<li>O ato de escrever é um ato de amor.Você vê assim?</li>
</ul>
<p><strong>Beijinhos e escrevam sempre, pois sempre haverá alguém que se delicia com seus escritos. Sucesso!<br />
</strong></p>
<p><strong>Fonte:</strong></p>
<p><strong>** Essas fotos são fotos de longa exposição:<br />
</strong></p>
<p><strong><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Long_exposure_photography">Long  Exposure Photography</a></strong> é uma técnica, na qual o obturador da  câmera é deixado aberto durante um longo periodo de tempo (8 segundos  ou horas).</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O mundo tem data pra acabar???</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 00:04:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sonia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[informação]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<description><![CDATA[Estava lendo em algumas revistas por aí que o mundo tem data para acabar. Que vai acabar em 2012, que a maioria dos cientistas acredita que o mundo vai acabar e, existem até previsões reais e algumas surreais. Mas, tudo isso já estava previsto desde o início da humanidade. Deus sabia que, iria chegar um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estava lendo em algumas revistas por aí que o mundo tem data para acabar. Que vai acabar em 2012, que a maioria dos cientistas acredita que o mundo vai acabar e, existem até previsões reais e algumas surreais. Mas, tudo isso já estava previsto desde o início da humanidade. Deus sabia que, iria chegar um tempo em que os seres humanos iriam se preocupar com essas questões. Mas, eu fico com o ensinamento da Palavra de Deus:</p>
<p><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/compartilhandoasletras/bibleandhands.jpg"></p>
<blockquote><p>
&#8220;Mas daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos do céu, mas unicamente meu Pai.&#8221;  (Mateus 24 : 36)</p></blockquote>
<p> <strong>A Bíblia, que é a Palavra de Deus revelada a nós, nos diz que daquele dia e hora ninguém sabe, só o PAI( DEUS)</strong></p>
<p>Muitas vezes, nós erramos e, nos preocupamos muitos com coisas que ainda hão de vir, por não conhecermos os ensinamentos da Palavra de Deus, a Bíblia é o manual de fé e prática. Nela, encontramos respostas para TODAS as nossas dúvidas e necessidades. Observem:</p>
<blockquote><p>
&#8220;Jesus, porém, respondendo, disse-lhes: Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus.&#8221;  (Mateus 22 : 29)</p></blockquote>
<p>  Outra preocupação que vejo por aí, é que sentem necessidade em procurar , de forma errada o Messias. Dizem que, Jesus está ali, que ele está acolá. Olhem o que a Bíblia nos ensina:</p>
<blockquote><p>
&#8220;Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos.&#8221;  (Mateus 24 : 5)</p></blockquote>
<p>É justamente isto que temos visto por aí, várias pessoas se entitulando ser &#8220;o cristo&#8221; e, enganando muita gente.</p>
<p>Então o que devemos fazer?? Como devemos viver?? Que tipo de pessoas devemos ser?? Procurar viver de tal maneira que agrade a Deus. Procurar viver da melhor maneira possível.</p>
<blockquote><p>&#8220;Porque o Filho do homem virá na glória de seu Pai, com os seus anjos; e <strong>então dará a cada um segundo as suas obras.&#8221;</strong>  (Mateus 16 : 27)</p></blockquote>
<p><strong>Jesus é o caminho, não há outro:</strong></p>
<p><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/compartilhandoasletras/Jeusocaminho.jpg"></p>
<blockquote><p>
<strong><br />
&#8220;Porque há um só Deus,<br />
e um só Mediador<br />
entre Deus e os homens,<br />
Jesus Cristo homem.&#8221;</p>
<p>(I Timóteo 2:5)<br />
</strong></p></blockquote>
<div id="ifyoulikedthat"><h3>Artigos Correlatos</h3><p><a href="http://compartilhandoasletras.com/2009/08/25/a-vida-esta-passando/">A vida está passando</a></p><p><a href="http://compartilhandoasletras.com/2011/05/29/refletindo-sobre-a-vida-2/">Refletindo sobre a vida</a></p><p><a href="http://compartilhandoasletras.com/2008/12/14/recria-tua-vida/">Recria tua vida</a></p><p><a href="http://compartilhandoasletras.com/2009/06/08/mais-que-uma-voz/">Mais que uma voz</a></p><p><a href="http://compartilhandoasletras.com/2008/12/05/revendo-suas-certezas/">Revendo suas certezas</a></p></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Fragmentos do delicioso Poetriz</title>
		<link>http://compartilhandoasletras.com/2011/12/01/fragmentos-do-delicioso-poetriz/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 19:58:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sonia</dc:creator>
				<category><![CDATA[amizade]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Rio das Ostras- RJ . Estávamos cansados ou o cansaço era um modo de disfarçar a nossa tristeza? Mia Couto in “A Chuva Pasmada” Não consigo concentrar-me. Passo os dias com os olhos sobre as letras dos livros que tenho de ler e não consigo entrar neles. Inês Pedrosa in “Fazes-me Falta” Saudade é uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/compartilhandoasletras/riodasostras23.jpg" alt="" width="567" height="426" /></p>
<p>Rio das Ostras- RJ<br />
.</p>
<blockquote><p><strong>Estávamos cansados ou o cansaço era um modo de disfarçar a nossa tristeza?</strong><center></p>
<p><strong>Mia Couto in “A Chuva Pasmada”</strong>
</p></blockquote>
<blockquote><p><strong>Não consigo concentrar-me. Passo os dias com os olhos sobre as letras dos livros que tenho de ler e não consigo entrar neles.</p>
<p>Inês Pedrosa in “Fazes-me Falta”</strong></p></blockquote>
<p><strong></p>
<blockquote><p><strong><br />
Saudade é uma coisa azul e amarga, com carne por fora e espinho por dentro.<br />
- Caio Fernando de Abreu in “Cartas”<br />
</strong>
</p></blockquote>
<blockquote><p>
.<br />
<strong>pergunta-me qualquer coisa<br />
 uma tolice<br />
um mistério indecifrável<br />
simplesmente<br />
para que eu saiba<br />
que queres ainda saber<br />
para que mesmo sem te responder<br />
saibas o que te quero dizer</strong></p>
<p>- Mia Couto in “Despedida”</p></blockquote>
<p>.</p>
<blockquote><p>“<strong>O meu fim evidente era atar as duas pontas da vida, e restaurar na velhice a adolescência. Pois, senhor, não consegui recompor o que foi nem o que fui. Em tudo, se o rosto é igual, a fisionomia é diferente. Se só me faltassem os outros, vá: um homem consola-se mais ou menos das pessoas que perde; mas falta eu mesmo, e esta lacuna é tudo”.</p>
<p>- Machado de Assis in “Dom Casmurro”</strong></p></blockquote>
<p>.<br />
<strong>Fonte:</strong></strong><br />
<a href="http://poetriz.wordpress.com/page/3/"><br />
POETRIZ </a>da criativa Flávia</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Educadores não podem ser produzidos</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Nov 2011 00:45:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sonia</dc:creator>
				<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Educadores nascem, concordo plenamente. Tenho visto isso na prática e, todos os dias. Já vi professora costurando blusa de uniforme de aluno. Já vi professor se emocionar ao sentir a família, ou as dificuldades sociais de seus alunos. Tenho amigos que, passam horas à fio: pesquisando, buscando músicas dentro da matéria para passarem para seus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/compartilhandoasletras/RubemAlves-1.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">Educadores nascem, concordo plenamente. Tenho visto isso na prática e,  todos os dias. Já vi professora costurando blusa de uniforme de aluno.  Já vi professor se emocionar ao sentir a família, ou as dificuldades sociais de seus alunos. Tenho amigos que, passam horas à fio: pesquisando, buscando músicas dentro da matéria para passarem para seus alunos, preparando material audiovisual de forma a dar uma aula atraente. Professor existem aos montes por aí, mas Educadores, é preciso ter dom, educadores nascem!!!! Pensando nisso tudo que abordei aqui, coloco para vocês esse interessante texto do Rubem Alves:</p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: small;"><strong>O                      estudo da gramática não faz poetas. O estudo                      da harmonia não faz compositores. O estudo da  psicologia                      não faz pessoas equilibradas. O estudo das &#8220;ciências                       da educação&#8221; não faz educadores.                      Educadores não podem ser produzidos. Educadores  nascem.</strong> O que se pode fazer é ajudá-los a nascer.<strong> Para                      isso eu falo e escrevo: para que eles tenham coragem  de nascer.                      Quero educar os educadores. E isso me dá grande  prazer                      porque não existe coisa mais importante que educar.                      Pela educação o indivíduo se torna mais                      apto para viver: aprende a pensar e a resolver os  problemas                      práticos da vida</strong>. Pela educação ele se                      torna mais sensível e mais rico interiormente, o que                       faz dele uma pessoa mais bonita, mais feliz e mais  capaz de                      conviver com os </span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: small;">outros. </span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: small;"><strong>A maioria dos problemas da  sociedade                      se resolveria se os indivíduos tivessem aprendido a                      pensar. Por não saber pensar tomamos as decisões                      políticas que não deveríamos tomar. </strong>Se                      você desejar saber com detalhes o que penso sobre a                      educação, leia os livros que se encontram na                      sala Biblioteca.<strong> Nas minhas conversas com educadores  meus                      temas favoritos são:</strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><strong><img src="http://i11.photobucket.com/albums/a168/evelynregly/compartilhandoasletras/JardimInf.jpg" alt="" /></strong></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><strong><br />
</strong></p>
<p><strong> A alegria de ensinar, A  educação                      dos sentidos, O prazer de ler, A arte de pensar, O  educador                      como sedutor,  O educador  como                      artista, O educador como cozinheiro, As leis do  pensar criativo,                      Anatomia do pensamento: informação, razão,                      inteligência, conhecimento, alegria, Aprendendo a  desaprender,                      Entre a ciência e sabedoria: o dilema da educação,                      Educação e política, Educação                      e Vida, Aprendizagem e prazer</strong>.</p>
<p>Leia o artigo Como  amar uma                      criança sobre o educador Janusz Korczak, que se  tornou                      um símbolo pelo seu amor às crianças.                      Diretor de um orfanato em Varsóvia, foi morto pelos                      nazistas com suas crianças numa câmara de gás.                      Tradução de Manoel Moraes.</p>
<p><strong>Rubem Alves</strong></p>
<div id="ifyoulikedthat"><h3>Artigos Correlatos</h3><p><a href="http://compartilhandoasletras.com/2011/02/05/fazer-amigos-e-um-instinto/">Fazer amigos é um Instinto</a></p><p><a href="http://compartilhandoasletras.com/2010/10/07/os-olhos-sao-a-porta-pela-qual-a-beleza-entra-na-alma/">Os olhos são a porta pela qual a beleza entra na alma</a></p><p><a href="http://compartilhandoasletras.com/2008/12/06/o-medo-mata/">O medo mata!!</a></p><p><a href="http://compartilhandoasletras.com/2009/09/15/gratidao/">Gratidão</a></p><p><a href="http://compartilhandoasletras.com/2009/02/21/nossos-escritores-e-suas-sabias-frases/">Nossos escritores e suas sábias frases</a></p></div>]]></content:encoded>
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		<title>Segunda é Dia de poesia com Carlos Drummond de Andrade</title>
		<link>http://compartilhandoasletras.com/2011/10/31/segunda-e-dia-de-poesia-com-carlos-drummond-de-andrade/</link>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 22:32:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sonia</dc:creator>
				<category><![CDATA[amizade]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar. Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="alignnone" src="http://www.lendo.org/wp-content/uploads/2007/07/carlos-drummond-de-andrade.jpg" alt="" width="410" height="338" /><br />
<strong>Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas<br />
as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um<br />
amigo, para nadar, para namorar.<br />
</strong><br />
Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os<br />
momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas<br />
angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.</p>
<p style="text-align: center;">Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.</p>
<p style="text-align: center;">Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo<br />
confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam,<br />
todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Por que sofremos tanto por amor?<br />
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma<br />
pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez<br />
companhia por um tempo razoável,um tempo feliz.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><br />
</strong><br />
Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um<br />
verso:<br />
<strong><br />
Se iludindo menos e vivendo mais!!!<br />
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida<br />
está no amor que não damos, nas forças que não usamos,<br />
na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do<br />
sofrimento,perdemos também a felicidade.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>A dor é inevitável.<br />
O sofrimento é opcional&#8230;</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Carlos Drumond de Andrade</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>A palavra mágica</strong><br />
<strong>1977 &#8211; DISCURSO DE PRIMAVERA E ALGUMAS SOMBRAS</p>
<p></strong></p>
<p style="text-align: center;">A Palavra Mágica</p>
<p style="text-align: center;">Certa palavra dorme na sombra<br />
de um livro raro<br />
Como desencantá-la?<br />
É a senha da vida<br />
a senha do mundo.<br />
Vou procurá-la.<br />
<strong><br />
Vou procurá-la a vida inteira<br />
no mundo todo.<br />
Se tarda o encontro, se não a encontro,<br />
não desanimo,<br />
procuro sempre.</strong></p>
<p style="text-align: center;">&#8220;Cada geração de computadores desmoraliza as antecedentes e seus criadores.&#8221;<br />
<strong>Carlos Drummond de Andrade</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="alignnone" src="http://2.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SQb2WHKZJ2I/AAAAAAAADNE/WZonad8buZo/s400/drummond.gif" alt="" width="400" height="300" /><br />
</strong></p>
<p style="text-align: center;">&#8220;O amor é grande e cabe nesta janela sobre o mar. O mar é grande e cabe na cama e no colchão de amar. O amor é grande e cabe no breve espaço de beijar.&#8221;<br />
<strong>Carlos Drummond de Andrade</strong></p>
]]></content:encoded>
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