20
out
2008
A Mente Multiplicada


O psicólogo Howard Gardner, autor das inteligências múltiplas, se inspirou no modo como a neurociência vê o cérebro hoje: um conjunto de vários módulos distintos, ou “puxadinhos”, que evoluíram separadamente e hoje funcionam como processadores para funções específicas. Com isso Gardner concluiu que a inteligência não é um conceito único, indivisível, mas uma soma de várias habilidades- como o raciocínio lógico-matemático, lingüístico, espacial, musical, intrapessoal, interpessoal, motor e naturalista.

A teoria das inteligências múltiplas é um desafio à idéia de que o QI representa uma medida direta da inteligência. Segundo o psicólogo Howard Gardner, a nossa inteligência é o resultado de  8 processadores mentais diferente dentro do cérebro, cada um deles responsável por uma habilidade:

Lógico-Matemática    

É a habilidade de resolver problemas a partir da lógica, realizar operações matemáticas e investigar questões científicas. Bastante desenvolvida em cientista.

Lingüística        

Sensibilidade para língua falada e escrita, capacidade para aprender línguas e de usar a lábia para alcaçar os próprios objetivos. Encontrada em escritores, locutores e advogados.

  Musical       

Semelhante à inteligência lingüística, só se relaciona a sons. É a habilidade de compor e apreciar padrões musicais. Bastante rica em compositores, cantores, dançarinos e maestros.

Espacial           

Habilidade de reconhecer e manipular padrões no espaço. É útil para quem trabalha com a coordenação motora e tem de compreender o mundo visual. Bem desenvolvida em arquitetos.

 Físico-Cinestésica    

É o tipo de inteligência usada para resolver problemas e executar movimentos complesos com o próprio corpo. Voc~e a encontra em dançarinos, mímicos e esportistas .

Interpessoal 

    

É a capacidade de entender as intenções dos outros. Bastante necessária a quem coordena e executa trabalhos em grupo. É encontrada em políticos, professores, clínicos e atores.

Intrapessoal      

É a habilidade de olhar para dentro de si mesmo e entender as próprias intenções, objetivos e emoções. Necessária para encontrar erros no próprio raciocínio. Presente em psicólogos, filósofos e cientistas.

Naturalista       

É a sensibilidade para perceber e    organizar fenômenos e padões da natureza, como a diferença entre plantas quase idênticas. Costuma ser encontrada em biólogos e membros de tribos indígenas.

***  Este artigo foi copiado na íntegra da Revista   Super Interessante set/2008

***Para saber mais:  A Inteligência- Um Conceito Reformulado

Howard Gardner, Objetiva, 1999.







19
out
2008
Como turbinar o cérebro


                                            

Exercitar a mente não vai   transformar um asno num Einstein, mas pode dar uma forcinha para nos   deixar mais espertos. Vejamos o que fazer:

1- Toque Raul!                                     

Seu cérebro é uma metamorfodse ambulante. E até coisas banais como tocar violão ou sair com os amigos, podem ajudá-lo a funcionar melhor. ” A massa cinzenta é extremamente plástica”, diz  Sidarta Ribeiro, um dos mais influentes neurologista do país. “E o que mais ajuda é ler muito e conversar”. Mas não fica nisso, se você quiser aprimorar uma área específica, como matemática ou a capacidade de leitura, tem como fazer isso de um jeito inusitado. Uma pesquisa publicada em 2008 por um consórcio de 7 grandes universidades americanas, mostrou algo que parece pouco provável, música e teatro  aumentam a capacidade de concentração e geram ganhos tão significativos para a memória que você tem como extrapolar a melhora para outra áreas.

2- Coma Nozes                 

Os ácidos graxos ômega 3, encontrados em nozes, óleos vegetais, salmão e outros peixes, são ótimos para o aprendizado e a memória. Afirma o neurocirurgião Fernando Gómez-Pinilla, da universidade da Califórnia.

Além disso técnicas de ioga ajudam no raciocínio porque corrigem a respiração e mantêm o suprimento de oxigênio ao cérebro. Pelo mesmo motivo, qualquer caminhada já favorece a cognição .

3-Não se Afobe                           

O psiquiatra americano Edward  Hallowell ensina: quando topar com um teste difícil de resolver, conte até 20 , tentando baixar a frequência do pulso e da respiração. Isso é uma forma de mandar ao cérebro um sinal de que está tudo ok. Também não se afobe ao ler um texto longo: a compreensão aumenta quando baixamos a velocidade da leitura.

4-Compre um Nitendo                        

Videogames exigem tanta atividade cerebral que, sim, podem deixar  qualquer um mais inteligente. Essa tese começou a ganhar terreno em 2005, com o livro Everything Bad for You ( ” Tudo o que é bom é ruim para você.”) do jornalista científico Steven Johnson. E hoje, com cada vez mais pesquisas mostrando que o simples fato de manter a cabeça ativa aumenta a cognição, ela vem ganhando terreno.

Fonte: Super Interessante  set/2008.

** Para saber mais:   Treine a Mente. Mude o cérebro   

Sharon Begley,  Fontanar, 2008.







18
out
2008
Centro Produtor de vacinas


 


Centro de excelência- O Bio-Manguinhos é o maior centro produtor de vacinas da América Latina. Pode processar 200 milhões de doses por ano e tem hoje um portifólio que atende a 48% da demanda de todos os imunobiológicos ligados no PNI (Programa Nacional de Imunizações). A Unidade , primeiramente incorporou a produção de vacina contra a febre amarela, fabricada pela fiocruz em 1937. Em seguida, iniciou a produção da vacina contra as meningites A e C, em 1977, que hoje é fabricada apenas em casos de surto. Em 1983, passou a fabricar vacinas contra sarampo e a pólio. Desde 1999, a unidade também produz vacina contra o Haemophilus influenzae, tipo b, responsável pela meningite e outras infecções.

Novos antígenos- Os produtores nacionais agora trabalham na produção de novas vacinas. O Bio-Manguinhos quer produzir uma vacina contra a varicela e uma outra, reunindo numa mesma dose antígenos contra difeteria, tétano, coqueluche e a hepatite B. Em setembro de 2007 o Institutoiniciou os testes clínicos para vacinas contra meningites b e C, desenvolvidas em parceria com a Fundação Adolpho Lutz e com o Instituto Butantâ e que serão produzidas no Rio de janeiro. As três instituições desenvolvem também vacinas contra a pneumonia e a esquistossomose.
**Saiba Mais:
Bio-Manguinhos

www.bio.fiocruz.br
Fonte: Nós da Escola- Prefeitura Educação.







14
out
2008
Alívio para o estresse do Professor


 

O trabalho deve ser uma fonte de alegrias e realização, mas pode causar enfermidades e sofrimentos. Uma pesquisa feita em 2007 com 500 professores de escolas públicas das capitais, revelou que mais da metade dos professores sofre de estresse. Entre as queixas freqüentes, estão dores musculares, citados por 40% deles. Preocupa muito que 40%   declara sofrer de alguma doença ou mal-estar. Esse” mal-estar docente”, ganhou definição do pesquisador espanhol José Manuel Esteves: “Algo que sabemos que não vai bem, mas não somos capazes de definir o que não funciona e por quê.” Nos casos mais sérios os profissionais, acabam se afastando da sala de aula. No estado de São Paulo- a maior rede do país, com 250 mil professores, são registradas 30 mil faltas por dia. Só em 2006 foram quase 140 mil licenças médicas, com duração de 33 dias.  Esse problema se repete por todo o país e faz com que as doenças de quem leciona tornem enfermo o Sistema de Ensino. ” Em todas  as redes o absenteísmo preocupa porque os prejuízos para o aprendizado são muito grandes, ” diz Cleuza Repulho, Consultora de Educação Básica do MEC. Esse tema vem despertando a atenção de pesquisadores. Tufi Machado Soares, da Universidade Federal de Juiz de Fora, estudou o impacto das faltas na rede mineira e constatou que os alunos da 4ª série que tinham mestres assíduos alcançaram média 15 pontos maior que os demais em Língua Portuguesa no Programa de Avaliação da Educação Básica em 2002. “Todo mundo perde com o afastamento . Mas é importante que o direito de ter condições de estudar acompanhe o direito de ter condições de oferecer uma boa aula,” defende Roberto Franklin, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação.  Soluções para essa epidemia têm sido discutida e colocadas em prática em diferentes níveis: Secretarias criam programas  de prevenção, Escolas reorganizam processos e Educadores buscam formas criativas de enfrentar as dificuldades do dia-a dia . Todas elas , além de contribuir para o bem-estar e o desempenho do profissional, têm impacto positivo na qualidade da educação. Os remédios prescritos tanto no sentido de prevenção, quanto no tratamento- são Gestão, Formação, Organização do tempo, Trabalho em equipe, Relacionamento com os alunos , Infra-estrutura, Currículo e Valorização Social. Nenhum combate sozinho todos os sintomas, mas, associados, eles podem formas um coquetel eficaz para acabar  com a situação de impotência diante de um Sistema tão doente.

Remédio 1: receber o apoio da direção       

Uma gestão democrática e participativa é capaz de alterar as condições de trabalho dentro da escola, como relatam Analía Soria Batista e Patrícia Dario El-Moor no livro Educação: Carinho e Trabalho (Ed. Vozes). Instituições com maior participação dos pais e da comunidade têm mais materiais de apoio ao ensino e são mais limpas, por exemplo, o que contribui para melhorar o bem-estar de quem ali leciona.

Remédio 2: manter-se em constante formação

Os conhecimentos sobre didática avançam; a necessidade de se manter atualizado é constante; as salas de aula estão se tornando inclusivas; a sociedade exige cada vez mais da escola; e, por fim, há um abismo entre a formação e a prática do Magistério. A pressão e a ansiedade para se adequar a tudo isso muitas vezes dão origem a doenças, mal-estar e tensão.

Remédio 3: dispor de horários para estudo e lazer

Uma boa forma de reduzir o cansaço físico e mental e ainda melhorar os resultados de aprendizagem dos alunos é ter tempo para estudar, planejar e reunir-se com os colegas, sem esquecer os momentos de diversão e lazer. De acordo com a pesquisa NOVA ESCOLA e Ibope, os professores gastam em média 59 horas por semana em atividades ligadas ao trabalho – 50% desse tempo em sala de aula. Metade deles tem menos de seis horas por semana de lazer. Esses são os que mais apresentam sintomas de estresse – como insônia e dores de cabeça freqüentes.

Remédio 4: poder contar com o apoio dos colegas

Maria Elizabeth Barros de Barros, da Universidade Federal do Espírito Santo, estudou as estratégias encontradas pelos docentes a fim de promover a saúde e acabar com o que faz sofrer. “O mais eficaz é apostar na boa relação entre os professores e construir o sentimento de grupo”, defende

Remédio 5: manter a indisciplina sob controle

A dificuldade de relacionar-se com crianças e jovens em classe é a maior queixa dos professores, como mostra a pesquisa NOVA ESCOLA e Ibope. A falta de disciplina foi citada como o principal problema em sala de aula por 46% dos entrevistados.

Remédio 6: ter boas condições de trabalho

O espaço da escola afeta tanto o cotidiano dos professores quanto o dos alunos. A precariedade das condições físicas dificulta as aulas, tornando-as desgastantes e reduzindo a produtividade. Mobiliário inadequado ou classes sem boa ventilação, iluminação ou acústica podem causar ou agravar problemas de saúde, como os osteomusculares ou de voz.

Remédio 7: estar por dentro do projeto pedagógico

Ter clareza sobre o que será ensinado é condição para que os docentes executem bem sua função em classe. Apresentar esses conteúdos é papel das diretrizes curriculares. “Quando há referências e metas, o professor toma decisões com maior segurança, e isso tem impacto na qualidade da Educação”, afirma Neide Nogueira, da equipe responsável pela elaboração dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs). Com a certeza de ter as condições necessárias para desempenhar bem sua função, o educador sofre menos.

Remédio 8: ser prestigiado

O apoio da sociedade aos educadores está diminuindo. É o que sente um terço dos professores brasileiros, segundo a pesquisa NOVA ESCOLA e Ibope. Isso acaba afetando seu bem-estar e seu desempenho em sala de aula. “A progressiva desqualificação e o não-reconhecimento social potencializam o sofrimento dos docentes”, assinala Mary Yale Rodrigues Neves, da Universidade Federal da Paraíba. Quando se fala em valorização social, o sentido não deve ser apenas retórico, e deve incluir homenagens e discursos em favor do Magistério. Essa é a opinião de Inês Teixeira, da UFMG. “A valorização tem de ser real. Profissional reconhecido é aquele que dispõe de boas condições para exercer sua função no dia-a-dia, salário compatível com o que se espera dele e políticas públicas que cuidem de sua formação e sua saúde.”

Fonte:  Nova Escola – abril/2008

www.novaescola.org.br







14
out
2008
Todo cuidado é pouco, pressão alta mata!!!!!
Categorias: informação, Saúde


Cuidados Gerais que o hipertenso deve ter

 

 

Evite o sal em excesso- Lembre-se que ele pode diminuir os efeitos de algumas medicações.

Avalie regularmente sua pressão
Você pode ter um aparelho de medição de pressão arterial, do tipo automático ou manual em casa.

Nunca interrompa sua medicação
O controle da pressão depende do uso regular de todas as medicações que seu médico prescreveu.

Evite exercícios isométricos (musculação). Pratique exercícios regularmente pelo menos três vezes por semana.

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***Hipertensão Arterial Aprenda a conviver com ela

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