24
jun
2014
No túnel do tempo do Compartilhando as Letras


 photo 220px-29-_Imperatriz_rainha_D_Leopoldina.jpg

Perdi alguns posts lindos do Compartilhando as Letras e, conforme eu for lembrando, vou postando por aqui para vocês. Talvez, eu não me lembre de todos os textos, mas as imagens estão aqui para recordarmos. Olhem essas imagens e trecho, que belezura!!!

 photo Leopoldina.jpg

Essa imagem aqui,eu estava comentando da vida sofrida e infeliz da imperatriz Leopoldina, citava o livro 1822 de Laurentino Gomes;

A sequencia de gravidez e parto logo cobrou seu preço. A princesa de olhos azuis e pele rosada que chegara ao Brasil em 1817 virou uma matrona. Por comodidade, não usava colete ou espartilho, como era moda entre as mulheres elegantes da época. A falta desse adereço, deixava à mostra o corpo flácido e as curvas exageradas.O francês Jacques Arago a descreveu como uma cigana malvestida, com os cabelos desalinhados, que pareciam não ter sido penteados havia mais de uma semana.

” Nenhum colar,nenhum brinco ou anel nos dedos ,registrou.

” A camisola demonstrava ter sido usada muito tempo, a calça estava amassada e surrada em vários lugares.

Lendo esse pequeno trecho, vejo que a mulher,tem mais é que se cuidar, fazer suas unhas, manter uma alimentação saudável e equilibrada, fazer seus exames periódicos etc… Essa situação da Imperatriz Leopoldina,teve uma série de fatores ,que a levaram a isso, leiam o livro,pois é muito interessante.

Fonte:Livro 1822 de Laurentino Gomes







26
jul
2013
Poetando com Cecília Meireles
Categorias: Sem categoria


Retrato

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Eu não tinha este rosto de hoje,

assim calmo, assim triste, assim magro,

nem estes olhos tão vazios,

nem o lábio amargo.

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Eu não tinha estas mãos sem força,

tão paradas e frias e mortas;

eu não tinha este coração

que nem se mostra.

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Eu não dei por esta mudança,

tão simples, tão certa, tão fácil:

— Em que espelho ficou perdida

a minha face?…

.

Cecília Meireles







18
jan
2013
Assista o mais incrível vídeo sobre vulcão já feito
Categorias: Ciência, Sem categoria


Photobucket

Esse vídeo é incrível por várias razoes, mas vou listar apenas algumas: o protagonista da filmagem é o vulcão Marum, da ilha Ambrym no arquipélago de Vanuatu, no Oceano Pacífico; corajosos homens ficaram a menos de 30 metros dele; e essa foi a primeira vez que pessoas chegaram tão perto desse vulcão.
O resultado é um vídeo espetacular que mais parece saído de um filme de ficção científica. O responsável por ele é o produtor de filmes e fotógrafo Geoff Mackley, um neozelandês que começou a registrar desastres em 1980 e criou uma paixão especial por vulcões e climas severos.
E bota clima severo nisso. A equipe envolvida nessa empreitada – além de Geoff, estavam presentes Bradley Ambrose e Nathan Berg – sofreu muito para chegar ao famoso vulcão e registrar sua lava de tão perto.
Eles tiveram que aguentar altas temperaturas durante 35 dias até se tornarem as primeiras pessoas a chegar a 30 metros do vulcão. Dessa distância, o calor era tão grande que Geoff só o aguentou por 6 segundos. E isso porque eles estavam usando equipamentos adequados para respirar e um traje especial para poder se aproximar do fogo, o que lhes deu 40 minutos para filmar toda a aproximação ao Marum.

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Fonte: Hypescience







21
nov
2012
Pensando em poesia
Categorias: Sem categoria


Ele pegou uma folha de laranjeira do chão e me entregou, pegou outra e a segurou cuidadosamente pelo cabo, para guardar de lembrança. Sei que isso parece brega, mas se você já se apaixonou provavelmente deve ter feito isso também, mesmo que não queira admitir. Já deve ter guardado um ticket de entrada de cinema ou show, um guardanapo de papel, ou uma folha seca que está tão velha que já está virando pó. Você experimentou a mágica uma vez e quer ter uma pequena prova de que realmente aconteceu. Você não quer esquecer.

Deb Caletti in “Um Lugar para Ficar”

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“Você amou Annie imediatamente, Finnick?” eu pergunto.
“Não.” Um longo tempo passa antes que ele adicione, “Ela cresceu dentro de mim.”

Suzanne Collins in “Jogos Vorazes: Em Chamas”

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Mas a coisa sobre corações é que eles sempre querem continuar a bater.

Elizabeth Scott in “Menina Morta-viva”

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As palavras são colinas e vales por onde você viaja, tão encantadoras que, às vezes, o fazem chorar.

Deb Caletti in “Um Lugar para Ficar”

Esses fragmentos deliciosos,retirei do maravilhosos Poetriz da Flávia Camargo.







17
nov
2012
As quatro estações do casamento – Gary Chapman


No casamento, a gente só entende o clima quando olha para dentro da janela.

Os orientais avaliam ânimos e humores pelas estações do ano. E os casamentos, em certo sentido, se assemelham muito aos sentimentos que cada uma delas propicia. O verão é cheio de alegria, celebração e atividade. O outono carrega ares de tristeza, angústia e perda. A primavera traz expectativas, promessas e a oportunidade do recomeço. O inverno, por sua vez, é a época da frieza, da indiferença e do isolamento.

Em qual das estações você vive com seu cônjuge? O que tem feito para tornar seu relacionamento cada vez mais estável, feliz e emocionalmente rico? Gary Chapman, autor de As cinco linguagens do amor – um sucesso que gerou várias continuações e presença constante em listas de mais vendidos, entre as quais a liderança por várias semanas do ranking de livros religiosos da respeitadíssima Publishers Weekly -, tem uma ajuda preciosa para oferecer.

Sobre o autor

Com mais de 30 anos de experiência em aconselhamento familiar e a respeitabilidade de quem pesquisa e ministra palestras sobre o assunto há décadas, o dr. Chapman sugere estratégias comprovadamente eficazes, baseadas em princípios e valores sólidos, para combater os fatores nocivos ao casamento e desenvolver um ambiente de convivência que permita a fluência das linguagens do coração.


Fonte: Editora Mundo Cristão

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