27
nov
2015
Uma tarde especial


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Hoje,foi um dia muito especial, nos reunimos para homenagear uma amiga que, sempre foi carinhosa, dedicada e sem fazer descriminação, ajudava e sempre com aquele cafezinho delicioso, atendia a todos em seu trabalho. As Alzirestes,como são chamadas as amigas da nossa Escola, nos juntamos e, montamos uma linda cesta de produtos para uso pessoal, e,juntamente com variados salgadinhos e um bolo tão fofinho fizemos a festa.Foi uma tarde maravilhosa! Um momento gratificante na vida de todas.

Mas, o que mais me chamou atenção foi o bate-papo, carinho,a solidariedade para com nossa amiga Rose, que no momento está impossibilitada de andar,mais que ficou tão feliz, ao rever e ver que as amigas reconhecem o seu cuidado e atenção ,enquanto trabalhou alí conosco e em nossa Escola.Vânia e Vera,disseram o seguinte,que é uma realidade:

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Agora,que estamos aposentadas,podemos conhecer mais profundamente umas as outras. Trabalhando ,na correria do dia à dia,realmente não dava!!

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Nada como o reconhecimento das amigas,por uma pessoa que,se dedicou com aquele sorriso largo,sempre pronta para nos ajudar!!

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Agora,vamos as fotos da nossa Tarde Alegre e de reconhecimento,pela dedicação da Rose a todas nós da Escola Municipal Alziro Zarur:

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[pais] [roda] [pula] [fro] [godi] [dance] [bowww] [be] [be] [anima] [^^] [^^] [HAHA] [HAHA] [roda] [blis]







14
abr
2015
O culpado é o sabonete! Rs


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Essa história que contarei aqui, aconteceu realmente e, vocês verão, como uma coisa boba,que poderia ser contornada com um bom bate papo, acabou com o casamento de dois jovens!!!

O culpado da separação,foi um sabonete!!! Isso mesmo o sabonete,foi o vilão da história.Pois então, o rapaz, sempre que fazia o número 2, ao invés de se limpar com o papel higiênico, tomava banho direto. Até aí,beleza, está tudo certo!!!

só que o porconildo, não tirava o grosso,do cocô,como manda o figurino e, deixava o sabonete cheinho de que??? COCÔ!!!
A moça,simplesmente tomou nojo do marido!!
Já pensou,você,ao chegar do trabalho,vai tomar aquele delicioso banho e,encontra o sabonete cheirando e cheio de M… [domuu] [bad] [arranca] [arranca] [:S] [:S] [oO] [oO] [bad] [bad] [arranca] [arranca]
Que isso?? Que porcalhão!!!

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Ela,simplesmente,deu -lhe um chute no traseiro e, mandou-o cagar em outra freguesia!! [HAHA] [HAHA]

Soluções que poderiam ser tomadas:

* Comprar sabonete líquido ,que é MAIS HIGIÊNICO E, RENDE MUITO MAIS!

* Cada um,ter o seu sabonete separado, em saboneteiras individuais.

* Dialogar sobre o assunto,dizer ,o quê está causando mal estar.
* Os casais precisam conversar mais,deixar a internet de lado e, conversar sobre assuntos do cotidiano.
Moral da história:

O cagão se deu mal!!! [roda] [roda]







27
fev
2013
Como parar de amar alguém?


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O amor é lindo, só que nem sempre. Não sei se existe um estudo científico sobre isso, mas algumas pessoas concordariam que parecem existir mais amores não correspondidos do que finais felizes no mundo.
Em vez de intimidade, parceria e carinho, o que nos resta é rejeição e sofrimento. O que fazer nesses momentos?
Embora não exista nenhuma cura rápida para coração partido, especialistas dizem que é possível se “desapaixonar”. Confira as melhores maneiras de parar de amar alguém:

Largando o vício
Você pode sentir que o amor é algo além de seu controle, mas pesquisas psicológicas mostram que há, na verdade, formas de domar esse sentimento selvagem. A antropóloga Helen Fisher, da Universidade Rutgers (EUA), por exemplo, trabalhou com neurocientistas para produzir imagens do cérebro das pessoas enquanto elas estão apaixonadas, e descobriu que os sentimentos de amor intenso ativam a uma região do cérebro (núcleo accumbens) associada com recompensas e vícios.
Ou seja, o amor ativa as partes do nosso cérebro que também são ativadas no cérebro de viciados em cocaína e cigarro quando eles antecipam a sensação de se drogar ou fumar. Por conta disso, Fisher recomenda tratar seu amor do jeito que você trataria um vício: jogando fora cartões e cartas, ou escondendo-os em um armário. “Se você está tentando parar de ingerir álcool, você não deixa uísque em sua mesa”, explica. Idealmente, você quer parar de pensar na pessoa totalmente, então precisa se livrar de objetos que a lembrem.
Também é necessário não procurar seu ex, seja na internet ou na vida real, permanecendo o mais distante possível.

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Mudando de pensamento

É fácil jogar suas memórias em uma caixa e tentar não abri-la. Evitar de pensar na pessoa, entretanto, é bem mais difícil.
Porém, segundo o psicólogo Robert Sternberg, da Universidade Estadual de Oklahoma (EUA) e autor de “A Teoria Triangular do Amor”, existem algumas coisas que você pode fazer para tornar a tarefa mais acessível.
Uma delas é refletir sobre o fato de que relações nunca podem funcionar a menos que ambas as pessoas estejam dispostas a fazê-las funcionar. Ou seja, você e a pessoa que você quer esquecer nunca teriam dado certo.
Outra coisa superimportante é manter-se ocupado. Não se dê tempo de pensar na pessoa: vá fazer algo melhor do seu dia. Estude, leia, saia, conheça outras pessoas, etc.
Encontrar alguém também ajuda a evitar que você pense no seu amor antigo. No entanto, Sternberg alerta para o risco de que parceiros transitórios geralmente não acabam sendo parceiros permanentes (aquelas pessoas que você conhece entre um relacionamento e outro).
Por fim, caso se veja pensando sobre a pessoa, seja rápido em enfatizar suas características negativas. Assim, você deve perceber, a longo prazo, que teve sorte em ter saído desse relacionamento.
Se nada disso adiantar, aguarde pela “pílula do desamor”…
O psiquiatria Thomas Lewis, da Universidade de São Francisco (EUA) e coautor do livro “Uma Teoria Geral do Amor”, suspeita que não há nada que uma pessoa possa fazer para se “desapaixonar” por alguém, da mesma forma que não há nada que uma pessoa bêbada possa fazer para ficar sóbria.
“Apaixonar-se é um estado semelhante de intoxicação, e é bem possível demonstrar, em estudos de neuroimagem, que áreas do cérebro que controlam julgamento crítico e processam emoções negativas são suprimidas durante o estado da paixão. Assim, em geral, nenhuma quantidade de raciocínio, e nenhuma quantidade de evidências sobre quão nociva a outra pessoa realmente é acabam penetrando na cabeça de alguém que está apaixonado”, sugere.
Basta pensar na famosa frase “O amor é cego” para saber que Lewis está certo. Mas nem tudo está perdido.
“Eu disse que não há nada que a pessoa possa fazer, por si só, para parar de amar. Mas acho que é possível que medicamentos modernos que alteram neurotransmissores, inclusive alguns que provavelmente não foram inventados ainda, possam interromper o estado de se apaixonar”, opina.
Lewis cita a recente descoberta de uma molécula (dihydromyricetin, em inglês) que, quando administrada, impede ratos de ficarem intoxicados quando bebem álcool. Eles podem beber o quanto quiserem, mas praticamente nada acontece a sua função cerebral (embora algo possa acontecer a seus fígados).
“Se é possível evitar que o álcool seja inebriante, então eu suspeito que é, pelo menos teoricamente possível, impedir que o amor seja inebriante, embora também suspeite que o amor possa ser mais complexo do que a embriaguez habitual”, diz.
Ou seja, o amor poderia exigir mais ajustes em neurotransmissores, além de alterações nos sistemas de dopamina, opioide endógeno e ocitocina.
Pode ser interessante pensar em uma “pílula” para se desapaixonar, mas essa solução certamente está no futuro – se é que vai chegar ao mercado um dia.
…ou aposte na única cura confiável: o tempo
Por menos romântico que isso possa soar, é verdade: o amor não dura. Cada um dos especialistas que opinou neste artigo notou que raramente param para pensar em como se “desapaixonar”. Em vez disso, eles geralmente se perguntam como duas pessoas podem permanecer apaixonadas ao longo do tempo.
Esta é uma boa notícia para os que querem afastar a sensação dolorosa da rejeição. Geralmente, a intensidade apaixonada do amor não dura. Claro, pode se aprofundar em um relacionamento duradouro ou casamento, mas nunca vai permanecer tão intensa quanto é durante o começo da relação.
Fisher explica que há verdade no velho ditado de que o tempo cura, mesmo em um nível neurológico. Ela e sua equipe descobriram que as pessoas que haviam sido rejeitadas mostravam atividade reduzida ao longo do tempo no paládio vental, uma área do cérebro associada com sentimentos de apego.
Para ajudar o seu cérebro com esse “desapego”, faça bastante exercício físico para liberar hormônios como a dopamina. E abrace muito seus amigos: o toque é uma maneira de circular ocitocina em seu sistema, hormônio que poderia ajudá-lo a se sentir mais calmo.
“Para melhor ou para pior, a fase apaixonada não dura para sempre, não importa se queremos isso ou não. Portanto, se você se vê preso ao fardo de estar apaixonado pela pessoa errada, pode encontrar algum consolo no fato de que, algum dia no futuro relativamente próximo, você estará livre”, comenta Lewis.[io9]

Fonte do texto e imagem: Hypescience







12
fev
2013
O Amor é tudo!!!


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“O verdadeiro amor nunca se desgasta. Quanto mais se dá mais se tem.” Antoine De Saint-Exupéry.

Meu marido, me presenteou com esse vídeo, achei-o de uma grandeza enorme. O verdadeiro amor, vence todas as barreiras, até aquelas ,que nos parecem impossíveis.
Vejam com atenção e meditem na grandeza desse sentimento chamado amor. Amor é companheirismo,comprometimento,amizade,compartilhamento, envolvimento, etc…
Esse vídeo arranca lágrimas de nossos olhos por sua beleza, clareza e verdade. Emocionem-se também !

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8
fev
2013
A mágoa, o cárcere da alma


Nós sofremos mais por causa das pessoas do que por causa das circunstâncias. As pessoas nos fazem chorar mais do que as vicissitudes da vida. As pessoas nos decepcionam e nós decepcionamos as pessoas. Os relacionamentos dentro da família, no trabalho e até igreja, algumas vezes, se tornam tensos. Feridas são abertas na alma e mágoas profundas se instalam no coração. Amizades são rompidas, casamentos são abalados, relacionamentos sólidos entram em colapso. Nesse processo, a comunicação é rompida, o silêncio gelado substitui as palavras de amor e a desconstrução da imagem do outros se torna uma verdadeira ação de desmonte.

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O resultado do adoecimento das relações humanas é a mágoa. Esse sentimento de amargura se instala no solo do coração e lança suas raízes trazendo perturbação para a alma e contaminação para os que vivem ao redor. A mágoa é a ira congelada. A mágoa é o armazenamento do ressentimento. A mágoa é entulhar o coração com rancor, é alimentar-se do absinto do ranço, é afogar-se no lodo do ódio, é viver prisioneiro da armadilha da vingança.

A mágoa é uma prisão. Ela é o cárcere da alma, o calabouço das emoções, a masmorra escura onde seus prisioneiros são atormentados pelos verdugos da consciência. Quem se alimenta da mágoa não tem paz. Não tem liberdade. Não tem alegria. Não conhece o amor. Não tem comunhão com Deus. Não pode adorar a Deus, nem trazer sua oferta ao altar. Quem retém o perdão não pode orar a Deus nem receber dele o perdão.

A mágoa é autodestrutiva. Ferimo-nos a nós mesmo quando nutrimos mágoa por alguém. Guardar mágoa no coração é como beber veneno pensando que o outro é quem vai morrer. Quem guarda mágoa no coração vive amarrado pelas grossas correntes da culpa. Quem vive nessa masmorra adoece emocional, física e espiritualmente. Há muitas pessoas doentes porque se recusaram a perdoar. Na igreja de Corinto havia pessoas fracas, outras doentes e algumas que já estavam mortas em virtude de relacionamentos adoecidos

(“Quero, entretanto, que saibais ser Cristo o cabeça de todo homem, e o homem, o cabeça da mulher, e Deus, o cabeça de Cristo.” 1Co 11.3).

Tiago ordena os crentes a confessarem seus pecados uns aos outros para serem curados

“Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para serdes curados. Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo.” Tg 5.16

). Há muitas pessoas vivendo cativas no calabouço do diabo, prisioneiras do ódio, acorrentadas pela mágoa, cuja vida espiritual está arruinada. Gente que precisa ser liberta dessa prisão existencial, desse cativeiro espiritual.

O Salmista Davi orou pedindo a Deus para tirar a sua alma do cárcere

“Tira a minha alma do cárcere, para que eu dê graças ao teu nome.” Sl 142.7)

A chave que abre a porta dessa masmorra é o perdão. O perdão traz cura onde a mágoa gerou doença. O perdão traz reconciliação onde a mágoa gerou afastamento. O perdão traz alegria, onde a mágoa produziu tristeza e dor. O perdão restitui aquilo que a magoa saqueou. O perdão é a faxina da mente, a assepsia da alma, a limpeza dos porões do coração. Perdoar é zerar a conta. É nunca mais lançar no rosto da pessoa a sua dívida. Perdoar é lembrar de sentir dor. Perdoar é não retaliar. É pagar o mal com o bem. É abençoar aqueles que nos amaldiçoaram. É fazer o bem àqueles que nos fizeram o mal. Perdoar é ser um vencedor, pois é vencer o inimigo não com a espada, mas com o amor. Perdoar é sair do cárcere da alma, é ser livre, é viver uma vida maiúscula, superlativa e abundante. Perdoar é viver como Jesus viveu, pois ele não retribuiu o mal com o mal, antes por seus algozes intercedeu. Perdoar é ter o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus.

Chegou a hora de raiar a liberdade em sua vida. A Palavra de Deus liberta:

“Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (Jo 8.32). Jesus Cristo liberta

: “Se o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (Jo 8.36).


É hora de sair do cárcere que prende a sua alma com as grossas algemas da mágoa. É hora de experimentar a liberdade do perdão. É hora de tomar posse da vida abundante que Jesus lhe oferece!

Fonte: Rev. Hernandes Dias Lopes em Palavra da Verdade

** Retirado de Libertos do Opressor

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